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dc.contributor.advisorDias, Fernando Augusto Lavezzo, 1977-pt_BR
dc.contributor.authorAraújo, Diego Neves, 1988-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Fisiologiapt_BR
dc.date.accessioned2019-09-30T13:58:15Z
dc.date.available2019-09-30T13:58:15Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/62773
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Fernando Augusto Lavezzo Diaspt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa : Curitiba, 13/08/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 64-73pt_BR
dc.description.abstractResumo: A insuficiência venosa é uma doença caracterizada por dificuldade do retorno venoso e hipertensão venosa. Em situações clínicas mais severas, úlceras cutâneas decorrentes dessa doença surgem nos membros inferiores de pacientes, denominadas úlceras venosas. Essas úlceras são de difícil cicatrização, podendo ficar ativa por meses e anos. Dentre os recursos terapêuticos, o laser de baixa intensidade (LBI) vem sendo considerado como um agente que acelera a cicatrização cutânea. Portanto, o estudo foi dividido em duas etapas com os seguintes objetivos: 1) avaliar as alterações hemodinâmicas da pele em um modelo animal de insuficiência venosa com oclusão total de veia femoral (OVF); 2) avaliar os efeitos do LBI na cicatrização de úlceras cutâneas em ratos com insuficiência venosa. Na primeira etapa, os ratos (n=14) foram divididos em grupo controle e grupo que passou por cirurgia de OVF e foram avaliados por ultrassonografia com ecodoppler e fluxometria por laser doppler (LDF) antes da cirurgia, após a cirurgia e após 5, 10 e 15 dias. Na segunda etapa, os ratos (n=52) foram divididos em 5 grupos: C (controle), IV (insuficiência venosa), L12 (laser 12 joules), L24 (laser 24 joules), e CL12 (controle laser 12 joules). Os animais dos grupos C e CL12 não foram submetidos à OVF. Os desfechos analisados foram a área da úlcera, atividade de metaloproteinase 2 (MMP-2), quantificação de colágeno e força de ruptura na pele cicatrizada. Como resultados observamos que a veia femoral permaneceu obstruída até o 15º dia após a cirurgia de OVF, o pico de fluxo após hiperemia reativa da microcirculação se apresentou mais baixo no grupo OVF no 10º dia, houve diferença de área de ferimento nos grupos IVC e L24 quando comparados ao controle apenas no primeiro dia após a indução do ferimento, houve maior atividade de MMP-2 no grupo L24 e não houve diferença entre os grupos quanto à distribuição de colágeno e à rigidez da pele em testes biomecânicos. Foi possível concluir que o modelo proposto foi eficaz na oclusão venosa, bloqueando o retorno venoso da veia femoral e reduzindo o fluxo da microcirculção no décimo dia após a cirurgia; e o LBI, nos parâmetros utilizados nesse estudo, não influenciou a taxa de cicatrização das úlceras, assim como a expressão e distribuição de colágeno. Palavras-chave: Insuficiência venosa. Cicatrização. Metaloproteinase. Laser de Baixa Intensidade.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Venous insufficiency is a disease characterized by difficulty in venous return and venous hypertension. In more severe clinical situations, cutaneous ulcers resulting from this disease arise in the lower limbs of patients, known as venous ulcers. These are hard-to-heal wounds and can be active for several months and years. Among the therapeutic resources, the low-level laser therapy (LLLT) has been considered as an agent that promotes skin healing. Therefore, the study was divided into two stages with the following objectives: 1) to evaluate blood flow changes in a venous insufficiency rat model with unilateral total femoral vein occlusion surgery (FVO); 2) to evaluate the effects of LLLT on wound healing of rats with venous insufficiency. In the first stage, rats (n=14) were divided into control group and group who underwent FVO surgery and they were evaluated by Doppler ultrasonography and Laser Doppler flowmetry (LDF) before surgery, after surgery and after 5, 10 and 15 days. In the second step, rats (n=52) were divided into 5 groups: C (control), IV (venous insufficiency), L12 (laser 12 joules), L24 (24 joules laser), and CL12 (12 joules laser control). The animals of groups C and CL12 were not submitted to FVO. The endpoints analyzed were ulcer area, metalloproteinase 2 activity (MMP-2), collagen quantification and rupture strength in healed skin. As results we observed that the femoral vein remained obstructed until the 15th day after FVO surgery, peak flow after reactive hyperemia of the microcirculation was lower in the FVO group on the 10th day, there was a difference in wound area in groups IV and L24 when compared to the control only on the first day after injury induction, there was greater MMP-2 activity in the L24 group and there was no difference between the groups regarding collagen distribution and skin stiffness in biomechanical tests. We conclude that the proposed model was effective in venous occlusion, blocking the venous return of the femoral vein and reducing microcirculation flow on the 10th day after surgery; and LLLT, in the parameters used in this study, did not influence the healing rate of ulcers, as well as the expression and distribution of collagen. Keywords: Venous insufficiency. Healing. Metaloproteinase. Low Intensity Laser.pt_BR
dc.format.extent76 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectInsuficiencia venosapt_BR
dc.subjectCicatrizaçãopt_BR
dc.subjectLaserspt_BR
dc.subjectFisiologiapt_BR
dc.titleValidação de um modelo animal de insuficiência venosa crônica e efeito da laserterapia na cicatrização de úlceras venosaspt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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