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dc.contributor.advisorCunha, Claudio Leinig Pereira dapt_BR
dc.contributor.authorLemke, Walmorpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias da Saúdept_BR
dc.date.accessioned2013-01-30T16:50:38Z
dc.date.available2013-01-30T16:50:38Z
dc.date.issued2013-01-30
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29392
dc.description.abstractResumo: A ecocardiografia transesofágica (ETE) ainda não faz parte da investigação rotineira no acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) ou em outros eventos embólicos. A ETE com a utilização de contraste (ETEC) é valiosa na pesquisa de fluxo através do septo atrial. Com o objetivo de avaliar o papel da ETE na detecção de possível fonte embolígena cardíaca, e a contribuição diagnostica adicional do emprego de contraste nesta técnica, foram avaliados consecutivamente 40 pacientes com AVC, ou outros eventos embólicos onde se suspeitava de fonte embolígena cardíaca. A população em estudo era composta de 36 pacientes com AVC, 3 com embolia arterial periférica e 1 com embolia retiniana. Utilizou-se como material contrastante, 10 ml de solução salina agitada, administrada por via venosa sob pressão. Não houve qualquer tipo de complicação durante o procedimento. Entre os 40 pacientes estudados, 72,5% eram do sexo masculino, com idade média de 54,6 ± 17,5 anos. Com a finalidade de análise dos resultados, os achados foram considerados como "prováveis" ou "possíveis" fontes embolígenas e, se tinham, respectivamente, maior ou menor probabilidade de se relacionarem com o evento embólico. Os achados prováveis foram: 6 (12,5%) com placas de ateroma na aorta torácica, 3 (7,5%) com contraste espontâneo no átrio esquerdo (CEE), 3 (7,5%) com trombos no átrio esquerdo, 1 (2,5%) com imagem móvel junto a prótese valvar, 1 (2,5%) com mixoma atrial esquerdo. Entre os achados de possíveis fontes embolígenas verificamos: 3 (7,5%) com prolapso da valva mitral (PVM), 2 (5%) com disfunção ventricular esquerda, 2 (5%) com calcificação do anel valvar mitral, e 4 (10%) com prótese valvar sem disfunção, 1 (2,5%) com duplo orifício no folheto anterior da valva mitral, 1 (2,5%) com aneurisma apical no ventrículo esquerdo. Forame oval patente (FOP) foi observado em 5 (12,5%) pacientes pelo ETE e em 10 (25%) com o ETEC. Para verificar as diferenças entre os resultados dos três exames transtorácico (ETT), ETE e ETEC, foi utilizado o teste não paramétrico Q de Cochran; em seguida, para análise das diferenças significativas, adotou-se o teste de MacNemar para comparação dos exames de forma pareada. Concluiu-se que o ETE e o ETEC são superiores ao ETT na pesquisa de fonte emboligênica cardíaca (p=0,0002 e p=0,00001, respectivamente) e que o ETEC acrescenta informação diagnostica significativa, detectando maior número de FOP (p=0,031).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEcocardiografiapt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleEcocardiografia transesofágica na pesquisa de fonte embolígena cardíacapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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