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dc.contributor.advisorFilipak Neto, Francisco, 1981-pt_BR
dc.contributor.authorGlinski, Andressapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.date.accessioned2022-08-17T18:50:18Z
dc.date.available2022-08-17T18:50:18Z
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/31225
dc.descriptionOrientador: Francisco Filipak Netopt_BR
dc.descriptionMonografia (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.description.abstractResumo : Recentemente, a nanotecnologia tem ocupado lugar de destaque na economia e na ciência devido às propriedades específicas que possibilitam sua múltipla aplicação na indústria têxtil, cosmética, farmacêutica, médica etc. Entretanto, estudos já demonstraram que algumas nanopartículas representam risco aos organismos, principalmente por suas características potencializadoras dos efeitos tóxicos de poluentes devido ao seu diminuto tamanho e sua capacidade de adsorver substâncias químicas diversas como hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) e carreá-los para o interior das células. Dessa forma, os rejeitos nanotecnológicos podem ser nocivos para a biota. No presente trabalho, os efeitos isolados e associados de nanopartículas de prata e da Fração Solúvel de Petróleo foram avaliados em peixes da espécie Cyprinus carpio (carpa) através de bioensaio. Após exposição durante 24, 72, 120, e 120 h seguida de depuração por mais 120 h. Amostras de bile, músculo e cérebro foram coletadas para quantificação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e determinação da atividade da acetilcolinesterase muscular e cerebral e da peroxidação lipídica. Houve um aumento da concentração de HPAs na bile após a exposição à FSA e uma posterior redução desta concentração após a depuração, embora esta última não tenha sido completa, e ao contrário do esperado, as nanopartículas de prata não aumentaram os níveis de HPAs na bile. Contudo, a redução da atividade da acetilcolinesterase cerebral após 120 h na presença de nanopartículas e FSA associadas pode refletir uma possível facilitação da entrada de HPAs no sistema nervoso central pelas nanopartículas, embora isto precise ser comprovado.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relation.requiresExigências do sistema: Adobe Acrobat Readerpt_BR
dc.subjectNanopartículaspt_BR
dc.subjectPeixespt_BR
dc.subjectAcetilcolinesterasept_BR
dc.subjectToxicologiapt_BR
dc.titleEfeitos de nanopartículas de prata, fração solúvel de petróleo e a combinação de ambas em Cyprinus carpiopt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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