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dc.contributor.authorBatista, Hugo Ultramaript_BR
dc.contributor.otherFreire, Carolina Arruda de Oliveira, 1966-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Zoologiapt_BR
dc.date.accessioned2010-07-27T13:04:56Z
dc.date.available2010-07-27T13:04:56Z
dc.date.issued2010-07-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24142
dc.description.abstractResumo: A função da osmorregulação e o sistema de proteção antioxidante trabalham para a manutenção da homeostase interna dos crustáceos. A sua atuação conjunta e harmônica contribui para a obrevivência do animal. Portanto, a função da osmorregulação, aliada à ativação do sistema de proteção antioxidante, foi investigada em caranguejos do gênero Uca. O objetivo foi verificar a interação entre habitat, osmorregulação e estresse oxidativo nas espécies U. maracoani, U. thayeri e U. mordax. As hipóteses deste estudo avaliaram: 1. relações entre distribuição espacial e osmorregulação e 2. a influência da salinidade sobre o sistema de proteção antioxidante. As coletas foram realizadas na Baía de Guaratuba, Paraná, entre dezembro/2008 a julho/2009, em locais de salinidade distinta. Em laboratório, os caranguejos foram submetidos por 8 horas a salinidades que variavam de 0 a 40‰, e tinham a hemolinfa e as vísceras retiradas para dosagens osmo-iônicas e para ensaios do sistema antioxidante, respectivamente. A comparação dos valores de osmolalidade e sódio das três espécies revelou U. thayeri como a espécie com menor capacidade de regulação. Portanto, sua eurihalinidade pode ser explicada, provavelmente, por uma maior capacidade de regulação isosmótica intracelular, ou regulação de volume celular. Somente para o cloreto, U. thayeri mostrou uma maior capacidade regulatória. Uca mordax mostrou-se distinta das duas outras espécies. Magnésio e potássio foram regulados em todas as salinidades, pelas três espécies: magnésio sempre hiporregulado (exceção em 0‰) e potássio sempre hiper-regulado. Nestes chama-marés observou-se capacidade osmorregulatória, principalmente nas salinidades intermediárias empregadas, porém com algumas diferenças, associadas aos seus habitats. No sistema de proteção antioxidante, a enzima glutationa peroxidase (GPx), quando comparada com a glutationa redutase (GR) e o substrato GSH, apresentou-se bem sensível às mudanças de salinidade, demonstrando ser um biomarcador efetivo para este fator abiótico. A atividade da GPx em U. maracoani e U. thayeri foi menor nas salinidades extremas (0 e 40‰), nas quais estas espécies tenderam a osmoconformação ou regulação mais fraca da hemolinfa. Uma provável redução metabólica e de espécies reativas de oxigênio (EROs) pode explicar a baixa atividade da GPx nestas salinidades. Uca mordax apresentou atividade mínima da GPx em 10‰, sendo isto relacionado com o fato da espécie viver em regiões mais hiposalinas. Os níveis de hidroperóxidos lipídicos (LPO) se mantiveram estáveis ao longo das salinidades em U. maracoani e U. thayeri, mas mostraram orrelação com a salinidade em U. mordax. Portanto, evidências de relação entre a função da osmorregulação e a ativação do sistema antioxidante foram encontradas neste trabalho.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleOsmorregulação e ativação do sistema antioxidante por alteração de salinidade nas espécies de caranguejos Uca Maracoani (Latreille, 1802-1803), Uca Thayeri (Rathbun, 1900) e Uca Mordax (Smith, 1870)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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