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dc.contributor.advisorSanquetta, Carlos Roberto, 1964-pt_BR
dc.contributor.authorGomes, Fernando dos Santospt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-28T18:32:53Z
dc.date.available2013-06-28T18:32:53Z
dc.date.issued2013-06-28
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25430
dc.description.abstractForam simulados regimes de manejo sem desbaste e regimes com um desbaste, com o principal objetivo de produzir madeira para a indústria de papel e celulose. Duas situações foram avaliadas com relação ao aproveitamento da madeira: (a) produção exclusiva de madeira para celulose; e, (b) produção de madeira para celulose e laminação. Para tanto, foi utilizado um simulador de crescimento e produção denominado PISAPRO, implementado a partir de dados de parcelas permanentes de toda a área da Empresa PISA Florestal S.A.. Os cenários de produção simulados em regimes sem desbaste foram: (a) densidades de plantio: 3333, 2500, 2000, 1667, 1333 e 1111 plantas por hectare; e, (b) idades de rotação: 9 a 20 anos. Em regimes com um desbaste, foram simulados os seguintes cenários: (a) densidades de plantio: 3333, 2500, 2000, 1667, 1333 e 1111 plantas por hectare; (b) idades do desbaste: 6, 9 e 12 anos; (c) densidades após o desbaste: 400, 700 e 1000 árvores por hectare; e, (d) idades de rotação: 15, 18 e 21 anos. Cada regime foi simulado em cinco classes de sítio. Os cenários de análise econômica, simulados com o uso do Software INVEST, foram: (a) custo da terra: incluído e excluído; (b) taxas de desconto: 6%, 8% e 10%; (c) custos de colheita: em terreno normal e em terreno acidentado; (d) distâncias de transporte da madeira para celulose: 15 km, 50 km e 85 km; (e) distâncias de transporte da madeira para laminação: 15 km, 50 1cm e 85 km; e, (f) preços da madeira para laminação: decréscimo de 20%, preços sem alteração e acréscimo de 20%. O melhor regime de manejo foi selecionado por classe de sítio e para cada cenário de análise econômica. Em regimes sem desbaste, na produção exclusiva de madeira para celulose, a densidade de plantio que maximizou o Valor Esperado da Terra foi de 1111 plantas por hectare (maior espaçamento) nos sítios menos produtivos. Na produção de madeira para celulose e laminação, também foi selecionada a menor densidade. A idade de rotação aumentou em relação à verificada na produção exclusiva de madeira para celulose. Em regimes com desbaste, na produção exclusiva de madeira para celulose, foi selecionada a densidade de plantio de 3333 plantas por hectare (menor espaçamento). Na produção de madeira para celulose e laminação, a densidade inicial diminuiu, o desbaste foi antecipado, a densidade após o desbaste foi reduzida e a rotação foi prolongada. A classe de produtividade e os parâmetros de custos e preços adotados provocaram influência significativa sobre o regime de manejo que produz o máximo Valor Esperado da Terra (VET). O uso do critério Valor Presente Geral (VPG), pela inclusão do custo da terra na análise econômica, não alterou o melhor regime. O aumento da taxa de desconto gerou maior VET quando provocou maior redução no Valor Presente dos Custos do que no Valor Presente das Receitas. Nos cenários com rentabilidade relativamente baixa, os efeitos de alterações em outros parâmetros de custos e preços foram mais significativos sobre o VET em relação ao efeito da mudança na taxa de desconto. A distância de transporte da madeira para celulose exerceu efeito maior sobre a rentabilidade, em relação à distância de transporte da madeira para laminação. A utilização de um custo da terra diferenciado em função do sítio permitiu identificar que é preferível a aquisição de terras mais produtivas a um preço maior, do que a aquisição de terras com qualidade de sítio inferior a um preço reduzido. Em várias situações, a compra de terras mais produtivas localizadas a uma maior distância da fábrica mostrou-se preferível em relação à aquisição de terras com qualidade de sítio inferior localizadas nas proximidades. Em regimes sem desbaste, na produção exclusiva de madeira para celulose, alterações no espaçamento geraram efeito pouco acentuado sobre a rentabilidade. Este efeito se acentuou na produção de madeira para celulose e laminação, O aumento da densidade de plantio, em regimes sem desbaste, provocou a antecipação da rotação de máximo Incremento Médio Anual (IMA) em volume total e, por outro lado, o prolongamento da rotação econômica.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFlorestas - Planejamentopt_BR
dc.subjectPinus taeda - Aspectos economicospt_BR
dc.subjectEconomia florestalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleA seleção de regimes de manejo mais rentaveis em Pinus taeda L. na produção de madeira para papel e celulosept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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