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<title>BIBLIOTECA DIGITAL: Eventos Científicos</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/89640</link>
<description>Apresentações dos eventos científicos que estavam hospedados em https://eventos.ufpr.br (software OCS).</description>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 22:06:39 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-03T22:06:39Z</dc:date>
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<title>ANÁLISE DA APLICABILIDADE DO CONCEITO E PRÁTICAS DE COLABORATIVIDADE EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93292</link>
<description>ANÁLISE DA APLICABILIDADE DO CONCEITO E PRÁTICAS DE COLABORATIVIDADE EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM
Mateus Luciani dos Santos
Esta pesquisa insere-se no projeto “Metodologias Facilitadoras para Desenvolvimento de Processos ou Produtos Inovadores Aplicados à Educação Continuada”, que estuda a influência das tecnologias para a educação continuada. Aqui, analisa-se a relação entre o ensino a distância (EaD) e o ciberespaço com a colaboratividade em ambientes Learning Management System (LMS). Estabelece-se como objetivos da pesquisa verificar, descrever e analisar sistemas de gestão de aprendizagem, em especial o Moodle, de modo a entender como essas ferramentas dão suporte a práticas colaborativas a partir de suas funcionalidades técnicas. Almeja-se responder à seguinte pergunta: o uso do Moodle para ensino-aprendizagem no curso Gestão da Informação do Departamento de Ciência e Gestão da Informação (DECIGI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) tem sido feito de forma a estimular atividades colaborativas entre os alunos? O estudo justifica-se pela crescente importância da EaD no campo educacional e, em especial, no curso de Gestão da Informação da UFPR. Nesse sentido, corrobora para a compreensão da atuação dos docentes do DECIGI no fomento de práticas colaborativas entre os alunos de graduação em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Moodle, bem como de que modo os alunos têm experienciado essas práticas. Quanto aos aspectos metodológicos, parte-se de uma pesquisa de natureza aplicada, com abordagem qualitativa-quantitativa e com objetivo exploratório. Em um primeiro estágio realizou-se revisão de literatura, seguida de atividade exploratória para conhecimento do ambiente Moodle do DECIGI. Aplicou-se, então, dois questionários em estilo survey online, sendo um voltado aos discentes da graduação em Gestão da Informação que cursaram disciplinas com EaD em 2016, e outro aos docentes do DECIGI. Obteve-se com a revisão de literatura a delimitação do tema estudado, além da relação das principais características da última versão do Moodle e quadros comparativos sobre os principais LMS similares ao Moodle. Contrapôs-se também as funcionalidades da última versão do Moodle à versão utilizada pelo DECIGI. A partir dos questionários chegou-se à conclusão que o Moodle utilizado pelo DECIGI apresenta recursos que possibilitam o desenvolvimento de práticas colaborativas entre os discentes, entretanto, ainda não cumpre em sua totalidade a função de incentivar tais atividades. Isso se dá por por fatores diversos  apresentados nos resultados da pesquisa.
