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dc.contributor.authorViana, Douglaspt_BR
dc.contributor.otherDonatti, Lucélia, 1964-pt_BR
dc.contributor.otherFávaro, Luis Fernando, 1966-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservaçãopt_BR
dc.date.accessioned2021-05-07T22:12:46Z
dc.date.available2021-05-07T22:12:46Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/70560
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Lucélia Donattipt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. Luís Fernando Fávaropt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação. Defesa : Curitiba, 25/09/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O camarão é o principal recurso pesqueiro no litoral do Paraná. A captura é realizada utilizando redes de arrasto de fundo, uma das modalidades menos seletivas, resultando na captura incidental de uma diversidade de espécies não alvo (bycatch), sendo os peixes o táxon mais abundante. A captura e devolução dos espécimes que sobrevivem, têm sido uma prática adotada, visando a redução da mortalidade do bycatch e o impacto da pesca de arrasto sobre estas populações. Diferentes fatores pesqueiros podem contribuir para o estresse e mortalidade dos peixes durante as capturas, tais como a duração dos arrastos, profundidade, mudanças de temperatura, salinidade, pressão e exposição ao ar durante as despescas. Estudos de campo e laboratoriais para avaliar a sobrevivência e os efeitos subletais, como as injúrias físicas e indicadores fisiológicos de estresse, possibilitam aprimorar o manejo da pesca de arrasto e reduzir a mortalidade da ictiofauna. Além disso, a não quantificação da mortalidade do bycatch devolvido ao mar gera subestimativas dos impactos dessas pescarias sobre as populações afetadas. Assim, esta pesquisa buscou avaliar o efeito da pesca de arrasto de fundo sobre as injúrias físicas geradas no processo de captura, nos parâmetros bioquímicos indicadores de estresse, na sobrevivência e na sustentabilidade pesqueira das espécies componentes da ictiofauna acompanhante da pesca de camarão, no litoral do Paraná. Em 2018, foram realizados 36 arrastos experimentais. Os espécimes que sobreviveram à captura foram monitorados em laboratório. Foram realizadas análises de injúrias físicas e de marcadores de estresse oxidativo. Em geral, a mortalidade da ictiofauna foi alta, principalmente entre as espécies mais comuns. A captura incidental de peixes em arrastos de fundo ocorreu de forma não sustentável, sendo que espécies de ambiente e dieta demersais ou bentônicas e bentopelágicas foram as mais vulneráveis. Com relação a resiliência, a maioria das espécies apresentou comprimento médio, abaixo do comprimento de primeira maturação sexual. O Catch Damage Index CDI, é uma métrica significativamente relacionada com a sobrevivência das espécies, podendo substituir este último atributo e facilitar a coleta de dados para o monitoramento da sustentabilidade da captura incidental de peixes. Em Paralonchurus brasiliensis e Stellifer rastrifer a mortalidade foi dependente da incidência de injúrias físicas, tamanho corporal, CDI e duração dos arrastos. Portanto, para estas duas espécies, recomendamos o uso do CDI nas estimativas de mortalidade tardia e sua simplificação metodológica. A alta mortalidade de Paralonchurus brasiliensis e Stellifer rastrifer parece estar associada às injúrias físicas e não às alterações fisiológicas, dados os perfis dos marcadores de estresse oxidativo observados. As espécies possuem comportamentos e estratégias fisiológicas distintas em relação aos arrastos, porém os padrões de incidência de injúrias e mortalidade são bastante similares, os quais são agravados na medida em que aumenta a duração dos arrastos. Palavras-Chave: ictiofauna, bycatch, injúrias físicas, estresse oxidativo, mortalidade.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The shrimp is the main fishing resource on the coast of Paraná. The capture is made using bottom trawls, one of the least selective modalities, resulting in a diversity of incidental capture of non-target species (bycatch), the fish being the most abundant taxon. The capture and return of surviving specimens has been an adopted practice, aiming to reduce bycatch mortality and the impact of trawling on these populations. Different fishing factors can contribute to fish stress and mortality during harvest, such as trawl duration, depth, temperature changes, salinity, pressure and air exposure during harvest. Field and laboratory studies to evaluate survival and sublethal effects, such as physical injuries and physiological stress indicators, make it possible to improve the management of trawl fisheries and reduce ichthyofauna mortality. In addition, the failure to quantify the mortality of the bycatch returned to the sea generates underestimates of the impacts of these fisheries on affected populations. Thus, this research sought to evaluate the effect of bottom trawling on the physical injuries generated in the capture process, on biochemical parameters indicators of stress, on the survival and sustainability of the fish species that accompany the shrimp fishery in the coast of Paraná. In 2018, 36 experimental trawls were carried out. The specimens that survived were monitored in the laboratory. Analysis of physical injuries and markers of oxidative stress were performed. In general, the mortality of ichthyofauna was high, especially among the most common species. The incidental capture of fish in bottom trawls occurred in an unsustainable way, with species of environment and diet demersal or benthic and benthopelagic were the most vulnerable. With respect to resilience, most species had average length, below the length of first sexual maturity. The Catch Damage Index CDI, is a metric significantly related to the survival of species, and can replace the latter attribute and facilitate data collection for monitoring the sustainability of incidental capture of fish. In Paralonchurus brasiliensis and Stellifer rastrifer mortality was dependent on the incidence of physical injuries, body size, CDI and trawl duration. Therefore, for these two species, we recommend the use of the ICD in estimates of delayed mortality and its methodological simplification. The high mortality of Paralonchurus brasiliensis and Stellifer rastrifer seems to be associated with physical injuries and not with physiological alterations, given the profiles of the oxidative stress markers observed. The species have different behaviors and physiological strategies in relation to the trawling, but the patterns of incidence of injuries and mortality are quite similar, which are aggravated as the duration of the trawling increases. Keywords: ichthyofauna, bycatch, physical injuries, oxidative stress, mortalitypt_BR
dc.format.extent122 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPesca de arrastão - Paranápt_BR
dc.subjectPeixes - Mortalidadept_BR
dc.subjectSustentabilidadept_BR
dc.subjectIctiofaunapt_BR
dc.subjectEcologiapt_BR
dc.titleEfeitos subletais, mortalidade e sustentabilidade da captura incidental de peixes na pesca de camarão no litoral do Paranápt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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