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dc.contributor.advisorMenon, Walter, 1966-pt_BR
dc.contributor.authorIshikawa, Ítalo Kiyomi, 1983-pt_BR
dc.contributor.otherPaschoal, Antonio Edmilson, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2020-06-16T20:00:41Z
dc.date.available2020-06-16T20:00:41Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/37313
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Walter Romero Menon Juniorpt_BR
dc.descriptionCo-orientador: Prof. Dr. Antonio Edmilson Paschoalpt_BR
dc.descriptionAutor não autorizou a divulgação do arquivo digitalpt_BR
dc.descriptionDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 10/02/2015pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Filosofiapt_BR
dc.description.abstractResumo: Esta dissertação tem por objetivo refletir sobre o papel filosófico da metáfora do meio-dia em Nietzsche. Postulamos que a metáfora solar, utilizada pelo autor durante toda sua produção intelectual, ultrapassa a função de recurso literário ornamental, inserindo-se, assim, com relevância filosófica. Trataremos o meio-dia como metáfora porque o termo não possui demarcações conceituais fixas, e também pelo fato de Nietzsche jamais ter conferido um significado assertivo ao termo. A pesquisa está dividida em três capítulos: o primeiro visa justificar o tema da metáfora em Nietzsche, o segundo capítulo trata da metáfora do meio-dia no Nascimento da tragédia e nas conferências da época, e o último capítulo visa explorar o meio-dia em Assim falou Zaratustra. No primeiro capítulo, buscaremos no escrito Sobre verdade e mentira no sentido extramoral as primeiras indicações de Nietzsche a respeito do tema da metáfora, que é pensada, nesse momento, como criação artística que não diz respeito à natureza das coisas, mas pertencente à ordem da invenção. Buscaremos nos fragmentos póstumos da época da elaboração do Zaratustra as indicações da gênese dos impulsos metafóricos que formam a linguagem. A partir do segundo capítulo, passaremos a tratar da metáfora do meio-dia, utilizada no Nascimento da tragédia e em textos da época, para aludir a união entre os princípios apolíneo e dionisíaco que confere origem ao mito trágico. No terceiro capítulo, a metáfora do meio-dia ganhará novos contornos ao ser explorada no Zaratustra, e passará a insinuar o pensamento do eterno retorno, seja como presságios no percurso do personagem, ou como figura presente nos ditirambos entoados pelo profeta. O meio-dia, em Nietzsche, apesar das diferenças de sentido que o termo possui ao longo da obra do autor, surge como metáfora que alude à experiência de fascínio e de gozo nos instantes de maior potência de vida. Palavras-chave: Meio-dia. Metáfora. Apolíneo. Dionisíaco. Eterno Retorno.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This dissertation has as purpose to reflect about the philosophical role of the midday metaphor in Nietzsche. We postulate that the solar metaphor, used by the author during all his intellectual production, exceeds its function as an ornamental literal feature, inserting itself with a philosophical relevance. We will treat the midday as a metaphor because the term does not have a permanent conceptual demarcation, and also because of the fact that Nietzsche never inferred an assertive meaning to the term. The research is divided into three chapters: the first one aims on clarifying the meaning of the metaphor’s theme in Nietzsche, the second deals with the midday metaphor in the work The Birth of Tragedy also in that epoch’s conferences, finally the last chapter focus on exploring the midday from the work Thus Spoke Zarathustra. In the first chapter, we will search On Truth and Lies in a Non-moral Sense, the first indications from Nietzsche about the metaphor’s theme, which is thought at this point, as an artistic creation that has nothing to do with the nature of things, although that belongs to the invention’s order. We will search the posthumous fragments of the elaboration of Zarathustra’s epoch, the indications of the genesis of the metaphorical impulses that creates the language. From the second chapter, we will start to deal with the midday metaphor, used in The Birth of Tragedy as well as the epoch’s texts alluding the union between the Apollonius and Dionysius principles, which confers origin to the tragical myth. In the third chapter, the midday metaphor will gain new contours to be explored in Zarathustra, starting to insinuate the thought of the eternal return, either as omens in the character’s passage or as a present image of the harmonious dithyrambs by the prophet. The midday in Nietzsche, besides the differences of meaning that the term carries throughout the author’s work, also appears like a metaphor that alludes the experience of infatuation and joy at the moments that life has it's greatest power. Keywords: Midday. Metaphor. Apollonius. Dionysius. Eternal Return.pt_BR
dc.format.extent154f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectNietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900pt_BR
dc.subjectMetaforapt_BR
dc.titleA metáfora do meio-dia em Nietzschept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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