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<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/93292</guid>
<dc:date>2017-11-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>OFICINA DE LOGÍSTICA REVERSA</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93299</link>
<description>OFICINA DE LOGÍSTICA REVERSA
Genifer Reis do Nascimento; Taoane Uchoa de Araújo Borges
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, Logística Reversa é um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. Dentro do workshop “Autonomia Econômica e Políticas Públicas para as mulheres” aconteceu a Oficina de Logística Reversa, como atividade do projeto de extensão “Mulheres Conquistando Autonomia” (MCA), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A oficina ocorreu no auditório do Núcleo de Pesquisa em Engenharia de Produção (NUPEP), no dia 26 de outubro de 2017 das 14 às 17h, ministrada pelos alunos bolsistas do projeto MCA e alunos colaboradores inseridos em áreas afins. Foram explanados os principais conceitos de logística reversa, afim de despertar no público presente o interesse pelo aproveitamento dos resíduos eletrônicos e suas formas, apresentou-se também dados sobre a quantidade de lixo eletrônico a nível mundial e local. A Lei 13.576/09 tem como objetivo responsabilizar o fabricante de materiais eletrônicos pelo descarte correto destes quando não servem mais, porém “o consumidor nem sempre devolve seu resíduo aos seus fabricantes e com isso acaba descartando de forma incorreta agredindo o meio ambiente”. Sendo assim, a oficina foi elaborada com o objetivo principal de conscientização e educação ambiental, nos nortes da Logística Reversa. O mercado de resíduos eletrônicos em Natal/RN conta com a empresa Natal Reciclagem, que está localizada no bairro Cidade da Esperança. Esta empresa tem responsabilidade sobre o gerenciamento de resíduos eletrônicos e sólidos. Buscando saber os valores de compra dos resíduos procurou-se a empresa, com o feedback dessa o orçamento foi apresentado no decorrer da oficina. A metodologia utilizada foi participativa, visto que houve a interação com os participantes. Diante da perspectiva da grande quantidade de resíduos eletrônicos na UFRN, os alunos trouxeram alguns computadores sem uso, e ensinaram a montá-los e desmontá-los.  As 17 pessoas participantes se dividiram em três grupos, cada grupo contava com o apoio de dois bolsistas para orientá-los na montagem e desmontagem do CPU, contido na bancada.  Um aluno colaborador estava ao centro para explanar as técnicas gerais a serem seguidas. A maioria do público fazia parte da associação CATAR a qual o projeto, como parceiro, acompanha desde 2016, essa é uma associação de moradores e catadores, por isso o interesse em trazê-los, como forma de capacitação. Por fim, a oficina contribuiu como ação de inserção e permanência destes no mercado de trabalho, transmitindo a consciência ecológica, formas de trabalho em equipe e o desenvolvimento de técnicas para o melhor reaproveitamento dos resíduos produzidos, alcançando os objetivos planejados, promovendo geração de renda e alcançando autonomia econômica.
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<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/93299</guid>
<dc:date>2017-11-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>INFORMAÇÃO: DUVIDOSA E PERCEBIDA NAS PRÁTICAS DE GREENWASHING</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93294</link>
<description>INFORMAÇÃO: DUVIDOSA E PERCEBIDA NAS PRÁTICAS DE GREENWASHING
Adriana Goelzer Leinig; Edelvino Razzolini Filho
Preocupações com o meio ambiente, sua conservação e preservação são essenciais e vitais para a continuidade da vida na terra. O aumento nos questionamentos ambientais faz com que algumas empresas redirecionam suas estratégias com base em preocupações de sustentabilidade, visando a redução dos impactos ambientais decorrentes da sua produção ou serviço. Outras empresas adotam práticas de marketing disseminando apelos enganosos na perspectiva das preocupações ambientais, com o objetivo de agregar valor à imagem empresarial, conquistar e “satisfazer” seus consumidores e criar vantagem competitiva. Esta prática pode ser conceituada como Greenwashing, que pode ser traduzido para algo como “maquiagem verde”, ou seja, propaganda enganosa que confere atributos “verdes”, que não existem ou não estão comprovados, a produtos, serviços ou marcas. Nas questões do acesso a informação, as propagandas estão presentes em qualquer meio de comunicação e representam uma ferramenta importante para a comunicação integrada de marketing, especificamente as propagandas verdes possuem o mesmo comportamento, visando divulgação da empresa com relação a suas preocupações e compromissos com o meio ambiente. Nesse cenário, a problemática e objetivo desta pesquisa circunda na percepção ou identificação dos consumidores, na sua decisão de compra, quanto as práticas de greenwashing por