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dc.contributor.authorRosa, Thaís Vaz Canelossipt_BR
dc.contributor.otherTeive, Helio Afonso Ghizoni, 1958pt_BR
dc.contributor.otherNickel, Renatopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Medicina Internapt_BR
dc.date.accessioned2013-12-17T11:34:19Z
dc.date.available2013-12-17T11:34:19Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/33898
dc.description.abstractResumo: Ataxia Espinocerebelar compreende um grupo heterogêneo de enfermidades neurodegenerativas, que se caracteriza pela presença de ataxia cerebelar progressiva, resultando em comprometimento no planejamento e execução dos movimentos voluntários, de tronco e dos membros, devido à lesão cerebelar. Uma vez que o cerebelo é conhecido por desempenhar um papel importante na função do controle motor e na aprendizagem motora, o benefício do treinamento permanece controverso para os pacientes com degeneração cerebelar, devido à progressão da doença. Esta alteração na coordenação dos movimentos gera dificuldades no controle do movimento fino e manipulação de objetos o que, consequentemente, dificulta o desempenho ocupacional do paciente acometido. Esta pesquisa propõe investigar se uso de adaptações melhoram o padrão da escrita destes pacientes e se estas adaptações seriam utilizadas pelos mesmos, bem como, identificar a correlação entre a avaliação MIF - Medida de independência funcional e a SARA Escala de Avaliação e Classificação de Ataxia utilizadas para avaliação desses pacientes e, classificar e qualificar, de acordo com a CIF - Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, os problemas de desempenho ocupacional relatados por estes e discutir os dados levantados de acordo com a literatura. Esta pesquisa comparou o uso de dispositivos que visavam o controle e a qualidade da escrita de pacientes com ataxia espinocerebelar por meio de avaliações qualitativa e quantitativa, o Spiral Test, a Escala de Avaliação SARA, a MIF - Medida de Independência Funcional, além de levantar informações sobre o desempenho ocupacional baseados no Checklist da CIF, versão 2.1a, Formulário Clínico, e os dados apresentados classificados e qualificados na CIF-cj. Dos 63 pacientes avaliados, 40 concordam que as adaptações melhoram a qualidade da escrita e a utilizariam no dia a dia. A média de tempo para realização do Spiral test sem adaptação foi de 36,9s e com o uso de adaptações a média foi de 32,51s. Foi constatada correlação negativa e de moderada magnitude entre a gravidade da doença e as subescalas total e motora da MIF, evidenciando que o nível de independência funcional está diretamente relacionado à gravidade da doença, e os principais problemas relatados foram andar (d450), escrever (d170) e trabalho remunerado (d850). Este estudo mostra que a utilização de adaptações pode melhorar o desempenho para escrita de pacientes com ataxia espinocerebelar, e os fatores determinantes para os problemas de desempenho mencionados são facilmente classificados e qualificados na CIF. Estudos prospectivos devem ser realizados para confirmar a hipótese.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.titleA utilização de adaptações para facilitação da escrita em pacientes com diagnóstico de ataxia espinocerebelarpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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