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dc.contributor.advisorPassos, Evertonpt_BR
dc.contributor.authorTrentini, Ronald Pfaffpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Terra. Programa de Pós-Graduaçao em Geografiapt_BR
dc.date.accessioned2013-11-14T16:17:44Z
dc.date.available2013-11-14T16:17:44Z
dc.date.issued2013-11-14
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/33580
dc.description.abstractResumo: As aranhas do gênero Loxosceles, conhecidas popularmente por "aranhas marrons", são animais pertencentes à fauna sinantrópica urbana. São de pequeno porte, possuem hábitos noturnos e adaptaram-se a viver dentro dos domicílios humanos ou no peridomicílio, onde encontram condições ideais para abrigo e reprodução, além de alimento na forma de insetos que são atraídos pelos restos alimentares dos seres humanos. As condições citadas fazem com que a reprodução seja grande e a proximidade com o homem faz com que aconteçam freqüentes acidentes, ditos loxoscélicos. O veneno da aranha marrom é proteolítico e hemolítico, causando graves lesões cutâneas ou, em raros casos extremos, até o óbito. Essas aranhas ocorrem principalmente na América, desde os EUA até o Chile, sendo que no Brasil há relatos de acidentes em Minas Gerais, São Paulo e estados do sul. Curitiba é a cidade com maior número de casos por diversas causas, sendo que uma das principais é a falta de conhecimento pela população quanto aos hábitos da aranha, sintomas da picada, aparência do animal, procura de socorro, formas de combate, métodos de prevenção, etc. É, muitas vezes, confundida com outras espécies de aranhas. As políticas públicas na área da saúde preocupam-se, principalmente, com o tratamento de acidentados, relegando a segundo plano a divulgação dos citados dados à população, seja por meio de campanhas mais agressivas, utilizando-se de todos os meios que a mídia oferece, e da Educação Ambiental, formal e não formal. Um maior conhecimento sobre a aranha marrom com certeza faria com que diminuíssem os acidentes, trazendo mais tranqüilidade à população, a exemplo dos resultados obtidos com campanhas contra outros animais sinantrópicos, como o Aedes aegypti, mosquito transmissor da Dengue. O presente texto preocupa-se com a ocorrência da aranha marrom a partir do ano de 1986, quando registra-se um aumento do número de acidentes loxoscélicos em Curitiba por parte das autoridades da saúde. Os métodos utilizados para a execução deste trabalho foram basicamente a consulta bibliográfica geral e regional e a aplicação de um questionário entre os meses de março a agosto de 2005, através do qual procurou-se apurar o nível de conhecimento dos aspectos relativos à aranha junto à população em geral, principalmente estudantes, para investigação do nível de instrução com que o assunto vem sendo trabalhado. Os resultados foram surpreendentes quanto à forma superficial como o assunto é tratado ao nível escolar, e ao desconhecimento geral dos referidos aspectos ligados à aranha marrom, fato que, se revertido, poderia diminuir os alarmantes e crescentes números apresentados atualmente.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectGeografia urbanapt_BR
dc.subjectFauna urbanapt_BR
dc.subjectLoxosceles - Curitiba (PR)pt_BR
dc.titleFatores antrópico-ambientais determinantes para o aumento de acidentes loxoscélicos no município de Curitiba - Paranápt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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