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dc.contributor.advisorLima, Maria Lúcia Rosa Zaksevskas da Costa, 1943-pt_BR
dc.contributor.authorCaballero Almada, Juana Beatrizpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Agronomiapt_BR
dc.date.accessioned2012-01-17T10:30:27Z
dc.date.available2012-01-17T10:30:27Z
dc.date.issued2012-01-17
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26534
dc.description.abstractNo presente trabalho foram avaliados diferentes métodos de inoculação de Pseudoperonospora cubensis (Berk. e Curt.), agente causal do míldio em pepino (Cucumis sativus L.), e o efeito da aplicação de produtos químicos bem como de produtos alternativos no controle do patógeno. Os experimentos foram realizados no período de março a novembro de 1997, no Laboratório de Fitopatologia e em Casa de Vegetação do Setor de Ciências Agrárias da UFPR, Curitiba. Nos 3 experimentos com delineamento inteiramente casualizado foi utilizada uma concentração de inóculo de 5 x 10 4 esporângios. mL -1, provenientes de um isolado obtido da cultivar Aodai Melhorado. No primeiro experimento utilizou-se o arranjo fatorial 2 x 5 (duas épocas de avaliação, no 5° e 14° dias e cinco métodos de inoculação). Foram utilizadas as três primeiras folhas de plantas em vasos e também folhas destacadas das cultivares Aodai Melhorado e Nanshin com 45 dias de idade. Os métodos de inoculação testados foram: discos de folha de pepino, discos de papel de filtro, pipeta; pulverização e seringa. As avaliações foram realizadas considerando-se a percentagem de área foliar lesionada. Todos os métodos de inoculação foram eficientes na expressão de sintomas, sendo superior o da pipeta, seguido pelo da pulverização em condições de laboratório. No segundo experimento foram utilizados 12 tratamentos e 10 repetições, sendo testados fungicidas protetores e curativos, aplicados 24h antes (AI) e 24h depois das inoculações (DI) em plantas em vaso e em folhas destacadas da cv. Aodai Melhorado. Três avaliações, no 5°, 10° e 15° dias foram realizadas DI considerando a percentagem de área foliar lesionada e calculada a área sob a curva de progresso do míldio (ASCM), utilizando-se o teste de Tukey (P>=0,01) para comparação das médias. Os produtos foram significativamente diferentes da testemunha (água) quando aplicados AI e DI em casa de vegetação, sendo os mais eficientes fosetyl-AI e dimethomorph e fosetyl-AI, respectivamente. Em folhas destacadas os melhores produtos AI foram fosetyl-AI, oxicloreto de cobre + mancozeb, metalaxyl + chlorotalonil, dimethomorph, cymoxanil + sais de cobre e metalaxyl + mancozeb. Quando aplicados DI os mais eficientes foram dimethomorph e metalaxyl+mancozeb. No terceiro experimento sobre controle alternativo, com sete tratamentos e 10 repetições, foram testados extratos vegetais de cinco espécies e leite cru aplicados antes da inoculação em plantas em vaso e folhas destacadas da cv. Aodai Melhorado. Para as avaliações, em casa de vegetação procedeu-se da mesma forma que para os produtos químicos. Em folhas destacadas, foram realizadas duas avaliações (5° e 10° dias), considerando-se a percentagem de área foliar com sintomas da doença. Em ambas as condições o extrato de alho (10 e 20%) foi o mais eficiente comparado com a testemunha (água). Houve uma redução em quase 50% da ASCM quando comparada com a testemunhapt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPepino - Doenças e pragaspt_BR
dc.subjectFungos na agriculturapt_BR
dc.subjectFitopatologiapt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAvaliação de métodos de inoculação, controle químico e alternativo de Pseudoperonospora cubensis (Berk. e Curt.), agente causal do mildio do pepino (Cucumis sativus L.)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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