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dc.contributor.advisorZanette, Flávio, 1944-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestalpt_BR
dc.creatorVicentini, Luciene Soarespt_BR
dc.date.accessioned2023-10-03T15:12:32Z
dc.date.available2023-10-03T15:12:32Z
dc.date.issued1995pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/26787
dc.descriptionOrientador: Flavio Zanettept_BR
dc.descriptionDissertação(mestrado)-Universidade Federal do Parana,Setor de Ciencias Agrarias. Data de Defesa: 1995.09.01pt_BR
dc.description.abstractResumo: Este experimento teve como objetivo principal o estudo da propagação vegetativa de mudas de Ocotea porosa e Ocotea odorífera através da micropropagação. O isolamento e a transferência para as demais etapas in vitro foram feitas em câmara de fluxo laminar e os explantes foram mantidos em sala de incubação, com temperatura de 25±2°C, fotoperíodo de 16 horas e luminosidade de 2000 lux. 0 meio de cultura utilizado foi o de MURASHIGE e SKOOG (MS). Segmentos nodais de imbuia e sassafrás com aproximadamente 2 cm de comprimento, obtidos de mudas de 2 anos de idade foram desinfestados em soluções de hipoclorito de sódio (5% de cloro livre) cujas concentrações variaram de 5 a 15% e cultivados em meio MS. A oxidação dos explantes foi controlada utilizando-se solução de ácido ascórbico com concentrações de 0,05 e 0,1 g/l e adição de 0,01 g/l de polivinilpirrolidone ao meio de cultura. Após 4 semanas, as brotações obtidas foram transferidas para meio de multiplicação, onde foram testadas diversas concentrações de BAP e AIB e suas interações em meio MS. Para a obtenção do alongamento das brotações utilizou-se meio MS com BAP (1,62 e 3,23 uM) . Na fase de enraizamento foram testados o meio MS e o meio MS/2 (com metade da concentração de sais) com diferentes concentrações de AIB (2,46 e 4,90 uM) . O melhor tratamento para a assepsia dos explantes de imbuia (73,3% de sobrevivência) foi o que utilizou hipoclorito de sódio a 10% durante 10 minutos, para o sassafrás (72% de sobrevivência) o melhor tratamento foi o que utilizou hipoclorito de sódio 15% por 10 minutos. O controle da oxidação foi obtido utilizando-se 0,1 g/l de ácido ascórbico e adicionando-se polivinilpirrolidone ao meio de cultura para ambas as espécies. A maior taxa de multiplicação obtida para a imbuia foi com a adição de 3,23 uM de BAP e para o sassafrás com a adição de 9,69 uM de BAP. 0 melhor tratamento para o alongamento das brotações de imbuia foi o que utilizou BAP a 1,62 uM; as brotações de sassafrás não tiveram nenhum incremento em sua altura em todos os tratamentos testados. 0 meio MS/2 proporcionou maior índice de enraizamento para a Ocotea porosa, sendo a concentração de 2,46 uM de AIB em meio MS/2 o melhor tratamento, com 64% de enraizamento das brotações. A Ocotea pretiosa não formou nenhuma raiz em quaisquer tratamentos.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The main objective of this research was to test the viability of vegetative propagation of "imbuia" (Ocotea porosa) and "sassafrás" (Ocotea odorífera) seedlings through micropropagation. The isolation and transference of the material to the in vitro stages were done in a laminar flux camera. The expiants were kept in an incubation room at the temperature of 25±2°C/ 16 h of photoperiod, and 2000 lux of luminosity. The medium for cultivation was the MURASHIGE and SKOOG (MS). The nodal segments of both species, obtained from 2 year-old seedlings were decontaminated in 5 to 15% concentration sodium hypochlorite solutions for 5 to 15 minutes. Oxidation of the explants was controlled by ascorbic acid solutions in concentrations of .05 to .1 g/1 and addition of polyvinylpyrrolidone to the cultivation medium. After four weeks the shoots were transferred to a multiplication medium, where several concentrations of BAP and IBA and its interaction with the MS medium were tested. For shoots elongation the MS medium with BAP (1.62 and 3.23 uM) was used. In the rooting phase MS and MS/2 (half salt concentration) with different concentrations of IBA (2.46 and 4.90 uM) were tested. The best treatment for "imbuia" expiants decontamination (73.3% survival) was sodium hypochlorite at 10% for 10 minutes. For "sassafrás" (72.0% survival) it was sodium hypochlorite at 15% for 10 minutes. Oxidation control for both species was more effective when using ascorbic acid at .1 g/1 with polyvinylpyrrolidone. The highest multiplication rate for "imbuia" was obtained with the addition of 3.23 uM of BAP and for "sassafrás" with 9.69 uM of BAP. The best treatment for "imbuia" shoots elongation was BAP at 1.62 uM; no shoot elongation was observed for "sassafrás". The MS/2 along with 2.46 uM of IBA presented the highest rate of rooting for "imbuia" (64% of the shoots). No root was formed in the "sassafrás" in any of the tested treatments.pt_BR
dc.format.extent68f. : il.; tabs. ; 30 cm.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponivel em formato digitalpt_BR
dc.subjectSassafras - Propagação in vitropt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectOcotea porosapt_BR
dc.subjectÁrvores - Propagação in vitropt_BR
dc.titlePropagação vegetativa "in vitro" de Imbuia(Ocotoa porosa Nees) e Sassafras(Ocotea odorifera Vellozo)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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