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dc.contributor.authorLó, Stella Melissa Siupt_BR
dc.contributor.otherDuarte, Marcia do Rocio, 1958-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Farmaceuticaspt_BR
dc.date.accessioned2010-07-08T10:59:25Z
dc.date.available2010-07-08T10:59:25Z
dc.date.issued2010-07-08
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24081
dc.description.abstractResumo: Pertencentes à flora nativa, Holocalyx balansae Micheli (Fabaceae), conhecido popularmente como pau-alecrim, Patagonula americana L. (Boraginaceae), denominado de guajuvira, e Prunus brasiliensis Dietrich (Rosaceae), vulgarmente referido como pessegueiro-do-mato, são espécies arbóreas, cujas folhas e caules são utilizados na medicina popular com diferentes propósitos. Objetivando-se agregar conhecimento à flora brasileira e contribuir na identificação farmacognóstica de potenciais drogas vegetais, este trabalho estudou a morfoanatomia das partes vegetativas aéreas dessas plantas medicinais. Folhas adultas e fragmentos de caules jovens foram fixados, seccionados à mão livre ou emblocados em glicol-metacrilato e seccionados em micrótomo, sendo os cortes obtidos posteriormente corados. Paralelamente, foram realizados testes microquímicos usuais e microscopia eletrônica de varredura. Holocalyx balansae possui folhas alternas, compostas, com folíolos paripinados. Estes são lanceolados e têm estômatos anomocíticos e anisocíticos restritos à face abaxial da epiderme e mesofilo dorsiventral. A nervura central mostra secção transversal plana e um feixe vascular colateral circundado por bainhas esclerenquimática e cristalífera. O caule tem uma bainha esclerenquimática composta de fibras e células pétreas, envolvendo os cilindros floemático e xilemático. Alguns tricomas tectores ocorrem no pecíolo e no caule. Cristais prismáticos de oxalato de cálcio e compostos fenólicos estão presentes na folha e no caule. Em P. americana encontram-se folhas alternas, simples, elíptico-obovadas e levemente serrilhadas. A folha é hipoestomática, com estômatos anomocíticos. Possui mesofilo dorsiventral, e nervura central com secção plano-convexa e vários feixes colaterais em arco fechado. No caule, ocorre uma bainha esclerenquimática incompleta ao redor do sistema vascular. O floema é estratificado e cuneiforme. Compostos fenólicos e cristais de oxalato de cálcio são encontrados na folha e no caule. As folhas de P. brasiliensis são alternas, simples, elípticas a lanceoladas e de margem lisa. São hipoestomáticas, com estômatos anomocíticos. O mesofilo é dorsiventral. A nervura central possui secção côncavo-convexa e um feixe vascular colateral em arco aberto. No caule, há cilindros floemático e xilemático contínuos, sendo que ocorrem grupos de fibras no floema. Compostos fenólicos e drusas de oxalato de cálcio encontram-se na folha e no caule. Quando considerados em conjunto para cada espécie, os caracteres descritos são úteis na identificação dessas plantas medicinais nativas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleMorfoanatomia das partes vegetativas aéreas das espécies medicinais Holocalyxn Balansae Micheli, Patagonula Americana L. E Prunus Brasiliensis Dietrichpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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