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    Rebeldias e passados presentificados : o pensamento de Lélia Gonzalez (1970-1990)

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    R - D - TAYNARA APARECIDA FERREIRA DA SILVA.pdf (3.575Mb)
    Data
    2025
    Autor
    Silva, Taynara Aparecida Ferreira da
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Esta dissertação analisa a produção intelectual de Lélia Gonzalez entre as décadas de 1970 a 1990, a partir de seus ensaios, intervenções públicas e diálogos teóricos, situando-a como intérprete do Brasil por meio de rebeldias epistêmicas forjadas nas lutas negras. Ao assumir a indissociabilidade entre teoria e prática, a pesquisa toma sua trajetória intelectual e política como chave analítica para tensionar os limites do pensamento social brasileiro, especialmente no que concerne à marginalização das experiências negras na interpretação da formação nacional. O trabalho se organiza em torno da noção de passados presentificados, compreendendo o racismo como uma experiência histórica que persiste no presente por meio de mecanismos de denegação, violência e apagamento, produzindo efeitos duradouros sobre subjetividades, afetos e formas de organização social. Em diálogo com o pensamento negro, as epistemologias feministas negras e o pensamento decolonial, examinam-se categorias formuladas por Lélia Gonzalez, situando-as como operadores analíticos capazes de interpretar os fundamentos culturais e simbólicos do Brasil. Ao acompanhar esses deslocamentos teóricos, a dissertação propõe repensar o tempo histórico, a memória e a produção do conhecimento como campos atravessados por temporalidades espiralares de reinscrição na história
     
    Abstract: This master analyzes the work of Lélia Gonzalez between the 1970s and 1990s, based on her essays, public interventions and theoretical dialogues, situating her as an interpreter of Brazil through epistemic rebellions forged in black ativism. By assuming the inseparability between theory and practice, I consider her intellectual and political trajectory as an analytical key to tension the limits of Brazilian social thought, especially with regard to the marginalization of black experiences in the interpretation of national formation. Stating presentified pasts as key concept, I understand racism as a historical experience that persists in the present through mechanisms of denial, violence and erasure, producing lasting effects on subjectivities, affections and forms of social organization. In dialogue with black thought, black feminist epistemologies and decolonial thought, categories formulated by Lélia Gonzalez are examined, situating them as analytical operators capable of interpreting the cultural and symbolic foundations of Brazil. By following these theoretical displacements, the dissertation proposes to rethink historical time, memory and the production of knowledge as fields crossed by spiral temporalities of re-inscription in history
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/101759
    Collections
    • Dissertações [275]

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