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dc.contributor.authorPereira, Aline Bescrovainept_BR
dc.contributor.otherMitchell, David Alexanderpt_BR
dc.contributor.otherMariano, André Bellinpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Tecnologia. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Químicapt_BR
dc.date.accessioned2014-01-13T11:46:28Z
dc.date.available2014-01-13T11:46:28Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/34502
dc.description.abstractResumo: A biomassa de microalgas se tornou uma promessa de matéria-prima para a produção de biocombustíveis, pois algumas espécies podem acumular em sua biomassa grandes quantidades de lipídeos, precursores da produção de biodiesel. O presente estudo está inserido no Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Energia Autossustentável (NPDEAS) da Universidade Federal do Paraná, o qual busca desenvolver a cadeia de tecnologias que possibilita a produção de biomassa e biodiesel de microalgas. O presente estudo uniu, pela primeira vez em escala laboratorial no NPDEAS, duas estratégias já utilizadas na literatura para aumentar a produção de biomassa e lipídeos de microalgas. A primeira é a utilização de aeração enriquecida com CO2 puro comercial no período iluminado, a fim de aumentar a velocidade de transferência de CO2 para o meio líquido e, por consequência, favorecer a realização da fotossíntese. A segunda é a utilização de cultivos mistos de microalgas, ou seja, cultivos originados de um primeiro inóculo composto de uma amostra coletada em ambiente aquático natural contendo uma mistura de espécies de microalgas. A comunidade de microalgas em um cultivo misto tende a apresentar oscilações no perfil de espécies, o que pode alterar a quantidade e a qualidade da biomassa, porém nenhum dos estudos sobre cultivos mistos descritos anteriormente na literatura aborda a reprodutibilidade dos experimentos. O presente trabalho teve o objetivo não somente de avaliar o efeito das duas estratégias na produção de biomassa e lipídeos, mas também de avaliar a repetibilidade e a reprodutibilidade de cultivos mistos. Este estudo demonstrou que a aeração enriquecida com 2% (v/v) de CO2 aumentou significativamente (alfa=0,01) a velocidade de crescimento na fase linear de 12 mg.L-1.dia-1, com aeração exclusiva por ar atmosférico, para 28 mg.L-1.dia-1. Porém, a inserção de aeração com 5% (v/v) de CO2 demonstrou a falta de reprodutibilidade desses resultados, uma vez que, enquanto em um 1° experimento, a velocidade de crescimento na fase linear, 32 mg.L-1.dia-1, não apresentou diferença significativa (alfa=0,01) em relação à do cultivo com 2% (v/v), em um 2° experimento, essa velocidade apresentou o valor significativamente menor (alfa=0,01) de 17 mg.L-1.dia-1. A falta de reprodutibilidade também se repetiu no conteúdo de lipídeos totais da biomassa seca, o qual se manteve inalterado (alfa=0,01) e em torno de 15% nos cultivos com apenas ar atmosférico, com 2% (v/v) de CO2 e no 1° cultivo com 5% (v/v) de CO2, mas apresentou queda significativa (alfa=0,01) para 12% no 2° cultivo. A utilização de aeração enriquecida de CO2 aumentou a repetibilidade dos cultivos mistos, uma vez que tornou mais próximas as curvas de crescimento dentro das replicatas de condição experimental. Essa aeração também diminuiu de 27% para 0% a fração de frascos que sofreram colapso, ou seja, morte prematura das células. Em experimentos futuros, o aumento da concentração celular inicial dos cultivos e o uso de inóculos mistos padronizados, pela mistura de cultivos estoque unialgais, são alternativas para aumentar a reprodutibilidade dos resultados.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.titleProdução de biomassa e de lipídeos por cultivo misto de microalgas suplementado com CO2pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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