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dc.contributor.advisorSoccol, Vanete Thomazpt_BR
dc.contributor.authorPedrassani, Danielapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Veterináriaspt_BR
dc.date.accessioned2013-09-27T18:45:24Z
dc.date.available2013-09-27T18:45:24Z
dc.date.issued2013-09-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/32211
dc.description.abstractResumo: A toxoplasmose é uma zoonose de distribuição mundial, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii (NICOLLE&MANCEAUX, 1909) que afeta muitas espécies de animais domésticos, inclusive os cães. Nesta espécie, a sorologia tem sido o método de escolha para o diagnóstico clínico e epidemiológico. Por este motivo, foi padronizado um método de Enzimaimunoensaio indireto (ELISA) para a detecção de anticorpos IgG anti-T. gondii em cães e comparado seus resultados com o método de Imunofluorescência Indireta (IFI). A padronização do ELISA indireto foi obtida com concentração de 450 ng de antígeno por pocinho, soro e conjugado diluídos 400 e 1000 vezes respectivamente e ponto de corte de 0,115 nm. Para a padronização foram analisadas 389 amostras de soros de cães. O ELISA padronizado apresentou, na pesquisa de IgG em comparação com a IFI, 96,85% de copositividade, 90,43% de conegatividade e um índice de classificação correta de 93% e índice de classificação incorreta de 6,94%. O Valor Preditivo Positivo do teste foi de 87,5% e o Valor Preditivo Negativo foi de 97,65%. A correlação (r) entre os métodos foi de 0,86 e o indicador Kappa (K) foi de 0,87. Dos soros, usados na padronização, 158 foram analisados pelo método de IFI com antígeno de Leishmania spp. não foram observadas reações cruzadas com este protozoário. Após a padronização, foi determinada a soroprevalência de anticorpos IgG anti-T. gondii em duas populações de cães, uma de 158 cães de Canoinhas, SC e outra de 513 cães de Curitiba, PR. Nas amostras de soro de cães de Canoinhas, SC, 49,36% foram reagentes pelo método de IFI e 50% pelo método de ELISA. Os títulos da reação de IFI foram considerados positivos em diluição igual ou superior a 1/40. Os títulos de 1/40 e 1/80 dos soros foram os mais freqüentes e a maior diluição na qual foi obtido resultado positivo foi a de 1/1280. A soropositividade aumentou com a idade dos animais, sendo maior naqueles cães acima de um ano de idade (%2= 9,55*, p= 0,023). Não foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre as proporções de reagentes, quando considerados o sexo e a raça dos animais. Nas amostras de soros dos cães de Curitiba, PR, a presença de anticorpos anti - T. gondii foi detectada em 46,8% destas através do método de ELISA padronizado neste trabalho. Pela análise dos resultados do ELISA, a soropositividade foi maior nos animais adultos (x2= 5,51*, p= 0,023). Com relação ao sexo não foram observadas diferenças significativas na ocorrência de soropositivos. Os resultados demonstraram que os dois métodos são equivalentes. Pode-se concluir que o ELISA - IgG padronizado deve ser indicado para processos de triagem sorológica e em estudos soroepidemiológicos, sendo a IFI indicada principalmente como método de diagnóstico individual em cães que manifestem sinais clínicos sugestivos de toxoplasmose.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectToxoplasmose em caopt_BR
dc.subjectCão - Doençaspt_BR
dc.subjectTeste imunoenzimaticopt_BR
dc.subjectToxoplasma gondiipt_BR
dc.subjectImunoglobulina Gpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titlePrevalência de títulos de anticorpos imunoglobulinas G anti-Toxoplasma gondii NICOLE & MANCEAUX, 1909 em cãespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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