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dc.contributor.advisorReissmann, Carlos Brunopt_BR
dc.contributor.authorTrevisan, Emiliopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.contributor.otherWisniewski, Celina, 1953-pt_BR
dc.date.accessioned2013-06-26T18:39:55Z
dc.date.available2013-06-26T18:39:55Z
dc.date.issued2013-06-26
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25246
dc.description.abstractOs horizontes orgânicos sob povoamentos de Plnua taeda com 17 anos de idade, no município de Ponta Grossa - PR, localizados em sítios de baixa, média e alta produtividade foram estudados, sendo caracterizados morfológica e quimicamente e classificados com base em padrões internacionais. Segundo o grau de decomposição foram distintos com mais freqüência seis suborizontes: Lnl, material recém-caído, apresentando tamanho original e elasticidade com fragmentação pequena ou nula; Ln2, material semelhante a Lnl, com acículas mais fragmentadas, desbotamento e diminuição da elasticidade; Lv, acículas apresentando achatamento, perda total de elasticidade, rompendo-se ao esforço, apresentando forte presença de hifas; LvFr, acículas apresentando 50% do comprimento original, alguma substância fina e penetração de raízes e micorrizas, horizonte de transição; Fr, fragmentos de acículas na maioria com até 5cm, e grande presença de raízes finas e micorrizas, dando coerência ao material, substância fina de 10 a 30% do volume; Fm, fragmentos de acículas apresentando na maioria 1 a 2cm de comprimento, com grande presença de raízes finas e forte coerência, com substância fina misturada ao solo mineral; Esporadicamente foram distintos os suborizontes Lnv, material com pequena alteração do tamanho original, permeado por hifas fúngicas conferindo-lhe coerência e Lv2, com fragmentação como a de LvFr, porém sem presença de raízes. A qualidade de sítio interferiu na espessura do horizonte orgânico. A maior espessura média de horizonte orgânico encontrada foi no sítio de média produtividade com 12,8cm, seguido pelo de baixa com 9,2cm e pelo de alta, com 5,2cm. Divididos segundo seu comportamento dentro dos horizontes orgânicos, os nutrientes N e P, apresentaram enriquecimento de Lnl até LvFr ou Fr, com diminuição de teores até Fm; Ca, Mg e Mn apresentaram diminuição constante de teores de Lnl até Fm; Fe, apresentou enriquecimento de Lnl até Fm; K, Cu e Zn, não apresentaram tendência definida. Nos três sítios houve boa correlação entre Fe e Mn, Fe e espessura acumulada a partir do horizonte mineral, de Fe e Ca e de Ca e Mn; nos sítios de média e alta produtividade entre Mg e Mn e de Ca com a espessura e no de alta, entre Mg e espessura acumulada.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPinus taedapt_BR
dc.subjectSolos florestais - Ponta Grossa (PR)pt_BR
dc.subjectFertilizantes organicospt_BR
dc.subjectSerapilheirapt_BR
dc.subjectLiteira (Entulho)pt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectUniversidade Federal do Parana, Setor de Ciencias Agrarias. Curso de Pós-Graduação em Engenharia Florestal - Tesespt_BR
dc.titleClassificação e caracterização de horizontes organicos sob povoamentos de Pinus taeda L. na Região de Ponta Grossa PR - 1. aproximaçãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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