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dc.contributor.authorNiszczak, Christiane Natal Souzapt_BR
dc.contributor.otherCat, Izraelpt_BR
dc.contributor.otherKoliski, Adrianapt_BR
dc.contributor.otherGiraldi, Dinarte Jose, 1933-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Saúde da Criança e do Adolescentept_BR
dc.date.accessioned2013-07-08T20:34:21Z
dc.date.available2013-07-08T20:34:21Z
dc.date.issued2013-07-08
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/30416
dc.description.abstractResumo: Introdução: As Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) são destinadas a prestar uma assistência completa, concentrando recursos físicos, materiais e humanos, para atender crianças criticamente doentes. É rotineira a utilização do recurso da ventilação mecânica, porém, esta terapêutica invasiva não está isenta de riscos, devendo a equipe multidisciplinar de intensivistas, ter domínio e conhecer o perfil dos pacientes que necessitem deste recurso, propondo um cuidado baseado em evidências e sistematizado na prática. Objetivos: Descrever o perfil epidemiológico dos pacientes pediátricos submetidos à ventilação pulmonar mecânica invasiva (VPMI). Métodos: Estudo observacional, analítico, coorte, prospectivo realizado em crianças com idade entre 28 dias a 14 anos incompletos, internadas na UTIP do Hospital de Clínicas da UFPR, submetidas à VPMI, no período de setembro/2011 a junho/2012. Setenta e cinco pacientes foram incluídos no estudo. Resultados: Dos pacientes admitidos na UTIP, 35,1% receberam VPMI e a maioria foi ventilada por mais de 12 horas, destes, 64,9% eram clínicos e 35,1% cirúrgicos. O principal sistema acometido na internação foi o respiratório, seguido do neurológico e de sepse/choque séptico. Houve ampla variação em relação ao tempo em VPMI e de permanência na UTIP, mas sem associação significativa com a evolução do paciente (p = 0,64). A insuficiência respiratória, seguido de alteração do nível de consciência ou doença neuromuscular, foram as principais indicações para a instituição da ventilação no grupo clínico, e para os cirúrgicos, após realização de cirurgia abdominal. Em relação à avaliação e ao suporte nutricional, foi observado que a maioria era eutrófica e em 51,4% a alimentação foi iniciada nas primeiras 24 horas da ventilação. Em relação às características da VPMI, cerca de 79,0% dos pacientes que a receberam, foi por situação de emergência. Houve associação significativa entre o profissional que realizou a intubação traqueal e o número de tentativas desta (p = 0,01). O modo ventilatório mais utilizado foi o Assisto-Controlado com Pressão Controlada. A higiene oral foi realizada em 77,3% e em 23,3% a cabeceira do leito não estava em 35-40o. O sistema de aspiração fechado mostrou-se seguro para uso em pediatria. Pelo menos uma droga para sedoanalgesia foi empregada na maioria dos pacientes. Foi encontrada uma frequência de pneumonia associada à ventilação mecânica de 4,0% e a cultura bacteriana da secreção traqueal, coletada imediata até 72 horas, já mostrava resultados positivos para bactérias patogênicas e resistentes a antibióticos. A extubação acidental ocorreu em 9,5% com diversos fatores relacionados. Conclusão: O conhecimento sobre o perfil do paciente submetido à VPMI contribui para melhorar a assistência ventilatória, caracterizando a prática diária desta na UTIP, além de permitir estruturar o cuidado prestado ao paciente crítico e proporcionar o trabalho em equipe multidisciplinar.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectPerfil Epidemiológicopt_BR
dc.subjectRespiração artificialpt_BR
dc.subjectUnidades de terapia intensiva pediatricapt_BR
dc.titlePerfil epidemiológico dos pacientes de terapia intensiva pediátrica submetidos à ventilação mecânica e proposta de atendimento multiprofissionalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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