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dc.contributor.advisorPrevedello, Beatriz Monte Serrat, 1954-pt_BR
dc.contributor.authorChueiri, Wagner Antoniopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencia do Solopt_BR
dc.contributor.otherLucchesi, Luiz Antonio Correa, 1959-pt_BR
dc.contributor.otherFavaretto, Nerilde, 1969-pt_BR
dc.contributor.otherBiele, Jonathanpt_BR
dc.date.accessioned2012-09-18T19:32:05Z
dc.date.available2012-09-18T19:32:05Z
dc.date.issued2012-09-18
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/28050
dc.description.abstractCom o objetivo de avaliar o lodo de esgoto alcalino (pH 11,6) como complemento da adubação mineral, instalou-se experimento em vaso, utilizando-se a camada de 0 a 20 cm de um Latossolo Vermelho distrófico, de textura média e pH 6,2 (CaCl2 0,01 M). A cultura em estudo foi o trigo. O delineamento experimental foi o fatorial 4 x 4, no qual combinou-se 0, 25, 50, 75 e 100% da adubação mineral recomendada oficialmente para a cultura, com doses de 0; 2,5; 5,0; 7,5 e 10,0 Mg ha-1 do lodo de esgoto alcalinizado em base seca. O lodo foi homogeneizado com o solo de cada vaso 20 dias antes da semeadura do trigo. O fertilizante foi aplicado no dia da semeadura. Foram mantidas 3 plantas por vaso, que receberam avaliações morfológicas, e após o corte das mesmas determinou-se a produção de matéria seca e teores de nutrientes no tecido da planta inteira. Avaliaram-se os efeitos do lodo no solo aos 20 e aos 100 dias da sua aplicação. Os dados submetidos à análise de regressão mostraram que depois de 20 dias da aplicação do lodo houve elevação do pH do solo, que ultrapassou a neutralidade nas doses de 7,5 e 10,0 Mg ha-1. Elevou-se também a saturação por bases (V%), CTC e teores de P, K, Ca, Cu e Zn, enquanto o Mn e H+Al tiveram seus teores reduzidos. O Mg, C e Fe não sofreram alterações em seus teores. Na avaliação aos 100 dias, utilizou-se somente as médias dos tratamentos com lodo, sem fertilizante, e comparou-se com a avaliação dos 20 dias. Verificou-se que o efeito residual do lodo foi pequeno, para a maioria dos parâmetros avaliados. Na avaliação morfológica das plantas de trigo, o lodo reduziu a estatura, o diâmetro do colmo e a área foliar. A matéria seca foi igualmente reduzida pela aplicação do lodo. Ao contrário, o fertilizante teve efeito positivo sobre todas as características morfológicas, atuando como restaurador dos efeitos danosos do lodo. A avaliação dos teores de nutrientes no tecido das plantas de trigo mostrou que a aplicação do fertilizante proporcionou redução nos teores de K, N e Cu. Com a aplicação do lodo de esgoto ao contrário, as plantas de trigo tiveram seus teores de K, N, Cu, Mn, Mg e Zn aumentados. O tecido vegetal não sofreu qualquer alteração em seus teores de P, Ca e Fe. Estes resultados mostram que alguns elementos sofreram efeito de diluição (efeito do fertilizante) ou concentração (efeito do lodo), enquanto outros não foram afetados pela alteração na produção de matéria seca proporcionada pelos tratamentos. O Mn foi o único elemento que teve seu teor reduzido no tecido vegetal, à medida que a dose de lodo aumentou. Também foi o único elemento que apresentou teor foliar inferior ao adequado para o trigopt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectLodo de esgotopt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectBiossolidospt_BR
dc.titleLodo de esgoto alcalino e fertilizantept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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