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dc.contributor.authorSchuck, Mariane Ruzzapt_BR
dc.contributor.otherBiasi, Luiz Antoniopt_BR
dc.contributor.otherWalker, Michael Andrewpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Agronomiapt_BR
dc.date.accessioned2012-05-25T18:47:02Z
dc.date.available2012-05-25T18:47:02Z
dc.date.issued2012-05-25
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/27395
dc.description.abstractResumo: A geração de novos porta-enxertos que combinem a resistência a pragas e doenças de Vitis rotundifolia com o fácil enraizamento de Euvitis spp. tem sido um objetivo de longa data no melhoramento de porta-enxertos de videira. Além disso, o conhecimento da diversidade genética de uma espécie fornece subsídios para o melhoramento genético da mesma. Neste sentido, o presente estudo teve por objetivos analisar o potencial de obtenção de híbridos em cruzamentos controlados envolvendo cultivares de Vitis rotundifolia e Vitis labrusca visando a geração de novos porta-enxertos, confirmar a ocorrência da fecundação cruzada em híbridos interespecíficos e avaliar a diversidade genética entre as cultivares de Vitis labrusca e Vitis rotundifolia. Marcadores microssatélites foram utilizados para confirmar as hibridizações interespecíficas e a identidade dos parentais, bem como avaliar a diversidade genética. Nos cruzamentos em que V. rotundifolia foi utilizada como genitor feminino, nenhum híbrido verdadeiro foi obtido. Nos cruzamentos recíprocos, 114 plântulas foram identificadas como verdadeiros híbridos de V. labrusca x V. rotundifolia. Foram confirmados os cruzamentos 'Bordo' x 'Carlos', 'Magnolia', 'Regale' e 'Roanoke', e 'Isabel' x 'Bountiful', 'Carlos', 'Magnolia', 'Regale' e 'Roanoke'. A cultivar ‘Magoon’ apresentou o mesmo perfil genético que ‘Regale’ deste estudo e da cultivar ‘Regale’ presente na base de dados de referência para identificação de videira, mantida pela Foundation Plant Service, Universidade da Califórnia, Davis, indicando um provável erro de plantio. Quanto aos parâmetros genéticos, foram encontradas diferenças significativas na composição alélica que refletiram tanto sobre a existência de diferentes conjuntos de alelos para V. rotundifolia e V. labrusca e na existência de alelos rivados em cada grupo. Foi encontrado um total de 54 alelos com uma média de 7,25 alelos por loco. A heterozigosidade observada variou de 37,14% (VVMD5) a 97,14% (VVMD27), sem diferenças significativas em relação aos valores esperados para todos os locos, exceto para VVMD5. Foram verificados valores de conteúdo de informação polimórfica (PIC) superiores a 0,25 em mais de 85% dos locos analisados, sendo que VVMD31 apresentou-se como o mais informativo. Por meio da análise de agrupamento UPGMA foi possível separar os acessos em grupos distintos, V. rotundifolia e V. labrusca. Dentro de cada grupo, as cultivares mais divergentes foram ‘Bountiful’ (V. rotundifolia) e ‘Goethe’ (V. labrusca), respectivamente. Estas mesmas cultivares também apresentaram o maior número de alelos privados, 4 e 7, respectivamente. Quando comparados os dois grupos, as cultivares mais divergentes foram ‘Bountiful’ e ‘Bordo’, com a maior distância de Nei (1972). Pôde-se concluir que o sucesso da hibridização depende principalmente da espécie e da cultivar utilizada como genitor feminino e que há variabilidade genética suficiente nas cultivares utilizada neste estudo para subsidiar programas de melhoramento genético. Os marcadores microssatélites são importantes ferramentas para confirmar a paternidade de híbridos interespecíficos F1, para determinar a correta identidade de cultivares de V. rotundifolia avaliar a diversidade genética.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleHibridação interespecífica entre Vitis Labrusca e Vitis Rotundifolia e análise da diversidade genética por meio de marcadores microssatélitespt_BR
dc.typeTesept_BR


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