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dc.contributor.advisorSoares, Ronaldo Viana, 1943-pt_BR
dc.contributor.authorGrodzki, Leocadiopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-28T18:32:05Z
dc.date.available2013-05-28T18:32:05Z
dc.date.issued2013-05-28
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25403
dc.description.abstractResumo: O objetivo deste trabalho foi analisar algumas alterações ambientais, após o processo de queima, em um talhão do sistema agroflorestal tradicional de cultivo de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.), na Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. O estudo constituiu-se de: i) avaliação micrometeorológica de uma área florestada com bracatinga de aproximadamente 3 anos e uma área adjacente após a exploração da bracatinga, com idade de 7 anos; ii) quantificação dos resíduos vegetais na área explorada; iii) avaliação do comportamento do fogo; iv) análise dos macronutrientes antes e depois da queima dos resíduos vegetais; v) identificação das espécies herbáceas, arbustivas e arbóreas regeneradas após o fogo e vi) regeneração da bracatinga após a queima. Os resultados indicaram uma quantidade média de material combustível ao redor de 24,87 t.ha-1, sendo 4,2% de material verde; 39,9% de serapilheira; 12,3% de material lenhoso até 0,7 cm de diâmetro; 29,4% entre 0,71 e 2,5 cm; 14,1% entre 2,6 e 7,6 cm e 0,5% acima de 7,6 cm de diâmetro. Após a queima a quantidade de material combustível residual ficou em 8,5 t.ha1, sendo a maior fração correspondente à serapilheira (3 6,9%). Em média foram queimados 66,20% do material combustível. A intensidade média do fogo foi de 384,0 Kcal.m'.s' e o calor liberado por unidade área atingiu 9367,9 Kcal.m2.s1. O tempo de residência médio do fogo foi de 12 segundos. A temperatura do ar a 1 cm do solo atingiu, durante a queima, um valor máximo de 600°C. Para alturas maiores (60 e 160 cm), os valores máximos foram de 287 e 94°C, respectivamente. As medidas de temperatura do solo mostraram que a 2,5 cm de profundidade houve elevação de 23 para 24°C, indicando que a queima não afetou a atividade biológica pela ação da temperatura. As medidas de amplitude térmica entre as áreas descoberta e com bracatinga mostraram uma diferença aproximada de 2°C, com maiores valores para a área aberta. Os fluxos de energia medidos na área aberta mostraram que, num dia ensolarado, 80,9% da energia recebida foi transformada em fluxo de calor latente (energia gasta para a evaporação), 11,6% foram usados para o fluxo de calor sensível (energia gasta para o aquecimento do ar) e 7,4% foram para o fluxo de calor no solo (aquecimento do solo). A razão de Bowen média para este dia ficou em 0,48. As análises de nutrientes do solo após a queima evidenciaram um acréscimo no pH, P, Mg, Ca, K e um conseqüente decréscimo do Al, situação que tendeu voltar ao normal 3,5 meses após a queima. Das 32 espécies vegetais que se instalaram após a queima dos resíduos, 14 eram herbáceas e 18 arbustivas e/ou arbóreas. As de maior freqüência foram Panicum sabulorum, Cyperus hermaphroditus e Imperata brasiliensis. Dentre as arbóreas e/ou arbustivas, além da Mimosa scabrella, foram observadas Solanum megalochiton, Palicourea sp e Psycotria sp. A análise da regeneração da bracatinga mostrou que a maior emergência das plântulas ocorreu 15 dias após a queima, caindo significativamente aos 30 dias e reduzindo-se a praticamente zero aos 115 dias.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectBracatinga - Paranápt_BR
dc.subjectQueimada ordenada - Paranápt_BR
dc.subjectManejo florestal - Paranápt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectMicroclimatologia florestalpt_BR
dc.titleEfeitos do fogo sobre variáveis micrometeorológicas em uma floresta de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) manejada sob o sistema agroflorestal, em Colombo, PRpt_BR
dc.typeTesept_BR


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