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dc.contributor.advisorRasia, Jose Miguelpt_BR
dc.contributor.authorFraiz, Ipojucan Calixtopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias Humanas, Letras e Artespt_BR
dc.date.accessioned2010-07-16T14:34:08Z
dc.date.available2010-07-16T14:34:08Z
dc.date.issued2010-07-16
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24088
dc.description.abstractResumo: O Sistema Único de Saúde (SUS) é uma organização em construção no país. Tem como eixo principal o processo de descentralização, transferindo aos municípios a responsabilidade sobre a questão da saúde. É nesse palco que se insere o problema da mortalidade perinatal, com seus índices persistentemente altos. Este estudo teve como objetivo identificar as representações sociais sobre a mortalidade perinatal entre as mulheres que perderam seus bebês. Partindo dos dados epidemiológicos selecionamos o bairro Sítio Cercado, na cidade de Curitiba-PR, onde ocorreram, em 1998, 43 mortes no período perinatal. Entrevistamos 17 das mulheres que vivenciaram essas mortes. Os resultados mostraram que a equipe da Unidade Básica de Saúde faz parte de uma rede de solidariedade que a mulher cria ao seu redor, oferecendo-lhe garantia. Porém, essas mulheres e suas famílias não puderam seguir um fluxo de atendimento hierarquizado, como prescreve o SUS. Em vez disso, peregrinaram pelo sistema de saúde. A quebra da garantia ocorreu principalmente no sistema hospitalar e às mulheres foi imposto um sofrimento adicional.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectGravidezpt_BR
dc.subjectSaúde pública - - Gravidezpt_BR
dc.titleGestaçaopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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