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dc.contributor.otherBohunovsky, Ruth, 1972-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.creatorMoreira, Genevive de Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2022-12-08T14:16:12Z
dc.date.available2022-12-08T14:16:12Z
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/26445
dc.descriptionOrientadora: Profª. Drª. Ruth Bohunovskypt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 05/09/2011pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 70-72pt_BR
dc.descriptionÁrea de Concentração: Estudos Linguísticospt_BR
dc.description.abstractResumo: Este trabalho discute a visão hegemônica do conceito de autonomia no ensino de alemão como língua estrangeira e aponta a necessidade de uma reflexão crítica a respeito das práticas discursivas dominantes sobre a autonomia dos estudantes, levando-se em consideração o contexto no qual eles estão inseridos. Para isto, questiona-se a possibilidade em considerar que as premissas implícitas nas práticas discursivas dominantes no ensino de alemão como língua estrangeira nos países de língua alemã têm o mesmo peso no contexto do ensino de alemão como língua estrangeira no Brasil. Como aporte teórico destacam-se no presente trabalho três vozes críticas fundamentais para a discussão aqui proposta, Paulo Freire, que traz a perspectiva brasiliera em relação à autonomia, Barbara Schmenk, que aponta a atual posição das discussões sobre autonomia no contexto europeu e critica o papel da autonomia como remédio universal, e Adrian Holliday, que assim como os outros dois teóricos anteriormente citados, é mais uma importante voz na crítica contra o discurso dominante. Por fim, para ilustrar o cenário atual, utiliza-se os PCN's – Parâmetros Curriculares Nacionais, vigentes no Brasil, e o GER – Gemeinsamer Europäische Referenzrahmen für Sprachen (Quadro Comum Europeu), vigente na Alemanha.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Die vorliegende Arbeit setzt ihren Schwerpunkt auf die vorherrschende Diskussion zum Begriff der Autonomie in der Lehre des Deutschen als Fremdsprache und zeigt die Notwendigkeit einer kritischen Reflexion der dominanten diskursiven Praxis gegenüber der Autonomie der Lerner unter der Berücksichtigung des Kontextes, in welchem sie sich befinden. Zu diesem Zweck wird die Annahme, dass die impliziten Prämissen der herrschenden diskursiven Praxis in puncto Deutsch als Fremdsprache in den deutschsprachigen Ländern dasselbe Gewicht wie im Kontext der Lehre der deutschen Sprache in Brasilien haben, hinterfragt. Als theoretischer Beitrag heben sich drei kritische Stimmen ab, die grundlegend für die Debatte sind: Paulo Freire, der eine brasilianische Perspektive in Bezug auf die Autonomie hat; Barbara Schmenk, die die aktuelle Stellung der Autonomie im europäischen Kontext zeigt und die Autonomie als Allheilmittel kritisiert und Adrian Holliday, der neben den anderen oben genannten Theoretikern eine weitere wichtige kritische Stimme gegen den herrschenden Diskurs ist. Um das aktuelle Szenario zu illustrieren, werden zum Schluss die PCNs – „Parâmetros Curriculares Nacionais", die in Brasilien gültig sind, sowie der GER – „Gemeinsamer Europäische Referenzrahmen für Sprachen", der in Deutschland gültig ist, kritisch in Hinblick auf ihr Autonomieverständnis beleuchtet.pt_BR
dc.format.extent72f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languageAlemãopt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectRedação acadêmicapt_BR
dc.subjectLíngua alemã - Estudo e ensinopt_BR
dc.subjectAutonomia escolar - Alemanhapt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleLernerautonomie beim Erwerb von Deutsch als Fremdsprache : eine Reflexion in Bezug auf den brasilianischen Kontextpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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