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<title>I Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental (2018)</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/90098</link>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 22:22:01 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-05T22:22:01Z</dc:date>
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<title>I Simpósio PPGERHA: Caderno de Resumos</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92094</link>
<description>I Simpósio PPGERHA: Caderno de Resumos
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<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>I Simpósio PPGERHA: Programação</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92093</link>
<description>I Simpósio PPGERHA: Programação
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<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>ANÁLISE DA INCERTEZA DE HIDROGRAMAS UNITÁRIOS SINTÉTICOS NA ESTIMATIVA DA VAZÃO DE PROJETO EM PEQUENAS BACIAS HIDROGRÁFICAS</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92089</link>
<description>ANÁLISE DA INCERTEZA DE HIDROGRAMAS UNITÁRIOS SINTÉTICOS NA ESTIMATIVA DA VAZÃO DE PROJETO EM PEQUENAS BACIAS HIDROGRÁFICAS
Andréia Pedroso; Michael Mannich
Os hidrogramas unitários sintéticos (HUS) são ferramentas de grande utilidade para a estimativa de vazões máximas em bacias hidrográficas desprovidas de registros históricos. Entretanto, apesar da aplicação funcional, esses métodos possuem muitas incertezas e, dado o grau de empirismo e subjetividade envolvido, nem sempre produzem resultados compatíveis com a realidade. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi analisar comparativamente a aplicação dos métodos de HUS de Snyder e SCS (Soil Conservation Service) em relação aos hidrogramas observados em bacias hidrográficas com até 250 km² de área de drenagem, consideradas pequenas do ponto de vista morfométrico, localizadas no estado do Paraná. Para tanto, foi realizada minuciosa consistência dos dados pluviométricos e fluviométricos selecionados, visando reduzir as incertezas nos dados de entrada dos modelos, bem como nos hidrogramas naturais das bacias hidrográficas. A partir dos resultados preliminares obtidos, constatou-se que os métodos de HUS superestimaram em até 10 vezes a vazão de pico. O HUS do SCS apresentou as maiores vazões de pico e, consequentemente, os maiores erros em relação ao hidrograma observado. No entanto, o HUS de Snyder igualmente não apresentou bons resultados na representação da vazão de pico. Já os erros nos volumes escoados foram muito menores quando comparados aos erros na estimativa da vazão de pico. A discretização temporal da chuva em intervalos de tempo menores resultou na maximização da vazão de pico. Com a aplicação dos métodos a um número maior de eventos, os resultados serão analisados conjuntamente para a determinação das incertezas médias de cada método na estimativa da vazão de pico e demais atributos dos hidrogramas.
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<pubDate>Sat, 01 Sep 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>AVALIAÇÃO DO FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR DE BAIXA TAXA COMO PÓS-TRATAMENTO DE REATORES DE MANTO DE LODO VISANDO NITRIFICAÇÃO DO EFLUENTE SANITÁRIO</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92092</link>
<description>AVALIAÇÃO DO FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR DE BAIXA TAXA COMO PÓS-TRATAMENTO DE REATORES DE MANTO DE LODO VISANDO NITRIFICAÇÃO DO EFLUENTE SANITÁRIO
William Corrêa; Miguel Aisse
O projeto visa avaliar o desempenho na digestão do nitrogênio amoniacal do efluente sanitário urbano, em estações de tratamento compostas por reatores anaeróbios de manto de lodo, seguidos de filtros percoladores de baixa taxa, objetivando realizar a simulação matemática das unidades de filtração biológica em escala real, para tanto se considerou as seguintes etapas: Avaliar o desempenho do filtro biológico percolador em escala real na digestão de matéria orgânica; Investigar a performance da digestão do nitrogênio amoniacal em um filtro percolador de uma estação de tratamento de esgoto em escala real; Determinar as condições operacionais que resultem em melhores eficiências na remoção de nitrogênio amoniacal e de matéria orgânica; Estimar parâmetros cinéticos de reatores de filtração biológica na digestão da matéria orgânica e do nitrogênio amoniacal; Modelar o comportamento das formas de nitrogênio durante o processo de tratamento. Para tanto utilizou-se histórico de análises laboratoriais realizados pela SANEPAR que será complementado por análises laboratoriais da série do nitrogênio a ser realizada no Laboratório de Engenharia Ambiental Professor Francisco Borsari Netto – LABEAM, do Departamento de Hidráulica e Saneamento – DHS da Universidade Federal do Paraná. Na avaliação dos parâmetros clássicos observou-se uma alta eficiência na digestão de matéria orgânica no filtro percolador, sendo esperada uma nitrificação constante, porém com grande variabilidade devido às variações de temperatura e vazão.
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<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/92092</guid>
<dc:date>2018-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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