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dc.contributor.authorMelo, Camila Olivia dept_BR
dc.contributor.otherRibeiro, Regiane Reginapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Artes, Comunicação e Design. Programa de Pós-Graduação em Comunicaçãopt_BR
dc.date.accessioned2014-07-07T15:36:08Z
dc.date.available2014-07-07T15:36:08Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35131
dc.description.abstractResumo: Pensar a comunicação como processual a fim de observar mais que os artefatos e focar na subjetividade de sua produção, de seus sentidos e de suas experiências, por certo, é um dos desafios contemporâneos lançados ao campo da Comunicação. Para isso foi necessário então queerizar a comunicação com os Estudos Queer, o que possibilitou chacoalhar o clássico binarismo emissão-recepção e pluralizar os objetos da comunicação. Este trabalho discute os processos comunicativos-educativos ao redor da produção de performances artísticas na Casa de arte-cultura Selvática, na cidade de Curitiba-PR. Há neste trabalho enfoque nas resistências desses processos, já que a performance arte apresenta-se como atitude política. E essa resistência, como foi observado na pesquisa, é exatamente à inteligibilidade cultural hegemônica, que tem sido mantida como heterossexual. Por isso, debruçamos força investigativa também no conceito de heteronormatividade. Assim, discuto a performance como uma estratégia para comunicar mensagens próprias, sendo ela mesma uma ferramenta política comunicativa-educativa. Trago o debate sobre a experiência educativa, já que a ação comunicativa da performance se mostra como local de educação pela experiência. Aqui percebemos que é no corpo - gordo, suado, de seios e barba - que os saberes são compartilhados, sendo essa corporalidade uma das ferramentas a quebrar os muros da reprodução de normas e preconceitos. Há através das performances uma vontade em comunicar e expurgar de qualquer maneira - seja de forma sutil, direta ou radical - a revolta e indignação à heteronorma. Foi com a narrativa de três artistas performers que tive contato com estórias de violência, coragem e resistência. Violência por consequência da constante violação de nossa multiplicidade corporal, coragem por desobedecerem cotidianamente os quadros regulatórios de gênero, e resistência porque é ela uma das motivações da existência dessas pessoas. Uma comunicação que é subjetiva, sendo narrada para além dos meios tradicionais, por seus próprios corpos.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleDo palco ao asfalto, dos meios aos corpospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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