<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>IX Semana de Antropologia e Arqueologia, III Seminário de Etnologia e Museus e V Semana de Oficinas em Arqueologia (2017)</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/90130</link>
<description/>
<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 20:49:47 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-05T20:49:47Z</dc:date>
<item>
<title>OS MIGRANTES HAITIANOS E A INSERÇÃO SOCIAL NO MUNICÍPIO DE CASCAVEL/PR</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92639</link>
<description>OS MIGRANTES HAITIANOS E A INSERÇÃO SOCIAL NO MUNICÍPIO DE CASCAVEL/PR
Carmem Aparecida Manica; Eric Gustavo Cardin
Segundo dados do Ministério da Justiça do Brasil, cerca de 30.000 haitianos ingressaram no país a partir do ano 2010, o que garantiu uma grande visibilidade para o fluxo migratório e para a própria história do Haiti. Neste contexto, a “questão haitiana” foi vastamente noticiada e também analisada no interior das universidades brasileiras. Esta pesquisa em particular, buscou refletir sobre o processo de inserção destes migrantes no país, mais especificamente na cidade de Cascavel/PR, onde vivem aproximadamente 3 mil haitianos. O objetivo foi analisar algumas perspectivas, percepções e estratégias dos migrantes referentes a este processo de inserção social na cidade. Para tanto, foi utilizado uma abordagem qualitativa, onde se destaca as observações diretas desenvolvidas no campo de pesquisa e também as entrevistas semiestruturadas realizadas com o intuito de produzir fontes orais. Estas observações e as entrevistas realizadas durante o caminho percorrido da pesquisa, despertaram o interesse para o objetivo mais especifico desse estudo, que é a necessidade de discutir e analisar as aproximações sociais, culturais e religiosas destes migrantes, com o intuito de perceber a existência ou não de vínculos com o país de origem, bem como analisar as novas reconfigurações sociais, culturais e religiosas. Assim, o estudo nos possibilitou pensar a inserção para além do universo laboral e refletir sobre a importância das múltiplas configurações das redes sociais para os fluxos migratórios.
</description>
<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/92639</guid>
<dc:date>2017-11-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>O QUE ECOA NO ARQUIVO FOTOGRÁFICO DE SÍLVIO COELHO DOS SANTOS</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92638</link>
<description>O QUE ECOA NO ARQUIVO FOTOGRÁFICO DE SÍLVIO COELHO DOS SANTOS
Nádia Philippsen Fürbringer
O que ecoa no arquivo fotográfico de Sílvio Coelho dos Santos Um arquivo fotográfico com mais de 2.500 diapositivos é percorrido em busca de rastros de vozes - ou de silêncios - nas fotografias acumuladas em décadas de pesquisa antropológica. Experimenta-se navegar no arquivo fotográfico do antropólogo Silvio Coelho dos Santos, visando compreender o arquivo na sua materialidade e na ressonância com diversos sujeitos que sustentam a rede no qual o arquivo se encontra. Ainda que localizado dentro de uma reserva técnica, o arquivo é constantemente acionado por diversas pessoas, professores e alunos, pesquisadores indígenas e não indígenas, corpo técnico do museu, entre outros interessados. A experiência com o arquivo olha para quem se interessa por ele, mas também para a imagem, para a jaqueta que guarda o slide, para a legenda. Promover encontros e (re)conhecimentos dessas imagens pelos grupos registrados décadas atrás também é uma forma de experimentar o arquivo nesta pesquisa. Observando-se vários processos de reapropriação dessas coleções de imagens quando (re)conhecidos, centrados na contribuição dos Laklãnõ/Xokleng na construção das informações sobre estas imagens. E assim acompanhar como a informação adquirida recentemente pode ser incorporada na documentação do arquivo no museu. Acompanhar o que ecoa daquilo que é dito e do que não é dito, como informação e composição da imagem rememorada.
</description>
<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/92638</guid>
<dc:date>2017-11-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>REANALISANDO OS ACERVOS ARQUEOLÓGICOS ÓRFÃOS: A COLEÇÃO DA MISSÃO SAN IGNACIO MINI (1610-1631) NO MUSEU PARANAENSE</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92640</link>
<description>REANALISANDO OS ACERVOS ARQUEOLÓGICOS ÓRFÃOS: A COLEÇÃO DA MISSÃO SAN IGNACIO MINI (1610-1631) NO MUSEU PARANAENSE
Evelyn Roberta Nimmo
Muitas coleções arqueológicas, em vários museus no Brasil e no mundo, são legados do desenvolvimento da disciplina durante o século XX. Essas coleções, chamadas órfãs, possuem poucas informações sobre os contextos arqueológicos e os métodos de escavação utilizados. Os métodos tradicionais de análise não são completamente apropriados aos desafios e as possibilidades oferecidas por essas coleções arqueológicas. Em vez de uma representação apenas dos eventos ou das sociedades relacionados aos artefatos, podemos abordar tais coleções como histórias de vida que incluem a memória de pesquisadores e as metodologias relativas às escavações, a curadoria dos materiais em museus, e os métodos de análise usados pelos arqueólogos no presente. Nesta pesquisa será discutido um acervo decorrente de escavações arqueológicas, na missão jesuítica San Ignacio Mini, desenvolvidas em 1963, o qual será usado como estudo de caso para considerar os desafios e as inovações relacionados aos acervos arqueológicos em museus. A missão, que existiu no vale do rio Paranapanema entre 1610 e 1631, foi uma das primeiras missões espanholas na Província do Guairá. A coleção, sob guarda do Museu Paranaense, localizado em Curitiba, Sul do Brasil, inclui materiais líticos e cerâmicos e poucos documentos sobre a escavação e a análise de artefatos realizada pelo arqueólogo Oldemar Blasi, um dos pioneiros da arqueologia paranaense e diretor do Museu Paranaense entre 1967 e 1983. Como uma coleção isolada, as interpretações sobre a missão são de difícil alcance; por outro lado, quando comparada a outras coleções, pode ser ampliada a compreensão da vida cotidiana na missão. Ainda, a reanálise dessa coleção deve auxiliar na incorporação de metodologias inovadoras que possam ser usadas na interpretação das sociedades no passado, na reconstrução de processos de curadoria nos museus, e também na apresentação destas coleções nos museus.
</description>
<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/92640</guid>
<dc:date>2017-11-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>RECOMENDAÇÕES PARA DESIGN DE JOGOS ELETRÔNICOS NO MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA DA UFPR</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92641</link>
<description>RECOMENDAÇÕES PARA DESIGN DE JOGOS ELETRÔNICOS NO MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA DA UFPR
Fábio Luís Gasparello Marcolino
Este artigo é um resumo da dissertação com mesmo nome. Apresenta um conjunto de 11 proposições para o desenvolvimento de jogos eletrônicos em ambientes museais. O estudo consistiu em atender uma demanda latente no aprimoramento de design de jogos no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná, contemplando uma análise crítica dos jogos produzidos pela entidade como estudo de caso. Com base na triangulação entre a revisão literária (tanto na área de museologia quanto de game design), dados coletados acerca das vivências de jovens visitantes ao MAE-UFPR e análise das experiências dos desenvolvedores dos jogos criados pela Instituição, a pesquisa fez análises a partir do framework Design Play Experience, objetivando orientar os processos do design de jogos desenvolvidos pelo próprio MAE-UFPR ou de quaisquer outras entidades que visem experiências educativas, interativas e atrativas para seu público cativo no futuro.
</description>
<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/92641</guid>
<dc:date>2017-11-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
