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dc.contributor.advisorMoro, Maria Lucia Faria, 1944-pt_BR
dc.contributor.authorFaria, Paulo Cezar dept_BR
dc.contributor.otherBrito, Marcia Regina Ferreira dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.date.accessioned2022-08-03T16:26:03Z
dc.date.available2022-08-03T16:26:03Z
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/4038
dc.descriptionOrientadora: Maria Lucia Faria Moropt_BR
dc.descriptionCo-orientadora: Marcia Regina F.de Britopt_BR
dc.descriptionInclui anexospt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação. Defesa: Curitiba, 2006pt_BR
dc.descriptionInclui bibliografiapt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Estudos linguísticospt_BR
dc.description.abstractResumo: O estudo compara a existência da atitude em relação à Matemática em quatro grupos amostrais, compostos de sujeitos voluntários de instituições escolares públicas e privadas, escolhidas por conveniência. A investigação foi comparativa, com cortes transversais, porque verificou a existência e o tipo de atitude em relação à Matemática de estudantes de cursos de licenciatura e professores em exercício. O referencial teórico se reportou ao constructo atitude, apresentou o modo como ele foi sendo gradativamente alterado como conceito psicológico e apontou diversos enfoques adotados na busca de melhor compreensão da natureza, da mudança e da medida das atitudes. Os dados foram obtidos diretamente dos sujeitos (N = 440), localizados no seu ambiente de trabalho ou de estudo. A combinação de resultados obtidos por meio da análise de dados de natureza quantitativa e qualitativa permitiu a comparação das atitudes em diferentes momentos da formação inicial e do exercício profissional. Da análise estatística dos dados provenientes da escala de medida de atitudes resultou a rejeição da hipótese nula (não há diferenças entre as atitudes dos quatro grupos amostrais). Assim, foram constatadas diferenças na medida de atitudes em relação à Matemática entre os grupos amostrais. Uma diferença significativa se mostrou na comparação entre alunos do início da licenciatura e professores em exercício. Outras diferenças, embora não significativas, apontaram que os alunos iniciantes do curso apresentaram atitudes mais negativas que os concluintes. Essas diferenças apontaram também professores com 1 a 10 anos de experiência com atitudes mais positivas que professores com mais tempo de exercício profissional. Assim, há indícios de que as atitudes em relação à Matemática se modificam durante a formação inicial e também no transcorrer da atividade profissional. Resultados da análise qualitativa de respostas às perguntas abertas de vários instrumentos e de respostas às perguntas da entrevista oral corroboram resultados da análise quantitativa e sugeriram pistas para a explicação da mudança de atitude nos grupos amostrais. Os resultados permitiram ajuizar que, ao ingressar no curso de licenciatura, houve mudança de atitude em relação à Matemática (de positiva para negativa). É possível que uma atitude positiva em relação à Matemática tenha contribuído para a escolha da licenciatura, mas as experiências vivenciadas logo no início do curso alteraram essa atitude. A conclusão do curso e o ingresso no mercado de trabalho também podem ter alterado a atitude (de negativa para positiva). Mesmo tendo apresentado grandes dificuldades de aprendizagem, é possível que a conclusão do curso represente uma conquista e, ao mesmo tempo, um alívio. A possibilidade de entrada no mercado de trabalho, em função de empenho em concluir o curso, pode se apresentar como um fator importante para a mudança de atitude (de negativa para positiva). Ao que tudo indica, a mudança de atitude em relação à Matemática pode ser explicada pelas particularidades de um determinado momento da vida estudantil ou profissional. Recomendações para a formação docente em Matemática são sugeridas.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This study compares the various attitudes towards Mathematics shown by four sample groups made up of volunteers from public and private schools, chosen by convenience. The study was comparative, with transversal cuts, as it verified the existence and type of attitude to Mathematics in both students from teacher training courses and practicing teachers. The theoretical referential reported to the attitude construct, introduced the way that it was gradually altered as a psychological concept, and indicated several approaches adopted in the search for a better understanding of the nature, change and measure of attitudes. The data were directly obtained from the subjects (N = 440), located in their work or study environment. The combination of results obtained by way of the analysis of the data of a quantitative and qualitative nature resulted in a comparison of attitudes at different instances at the beginning of the teacher training course and professional activity. From the statistical analysis of the data obtained by the measurement scale of attitudes, the rejection rate of the null hypothesis (none attitude differences among the four groups) was obtained. Therefore, differences in attitude measurements concerning Mathematics were observed among the sample groups. One significant difference was noted in the comparison of students at the beginning of the degree stage and practicing teachers. Other differences, albeit not significant, showed that the students beginning the course had more negative attitudes than those who were concluding it. These differences also showed that teachers with one to ten years of experience had more positive attitudes than teachers who had been working for longer periods. The quantitative analysis suggested that attitudes towards Mathematics had changed during the initial period of the course and also during work experience. The results of the qualitative analysis of answers to open questions of various types and the responses to questions during an oral interview corroborate the results of the quantitative analysis and suggest clues that might explain the change in attitude in the sample groups. The results allowed us to judge that, on beginning the teacher training course, there was a change in attitude towards Mathematics (from positive to negative). A positive attitude towards Mathematics might have contributed to the choice of training to be a teacher, but the experiences of the course may have led to a change in this attitude. The conclusion of the course and the entry into the work market could also produce a change in attitude (from negative to positive). Even when there have been significant difficulties in learning, it is possible that the conclusion of the course is seen as a triumph and, at the same time, a relief. The possibility of entering the work market as a result of the hard work of concluding the course may be an important factor in this change (from negative to positive). From what we can see, the change in attitude towards Mathematics can be explained by particularities of a certain moment in the life of the professional or student. Recommendations for teaching training in Mathematics are pointed out.pt_BR
dc.format.extent332 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectMatemática - Estudo e ensinopt_BR
dc.subjectProfessores de matematicapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.titleAtitudes em relação a matemática de professores e futuros professorespt_BR
dc.typeTesept_BR


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