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dc.contributor.authorSantos, Thais Borbapt_BR
dc.contributor.otherSalamuni, Eduardopt_BR
dc.contributor.otherBarros, Carlos Eduardo de Mesquitapt_BR
dc.contributor.otherRostirolla, Sidnei Pirespt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Terra. Programa de Pós-Graduaçao em Geologiapt_BR
dc.date.accessioned2010-07-27T13:03:37Z
dc.date.available2010-07-27T13:03:37Z
dc.date.issued2010-07-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24141
dc.description.abstractResumo: O trabalho foi desenvolvido ao longo do rio Tapajós na região de Itaituba (PA) na porção sudoeste da Bacia do Amazonas. A área abrange rochas da cobertura sedimentar fanerozóica e do embasamento da Província Amazônia-Central. A região foi selecionada para avaliar as reativações de falhas do embasamento durante a evolução estrutural da Bacia do Amazonas, por apresentar uma seção aflorante contínua de rochas do paleozóico ao longo do rio Tapajós. A análise estrutural é utilizada como principal método para determinar as diferentes fases de deformação rúpteis com auxílio de interpretação de imagens orbitais (SRTM – escalas 1:800.000 e 1:200.000) e aeromagnetometria. A descrição de afloramentos com análise descritiva e cinemática foi utilizada para determinação de paleotensões (métodos de Turner e Angelier). Os resultados indicam pelo menos cinco fases de deformação rúpteis, hierarquizadas cronologicamente de D1 até D5. As fases D1 e D2 afetam apenas as rochas do embasamento, com caráter transcorrente e cristalização de epidoto e sílica nos planos de falhas. Estas fases foram correlacionadas, respectivamente, às orogenias de formação do Cráton do Amazonas e ao evento Brasiliano. Na bacia, a fase D3 foi registrada por falhas de direção N60-70E, de natureza compressiva, correlacionável às orogenias responsáveis pela formação do Pangea, no final do Permiano. A fase D4, caracterizada pela presença de falhas normais de direção NE, coincidentes com os diques de diabásio cartografados na região, foi correlacionada ao magmatismo Penatecaua. A fase D5 é composta por um sistema conjugado de estruturas N50-70W (sinistral) e N60-70E (dextral) geradas num campo de tensão com 1 orientado a E-W. As estruturas tectônicas desta última fase estão registradas nas rochas cenozóicas da Formação Solimões e coberturas correlatas e foram interpretadas como resultado da propagação de tensões da subducção andina.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAnálise estrutural da Bacia do Amazonas, Região de Itaituba - PApt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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