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dc.contributor.authorDantas, Luís Thiago Freire, 1982-pt_BR
dc.contributor.otherValentim, Marco Antonio, 1978-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2019-10-24T15:39:38Z
dc.date.available2019-10-24T15:39:38Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/31878
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Marco Antônio Valentimpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba,12/06/2013pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 90-93pt_BR
dc.description.abstractResumo: O objetivo desta pesquisa é analisar o niilismo no pensamento de Heidegger enquanto histórico-ontológico, isto é, enquanto fenômeno histórico que nos leva a questionar o fundamento dos entes. Esta análise necessitou de um esboço no caminho inicial em Ser e Tempo, obra que apresentou o caráter nulo de fundamento do ente que nós somos: o Dasein. Frente a esse primeiro momento, o espaço de negatividade culminou no elemento primordial para determinar aquilo que é. Entretanto, esse negativo não se limitava ao comportamento fático do Dasein com o mundo, mas se inseria na própria história do Ocidente através da metafísica que, por sua vez, interpretava o ser sempre o colocando como fundamento dos entes, esquecendo-se da diferença entre ambos. Esse esquecimento culminou, de acordo com Heidegger, no abandono do ser, na medida em que ele foi interpretado como valor, e essa interpretação esteve em sintonia com as doutrinas nietzschianas: vontade de poder, e eterno retorno. A partir da confrontação com a filosofia de Nietzsche, é que Heidegger forneceu a característica de niilismo como histórico-ontológico. Tratava-se de um fenômeno que se encontra dentro da história determinada pelo ser e, assim, a superação do niilismo não pode ser restrita a uma reavaliação dos valores, mas antes, que nos orientemos acerca da sua essência.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The purpose of this research is to analyze the nihilism in Heidegger's thinking as historical-ontological, that is, as a historical phenomenon and which lead us questioning the foundation of beings. This analysis required an outline on the path initial in Being and Time, a work which showed the character of the ground null of being who we are: Dasein. In this first moment, the space of negativity culminated in the primary element to determine what it is. However, this negative behavior was not limited to the factual Dasein with the world, but was inserted in the history of Western metaphysics through which, in turn, interpreted Being always putting the foundation of beings, forgetting the difference between both. This forgetfulness culminated, according to Heidegger, the abandonment of Being, insofar as it was interpreted as a value and this interpretation was in tune with doctrines Nietzschean: will to power and eternal return. As from the confrontation with the philosophy of Nietzsche, Heidegger is provided as a feature of historical and ontological nihilism. Because it was a phenomenon that lies within the story are determined by and thus overcoming nihilism cannot be restricted to a reassessment of values, but before, that orient about its essence.pt_BR
dc.format.extent93f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectHeidegger, Martin, 1889-1976pt_BR
dc.subjectNietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900pt_BR
dc.subjectDissertações - Filosofiapt_BR
dc.subjectNiilismopt_BR
dc.subjectOntologiapt_BR
dc.subjectFilosofia alemãpt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.titleO niilismo histórico-ontológico em Heideggerpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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