<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>VII Encontro de Pesquisa em Comunicação (2015)</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/90090</link>
<description/>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 01:46:16 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-04T01:46:16Z</dc:date>
<item>
<title>ENPECOM 2015: Programação</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/91852</link>
<description>ENPECOM 2015: Programação
</description>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/91852</guid>
<dc:date>2015-09-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>A NARRATIVA DA MARCA DIOR NA CINEMATOGRAFIA DAS DÉCADAS DE 1950 E 1960</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/91849</link>
<description>A NARRATIVA DA MARCA DIOR NA CINEMATOGRAFIA DAS DÉCADAS DE 1950 E 1960
Isaac Matheus Batista
O presente trabalho apresenta os resultados obtidos por meio de uma pesquisa de iniciação científica promovida pelo programa PIBIC do CNPq. Criada na França durante o pós Segunda Guerra Mundial, a marca de moda Dior éatéhoje considerada uma das principais referências do consumo de luxo no mundo. Por meio de um estudo analítico, o qual encontra bases na semiótica de matriz barthesiana (PENN, 2002), pretendemos mostrar de que modo o Cinema contribuiupara a construção da imagem da marcaDiore como amarca,por outro lado, serviucomo suporte para a consagração de atrizes e filmes ao longo dos anos 1950 e 1960. Entendemos, então, que o Cinema deu uma importante contribuição à simbologia que hoje gravita em torno da marca Dior, ao sintetizar elementos da modernidade e do luxo tradicional num novo modelo de feminilidade que se consagrou na segunda metade do século XX. Compreendemos ainda que o diálogo entre Dior e o Cinema, especialmente nos primeiros 20 anos de existência da Maison, foi relevante tanto para a consagração de valores associados à marca quanto para a mitificação de atrizes que vestiram criações dessa Maisonnos filmes.
</description>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/91849</guid>
<dc:date>2015-09-23T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>APENAS UM SHOW: IDENTIDADE E CONSUMONA ANIMAÇÃO DE J.G. QUINTEL</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/91850</link>
<description>APENAS UM SHOW: IDENTIDADE E CONSUMONA ANIMAÇÃO DE J.G. QUINTEL
Janiclei Mendonça
O presente artigo propõe gerar uma reflexão voltada sobre doisentrediversos reflexosda linguagem de animação sobre opúblico-alvo: identidade econsumo. Portanto, o foco deste trabalho é refletir sobre o consumo inserido na narrativa da animação como um dos fatores de formação identitária do indivíduo na animação “Apenas um Show” (2014) de J. G. Quintel, exibida diariamente na CartoonNetwork, nointuito de levantar questionamentos sobre a relação entre identidade e consumo ali representada para, a partir dessa análise, se ter alguns pressupostos que embasarão o início de uma discussão sobre o futuro da Publicidade no que tange suas formas de persuasão visando o novo perfil de um público que esta em formação. Para tanto, a metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho foi o estudo em profundidade e a análise fílmica no intuito de desenvolver uma interpretação crítica da relação intrínseca entre identidade e consumo no episódio selecionado.Como resultados alcançados, foram levantadas reflexões em torno das tendências de atuação da Publicidade a partir da constatação de estrutura do cinema de animação que influencia o público de hoje.
</description>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/91850</guid>
<dc:date>2015-09-23T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA PERSONAGEM RACHEL GREEN NA SÉRIE FRIENDS</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/91851</link>
<description>CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA PERSONAGEM RACHEL GREEN NA SÉRIE FRIENDS
Mônica Karpinski
Séries norte-americanas são veiculadas por todo o mundo. Com Friendsnão foi diferente. Mesmo tendo seu encerramento há mais de uma década, a série ainda é lembrada e assistida por muitos jovens e adultos espalhados por todos os lugares. Pensando nisso, objetivou-se, nesse artigo, analisar a construção da subjetividade da personagem Rachel Green durante o episódio piloto da série, apresentando e relacionando as características dos conflitos de personalidade típicos da contemporaneidade, atentando para o tema identidade feminina e consumo, com seus conflitos e ansiedades, namídia, especificamente na TV, levando em conta sua contextualização com a época e a sociedade inserida. A investigação tem cunho qualitativo e apresenta uma pesquisa bibliográfica com reflexões sobre identidade, subjetividade e estereótipos representados no papelda personagem da série. Por meio de análise técnica de construção de personagens, buscou-se compreender as marcas culturais da sociedade contemporânea contempladas na série.As situações e representações construídas no objeto de estudo são comuns aos telespectadores, indivíduo inserido no mundo contemporâneo, o qual tem seus desejos, ansiedades, inseguranças, dificuldades expressos na cultura da mídia.
</description>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/91851</guid>
<dc:date>2015-09-23T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
