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dc.contributor.advisorSegatto, Andrea Paulapt_BR
dc.contributor.otherSilva Filho, José Carlos Lázaro dapt_BR
dc.contributor.otherColovic, Anapt_BR
dc.contributor.otherMorais-Da-Silva, Rodrigo Luiz, 1989-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Administraçãopt_BR
dc.creatorPinheiro, Alan Bandeirapt_BR
dc.date.accessioned2026-05-06T18:47:41Z
dc.date.available2026-05-06T18:47:41Z
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101974
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Andréa Paula Segattopt_BR
dc.descriptionBanca: Andréa Paula Segatto (Presidente da Banca), José Carlos Lázaro da Silva Filho, Ana Colovic, Rodrigo Luiz Morais da Silvapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Administração. Defesa : Curitiba, 06/02/2026pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Este estudo investiga como o ambiente institucional molda o desenvolvimento de empresas sociais no Brasil. Embora a literatura reconheça que os vazios institucionais restringem a atividade empreendedora em mercados emergentes, pouco se sabe sobre como as empresas sociais vivenciam, navegam e transformam esses vazios. Com base em oito estudos de caso múltiplos em São Paulo e Fortaleza, os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas. A análise foi guiada por três proposições teóricas, conectando padrões empíricos à literatura sobre vazios formais e informais e à pesquisa sobre inovação social. Os resultados mostram que os vazios formais (lacunas regulatórias, fricções de financiamento, falhas de infraestrutura, falta de marcos legais adequados) restringem o acesso ao mercado, aumentam os custos de transação e transferem funções públicas para organizações da sociedade civil. Os vazios informais (estigma territorial, racismo, homofobia, desconfiança e baixo nível de alfabetização ambiental) interferem na legitimidade social e reduzem a demanda. Ao mesmo tempo, as empresas sociais mitigam ambas as formas de vazios gerando empregos, construindo redes, possibilitando o consumo sustentável, produzindo bens públicos e transformando narrativas culturais que reproduzem a exclusão. O estudo contribui para o avanço da teoria ao reformular os vazios institucionais não apenas como restrições, mas também como campos de atuação institucional. Para gestores de empresas sociais, as descobertas indicam a importância de desenvolver múltiplas estratégias de legitimação que combinem resultados sociais tangíveis, transparência organizacional e engajamento comunitário. Para governos, os achados reforçam a necessidade de reconhecer e regulamentar legalmente as empresas sociais como uma categoria específica de organização híbrida, distinta tanto do terceiro setor quanto das empresas convencionais. Para formuladores de políticas e atores do ecossistema de impacto, os resultados sugerem a importância de fortalecer a representação política e institucional das empresas sociaispt_BR
dc.description.abstractAbstract: This study investigates how the institutional environment shapes the development of social enterprises in Brazil. While the literature recognizes that institutional voids constrain entrepreneurial activity in emerging markets, little is known about how social enterprises specifically experience, navigate and transform these voids. Based on eight multiple case studies in São Paulo and Fortaleza, data were collected through semi-structured interviews. The analysis was guided by three theoretical propositions, connecting empirical patterns to the formal and informal voids literature, and to research on social innovation. The findings show that formal voids (regulation gaps, financing frictions, infrastructure failures, lack of adapted legal frameworks) restrict market access, raise transaction costs and displace public functions to civil society organizations. Informal voids (territorial stigma, racism, homophobia, distrust and low environmental literacy) undermine social legitimacy and reduce demand. At the same time, social enterprises mitigate both forms of voids by generating employment, building networks, enabling sustainable consumption, producing public goods and shifting cultural narratives that reproduce exclusion. The study advances theory by reframing institutional voids not only as constraints but also as fields of institutional agency from below. For social enterprise managers, the findings indicate the importance of developing multiple legitimation strategies that combine tangible social outcomes, organizational transparency, and community engagement. For governments, the evidence reinforces the need to legally recognize and regulate social enterprises as a specific category of hybrid organization, distinct from both the third sector and conventional businesses. For policymakers and actors in the impact ecosystem, the results suggest the importance of strengthening the political and institutional representation of social enterprisespt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languageInglêspt_BR
dc.subjectAdministraçãopt_BR
dc.subjectEmpreendedorismo social - Brasilpt_BR
dc.subjectAdministraçãopt_BR
dc.titleUnheard voices : the role of the institutional voids in the development of social enterprisespt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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