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dc.contributor.advisorTomaselli, Ivanpt_BR
dc.contributor.authorPereira, Jose Carlos Duartept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-07-22T23:57:05Z
dc.date.available2013-07-22T23:57:05Z
dc.date.issued2013-07-22
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26751
dc.description.abstractA mancha marrom tem-se constituído em séria limitação para a secagem da madeira serrada de Pinus elliottii var. elliottii sob altas temperaturas. É produzida por alterações químicas que ocorrem com os extrativos solúveis em água, que são transportados pela água capilar e depositados próximo à superfície da madeira, na medida que a água se evapora. A única alternativa disponível para seu controle, no momento, é a utilização de baixas temperaturas até a madeira atingir cerca de 30% de umidade. A partir desse instante, até a umidade final desejada, podem-se usar altas temperaturas. O emprego dessa alternativa, no entanto, implica em tempo de secagem muito longo e em maior consumo de energia. Este trabalho foi desenvolvido com os propósitos de compreender melhor o processo de formação da mancha marrom, através do estudo do fluxo capilar, bem como de propor alternativas de controle que viabilizem o emprego de programas de secagem sob altas temperaturas. Após o estudo do fluxo da água capilar, desenvolvido através da técnica de atenuação de raios gama, foram pesquisados alguns tratamentos químicos citados em literatura para outras espécies. O mecanismo de ação do tratamento químico no controle da mancha marrom foi estudado através da técnica de Raio X. O estudo do fluxo de água capilar revelou que a secagem inicia-se pelo lenho inicial e evolui da superfície para o interior das peças e, posteriormente, para o lenho tardio. A presença de água capilar na superfície da madeira, mesmo em estágios mais avançados do processo de secagem, explica porque as altas temperaturas só podem ser utilizadas abaixo de 30% de umidade. A imersão da madeira recém-serrada em solução aquosa de fluoreto de sódio a 1%, durante 15 segundos, mostrou-se eficiente no controle da mancha marrom; as soluções de carbonato e de borato de sódio não o foram. Enquanto a literatura atribui ao fluoreto o bloqueio da reação enzimática que desencadeia o processo de formação da mancha marrom, os resultados aqui obtidos sugerem que o mecanismo de controle é de natureza diversa, física ao invés de química: o tratamento não impede a formação das manchas, apenas determina um ligeiro recuo da linha úmida para o interior da madeira logo ao inicio da secagem, o que faz com que as mesmas se formem mais internamente. A luz dessas informações, outras alternativas foram estudadas. A imersão das amostras em soluções de cloreto de sódio e de cálcio também reduziram a ocorrência de manchas. No entanto, a alternativa mais atraente foi a secagem superficial da madeira por compressão mecânica, com resultados altamente satisfatórios e promissores. Estudos complementares e equipamento apropriado são necessários para que esta nova tecnologia possa ser transferida a nível industrial.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectMadeira - Secagempt_BR
dc.subjectMadeira - Defeitospt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleFormação e controle da mancha marrom em madeira serrada de Pinus elliottii Engelm Var. elliottipt_BR
dc.typeTesept_BR


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