determinadas empresas. A metodologia implicou na realização de um survey entre 20 de setembro e 25 de setembro de 2017, por meio da aplicação de um questionário abordando principalmente a percepção ou identificação de práticas de greenwashing das empresas. Amostra do estudo apresentou respostas para 112 questionários, entre os estudantes do curso de graduação e mestrado de Gestão da Informação da UFPR. Os resultados observados retratam baixa percepção das práticas de greenwashing entre os pesquisados (a maioria – 82% - desconhecia a prática). Em sentido oposto, a maioria dos entrevistados (79%) pontuou na busca de informações de produtos e serviços sustentáveis, no momento de alguma aquisição, também se constatou a preocupação na aquisição de produtos e serviços ambientalmente favoráveis (53%); todos estes fatores podem contribuir e facilitar as práticas de greenwashing. Algumas iniciativas podem representar condutas em defesa às propagandas enganosas, por exemplo, o Código de Defesa do Consumidor e definição de regras para coibir as práticas de greenwashings, por meio do Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária, determinando que informações das propagandas devem respeitar critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância, com o objetivo de coibir práticas de greewashing, e não banalização de temas relacionados com a sustentabilidade. Assim, as informações ambientais devem ser passíveis de verificação e comprovação, contar com exatidão e precisão, não apresentando descrições genéricas e vagas. O conteúdo das informações necessita de respaldo técnico e verificação de efetividade, garantindo correto posicionamento ambiental aliado à imagem e conduta empresarial, visando satisfação dos consumidores e cuidados efetivos ao meio ambiente. Mesmo com o surgimento de algumas iniciativas inibidoras das práticas de greenwashing, ainda se faz necessária uma melhor percepção dos consumidores quanto a existência de práticas enganosas, nas suas decisões de compra. A pesquisa sugere aprofundamento e maiores questionamentos sobre o assunto.
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<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/93294</guid>
<dc:date>2017-11-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Temas enfocados do FIB na produção científica brasileira de Gestão de Pessoas de 2000 a 2015</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93300</link>
<description>Temas enfocados do FIB na produção científica brasileira de Gestão de Pessoas de 2000 a 2015
Edmeire Cristina Pereira
Pesquisa documental sobre a relação entre felicidade; trabalho e FIB (Felicidade Interna Bruta), no contexto da Gestão de Pessoas (Brasil), no período de 2000 a 2015. Procurou saber quais dos 9 eixos do FIB são mais enfocados na literatura de Gestão de Pessoas no país e correlacionados com a felicidade no trabalho, no período proposto. A etapa I do método, se  propôs a investigar a produção científica de RH/GP por meio de uma análise bibliométrica. A etapa II do método, se  propôs a investigar os termos: felicidade no trabalho e felicidade no trabalho e FIB, por meio das bases de dados Scielo e Spell. De um total de 34 artigos localizados, foram selecionados para análise somente 12. Os resultados indicaram que os eixos 2 (Bem-estar psicológico),  8 (Diversidade cultural) e 9 (Vitalidade comunitária) do FIB aparecem em primeiro lugar na literatura estudada. O eixo 4 (Saúde) do FIB aparece em segundo lugar. Os tipos de trabalhos mais publicados no período são artigos científicos. Há preferência de publicações em co-autoria, com três ou mais de três autores. Os anos de maior produção da temática foram: 2004 e 2010. A autora mais produtiva do período foi: Juliana Barreiros Porto (UnB). As instituições que mais produziram sobre o tema foram: UFMG e UnB. Conclui-se que, do ponto de vista das Ciências da Informação, há uma carência significativa na área de Gestão de Pessoas, de bons produtos terminológicos, como por exemplo, tesauros e vocabulários controlados, devido a uma ausência de consolidação conceitual sobre os termos estudados. Sugere-se estudos exploratórios e descritivos, bem como experiências de cruzamento de saberes entre as áreas de: Administração/Gestão de Pessoas; Psicologia e Ciências da Informação, além de estudos de aplicação das escalas de bem-estar no trabalho (Paschoal &amp;amp; Tamayo, 2008), que não foram aplicadas neste estudo, devido a uma série de limitações da autora. Palavras-chave: Felicidade. Felicidade no trabalho e FIB (Felicidade Interna Bruta). Produção científica em RH/GP. Análise bibliométrica (Ciências da Informação). Psicologia Positiva (bem-estar subjetivo). Bem-estar no trabalho. Qualidade de Vida no Trabalho (QVT).
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<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/93300</guid>
<dc:date>2017-11-08T00:00:00Z</dc:date>
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