| dc.contributor.advisor | Nagai, Renata Hanae, 1982- | pt_BR |
| dc.contributor.author | Mengatto, Mateus Farias, 1996- | pt_BR |
| dc.contributor.other | Universidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografia | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2022-09-28T18:24:14Z | |
| dc.date.available | 2022-09-28T18:24:14Z | |
| dc.date.issued | 2018 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1884/79000 | |
| dc.description | Orientadora: Renata Hanae Nagai | pt_BR |
| dc.description | Monografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudo do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia. | pt_BR |
| dc.description | Inclui referências | pt_BR |
| dc.description.abstract | Resumo: A Corrente do Brasil (CB) tem um papel importante na dinâmica sedimentar da plataforma externa e do talude superior da Bacia de Santos, margem continental sudeste brasileira. Um modelo conceitual proposto na literatura mostra que durante o Último Máximo Glacial (UMG, 23 – 19 mil anos antes do Presente), em nível médio do mar (NMM) baixo, a CB se deslocou para o largo, permitindo uma maior deposição de sedimentos de origem terrígena na plataforma externa e do talude superior desta Bacia. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo principal validar este modelo conceitual para o período do Deglacial (16 – 11,7 mil anos AP), quando o NMM estava em ascensão. Para isso, proxies sedimentares e geoquímicos foram aplicados a um registro sedimentar (CNT311-1, 24°27,04’ S, 44°12,73’ W, 452 m de profundidade de coluna d’água, 158 cm de recuperação) coletado em um depósito de contornito no talude superior da Bacia de Santos. O modelo de idade do testemunho foi obtido a partir de datações radiométricas (AMS 14C) em foraminíferos planctônicos. Foram utilizados proxies geoquímicos (razões Fe/Ca, Ti/Ca e Fe/K), sedimentológicos (tamanho dos grãos), e físicos (Susceptilidade Magnética). A partir dos resultados foi possível observar características diferentes entre Deglacial e Holoceno (11,7 – 0 mil anos AP). Essas diferenças indicam condições sedimentares e hidrodinâmicas distintas entre estes intervalos de tempo. O Deglacial apresentou características terrígenas análogas às encontradas durante o UMG, corroborando o modelo conceitual de deslocamento da CB ao largo durante períodos de NMM baixo. Os dados sugerem que durante o Deglacial, com NMM em ascensão, a CB manteve-se deslocada ao largo, possibilitando a maior deposição de sedimentos terrígenos durante esse período se comparado ao Holoceno. | pt_BR |
| dc.format.extent | 1 recurso online : PDF. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.subject | Correntes de mare | pt_BR |
| dc.subject | Clima | pt_BR |
| dc.subject | Oceanografia | pt_BR |
| dc.title | Validação do modelo conceitual de deslocamento offshore da Corrente do Brasil em momentos de trato de mar baixo – proxies sedimentológicos e geoquímicos | pt_BR |
| dc.type | Monografia Graduação Digital | pt_BR |