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    "La stirpe non fa le singulari persone nobili, ma le singulari persone che fanno nobile la stirpe" : a questão da nobreza no convivio de Dante Alighier

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    R - D - GABRIEL FERREIRA DE ALMEIDA PAIZANI.pdf (1.097Mb)
    Data
    2012
    Autor
    Paizani, Gabriel Ferreira de Almeida
    Metadata
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    Resumo
    Resumo
     
    Resumo: O florentino Dante Alighieri (1265-1321) foi um dos maiores representantes do pensamento filosófico e político tardo-medieval. Em um contexto mais amplo, encontramos o conflito entre os representantes do gládio temporal e espiritual e, com um olhar mais atento para a península itálica, a disputa de poder intensa entre diferentes famílias nobres. Dante participou ativamente da política de Florença, mas na maior parte de seu tempo, sua dedicação foi direcionada para a vida contemplativa. A política e a filosofia formavam o conjunto ideal para devolver sentido para a realidade em que vivia. Dante pretendia evidenciar por meio do seu tratado Convivio (1304) que as linhagens não tornam as pessoas nobres, mas sim as pessoas que tornam nobres as linhagens. A afirmação deixa claro que não existe nobreza transmitida pelo sangue, hereditária, porque não há nobreza coletiva. A nobreza seria pessoal. As famílias, as estirpes, representam apenas um conjunto, uma coleção. Essa é a resposta que Dante oferece para o universo que se dissolve em sua frente, resposta que ecoa ao longo de todo seu tratado.
     
    Abstract: Il fiorentino Dante Alighieri (1265-1321) fu uno dei massimi esponenti del pensiero filosofico e politico tardo-medievale. In un contesto più ampio, si trova il conflitto tra i rappresentanti della spada temporale e spirituale, e con uno sguardo più da vicino la penisola italiana, la lotta di potere intenso fra diverse famiglie nobili. Dante è stato attivo nella politica di Firenze, ma la maggior parte del suo tempo, la sua dedizione è stato diretto alla vita contemplativa. La politica e la filosofia formano il set ideale per restituire significato alla realtà in cui viveva. Dante voleva mostrare attraverso il suo trattato Convivio (1304) che i lignaggi non fanno le persone nobili, ma le persone che fanno nobili i lignaggi. La dichiarazione chiarisce che non c'è nobiltà trasmessa attraverso il sangue, ereditaria, perché non c'è nobiltà collettiva. La nobiltà era personale. Le famiglie, le stirpe, rappresentano solo un set, una collezione. Questa è la risposta che Dante offre all'universo che si scioglie di fronte a lui, risposta che echeggia in tutto il suo trattato.
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/28378
    Collections
    • Teses & Dissertações [10808]

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