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dc.contributor.advisorFontana, José Domingos, 1944-pt_BR
dc.contributor.authorGrzybowski, Adéliapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Farmaceuticaspt_BR
dc.contributor.otherPassos, Mauríciopt_BR
dc.date.accessioned2012-04-10T12:22:40Z
dc.date.available2012-04-10T12:22:40Z
dc.date.issued2012-04-10
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26702
dc.description.abstractResumo: Uma alternativa para o controle do mosquito vetor da dengue e febre amarela, Aedes aegypti, foi explorada atraves de letalidade na fase larval provocada pela acao isolada ou combinada de fitolarvicidas e, neste segundo caso, de forma sinergistica. Para tal proposito, nove plantas da flora brasileira foram inicialmente avaliadas utilizando o bioensaio de citotoxicidade contra o microcrustaceo Artemia salina. Foram selecionadas as duas plantas mais promissoras: sementes de Annona muricata (graviola) e frutos de Piper nigrum (pimenta-do-reino), tirando partido das respectivas substancias quimicas de maior bioatividade, acetogeninas e piperamidas. Pelo criterio de economicidade, etanol foi eleito como solvente para a preparacao dos extratos brutos e visando o enriquecimento das substancias larvicidas, a cromatografia em coluna foi empregada. Tanto os extratos brutos quanto suas fracoes e subfracoes mais ativas foram sistematicamente ensaiados contra larvas de 3 o instar de A. aegypti utilizando o rocedimento padrao da OMS . Organizacao Mundial de Saude e progressivamente confirmando, na comparacao com annonacina semi-purificada e padrao de piperina, aliada a analises spectrofotometricas e cromatograficas, a direta correlacao da bioatividade fitolarvicida com o enriquecimento, respectivo, de acetogeninas no caso de graviola e de pelo menos de uma piperamida no caso da pimenta-do-reino. As CL50 em ƒÊg/mL para larvas de A. aegypti apos 24 h de exposicao evoluiram, no caso de A. muricata, de 93,48 no extrato bruto para 3,58 na fracao etanolica e para 1,73 na subfracao acetato de etila:metanol 95:5. Comparativamente, as CL50 foram de 1,84 para o extrato bruto de P. nigrum, 2,13 para a fracao acetato de etila e 1,27 para a subfracao cloroformio:etanol 90:10. Ja que os bioensaios preliminares com A. salina analisados atraves das metodologias do teste de independencia e isobolograma/concentracao total acusaram potencializacao do efeito fitolarvicida quando da combinacao de extratos etanolicos brutos de A. muricata e P. nigrum, esta estrategia foi tambem explorada em larvas de A. aegypti. Um achado diferencial inicial foi que enquanto P. nigrum atua mais fortemente na potencializacao contra A. salina, em larvas de A. aegypti deu-se o contrario, ou seja, o sinergismo das duas principais especies quimicas . acetogeninas e piperamidas . e dominado por A. muricata, ou seja, pelas acetogeninas. O sinergismo observado deve ser atribuido aos distintos mecanismos bioquimicos de acao das respectivas drogas: as acetogeninas bloqueando a respiracao mitocondrial e a consequente biossintese de ATP e as piperamidas, causando disturbios neurologicos. Um resultado paralelo foi a notavel alteracao morfologica exibida pelas larvas. O extrato bruto de P. nigrum, mas nao suas fracoes, decretou um encurtamento do abdomen e, portanto no tamanho total da larva. No caso do extr to bruto de A. muricata, que se repete nas fracoes, observa-se um efeito contrario, ou seja, alongamento do abdomen, bem como na parte anterior ao torax, resultando em um efeito total de alongamento. Quando se bioensaiou combinacoes de A. muricata e P. nigrum, independentemente das proporcoes, os efeitos morfologicos da primeira se sobrepuseram.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectAedes aegyptipt_BR
dc.subjectDenguept_BR
dc.subjectFebre amarelapt_BR
dc.titleFitolarvicidas para o controle do vetor da dengue e febre amarela, Aedes aegyptipt_BR
dc.typeTesept_BR


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