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<title>Tratamento e Gestão Prisional</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/86767</link>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 00:33:05 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-05T00:33:05Z</dc:date>
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<title>Trabalho prisional : ressocializador ou punitivo?</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97132</link>
<description>Trabalho prisional : ressocializador ou punitivo?
Não inclui resumo
Orientador: Fernando Binni; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Especialização em Modalidade de Tratamento Penal de Gestão Prisional.; Inclui referências.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/97132</guid>
<dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A creche no sistema prisional : uma abordagem sistemática sobre a relação da mãe detenta e seu filho</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97058</link>
<description>A creche no sistema prisional : uma abordagem sistemática sobre a relação da mãe detenta e seu filho
Os inúmeros problemas e as consequências sociais da realidade do sistema prisional são hoje analisados com profunda preocupação por diversos setores da sociedade. Inserida neste sistema prisional encontra-se a mulher prisioneira. Através dos dados obtidos de registros em prontuários sociais e informações adquiridas em entrevista, esta pesquisa descreve o perfil das mulheres que encontram-se na Penitenciária Feminina do Estado do Paraná (P.F.P.). Elas concebem o filho, seja num momento de prazer, de vingança, ou de dor. Prisioneira e ao se aproximar o nascimento da criança, é enviada a um presídio feminino É nesse contexto que esta criança é encaminhada para permanecer junto a mãe na Creche da Penitenciária. Considerando a importância do tema, a pesquisa terá por escopo o estudo da permanência da criança junto da mãe, quando esta é sancionada por infringir um dispositivo penal. A pesquisa não mostrará apenas dados a respeito da mulher criminosa enquanto mãe, mas apresentará também o que ela e seu filho poderão receber para seu crescimento, na Creche da P.F.P., como órgão governamental. Será demonstrado que a creche deve ser urn espaço educativo seguindo uma programação correta, onde os profissionais centrarão suas atuações na responsabilidade da relação maternal da prisioneira. Justificar-se-á o período salutar de permanência desta criança, junto a sua mãe, para a integração, como também o período de afastamento, para não adquirir valeres da sub-cultura carcerária e não ser violado seu direito de desenvolver-se livremente.
Orientador: Milton C. Mariotti.; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Especialização em Modalidades de Tratamento e Gestão Empresarial.; Inclui referências.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/97058</guid>
<dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A subjetividade no trabalho penitenciário foco no agente de segurança penitenciária.</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97047</link>
<description>A subjetividade no trabalho penitenciário foco no agente de segurança penitenciária.
Não inclui resumo
Orientadora: Maria Aparecida de Lima Pedrosa; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Especialização em Modalidade de Tratamento Penal e Gestão Prisional.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/97047</guid>
<dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeitos da prisonização decorrentes da vida carcerária relacionados ao problema de reintegração social do preso</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97030</link>
<description>Efeitos da prisonização decorrentes da vida carcerária relacionados ao problema de reintegração social do preso
Este trabalho trata do ambiente carcerário e suas condições inadequadas, que tem como protagonista um ser humano segregado provisoriamente do convívio social, onde os efeitos da prisonização e a nociva adaptação aos padrões de vida carcerária, implicam numa desadaptação da vida em liberdade. Serão enfocados os fenômenos negativos da prisão, tais como a solidão, a perda da autonomia e da capacidade de iniciativa, ameaças [atentes e manifestas de violência, a rotina, a monotonia e a massifícação de atividades e relações. Finalmente, o problema da reintegração social do preso, ao deparar-se com uma sociedade pouco receptiva.
Orientador : Juan Fernando Peña; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Modalidade em Treinamento Penal e Gestão Prisional; Inclui referências
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/97030</guid>
<dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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