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<title>Medicina (Toledo)</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/71936</link>
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<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 07:19:49 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-15T07:19:49Z</dc:date>
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<title>Perfil epidemiológico das malformações congênitas na vigésima regional de saúde do Paraná no período de 2011 à 2017</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/87611</link>
<description>Perfil epidemiológico das malformações congênitas na vigésima regional de saúde do Paraná no período de 2011 à 2017
Resumo : Malformações congênitas (MCs) são anomalias estruturais ou funcionais que ocorrem no período intrauterino, sendo que para metade dos casos ainda não há uma etiologia definida. As MCs correspondem a segunda principal causa de óbitos infantis no Brasil. Entre as regionais de saúde do estado do Paraná destaca-se a 20ª regional de saúde (20ª-RS-PR), com uma média de óbitos infantis por MCs superior à prevista. Tendo em vista a alta prevalência de MCs, este trabalho teve como objetivo analisar as características dos nascidos vivos da 20ªRS-PR no período entre 2011 e 2017. Foram avaliados dados sociodemográficos, dados relacionados ao concepto e a gestante, para então estabelecer possíveis fatores de risco associados às MCs. A coleta de dados ocorreu a partir das informações contidas nas declarações de nascido vivo (DNs), por meio do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Foram analisados 37.248 registros de nascidos vivos da 20ª RS-PR, dos quais 345 apresentaram MCs, representando uma prevalência de 0,93%. O município de Ouro Verde do Oeste apresentou a maior prevalência de MCs (1,67%). O tipo de MCs de maior ocorrência foi do aparelho osteomuscular (39,42%). Entre as demais características avaliadas destacaram-se com maior chance de estarem relacionadas a MCs: o nascimento entre 22 a 36 semanas, peso entre 500 a 2.500g, Apgar abaixo de 5 e a não realização de acompanhamento pré-natal pelas mães. Devido ao predomínio da atividade agrícola da região e o consequente uso intenso de agrotóxicos, levanta-se a possibilidade da influência desses produtos sobre a prevalência de MCs na região
Orientadora: Prof(a). Dr(a). Ana Paula Carneiro Brandalize; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Toledo, Curso de Graduação em Medicina; Inclui referências
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/87611</guid>
<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação das taxas de reoperação e das complicações em pacientes com massa calculosa renal entre 20 e 30 mm submetidos à ureteroscopia flexível em um município no interior do Paraná</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/87608</link>
<description>Avaliação das taxas de reoperação e das complicações em pacientes com massa calculosa renal entre 20 e 30 mm submetidos à ureteroscopia flexível em um município no interior do Paraná
Resumo : A Ureteroscopia flexível (fURS) demonstra ser uma técnica já não mais emergente, mas efetiva e em processo de ampliação do seu campo de atuação na abordagem de cálculos intrarrenais. O atrativo desse método é a baixa morbidade quando comparada a procedimentos que agridem o parênquima renal, como a Nefrolitotripsia Percutânea (NLPC). A atual pesquisa busca evidenciar quais as complicações e a taxa de reoperações para extração de cálculos em pacientes com massa calculosa total entre 20 e 30 mm submetidos à fURS. Materiais e Métodos: Foram analisados 412 prontuários médicos eletrônicos de pacientes submetidos a fURS e selecionados 119 com diagnóstico de nefrolitíase, com massa calculosa entre 20 e 30 mm, entre 2013 e 2018. Resultados: a faixa etária entre 31 e 60 anos concentrou a maior porcentagem de pacientes com necessidade de repetir o procedimento (p=0,985). No total dos pacientes, 47 eram mulheres e 72 eram homens. O principal sítio de localização das massas calculosas no rim direito foi a pelve renal (33,33%), enquanto no rim esquerdo foi o Grupo Calicial Médio - GCM (38,10%). Ao todo, 19 pacientes necessitaram de reoperação. A análise estatística demonstrou relação entre a presença de complicação (Clavien-Dindo Grau I) e a necessidade de reoperação (p=0,001). Os pacientes que não necessitaram de reoperação (84,03%) apresentaram eliminação total da massa calculosa. Conclusão: a fURS é uma alternativa terapêutica muito resolutiva para a eliminação, em um único procedimento, de massa calculosa renal acima da 20 e inferior a 30 mm, localizada tanto em grupos caliciais quanto em pelve renal
Orientador: Prof. Me. Eduardo Gomes; Coorientadora: Profª. Me. Naura Tonin Angonese; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Toledo, Curso de Graduação em Medicina; Inclui referências
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Transtorno mental comum e o uso de psicotrópicos por estudantes de medicina de uma universidade do oeste do Paraná</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/87606</link>
<description>Transtorno mental comum e o uso de psicotrópicos por estudantes de medicina de uma universidade do oeste do Paraná
Resumo : Os Transtornos Mentais Comuns, são um grupo de sinais e sintomas que denotam sofrimento psíquico sem contudo culminar num diagnóstico de transtorno mental Maior. Nesse sentido, em se tratar da área da saúde, profissionais e estudantes estão sujeitos a maior prevalência de transtornos mentais, devido a características extrínsecas pessoais, bem como inerentes a estrutura da profissão. Nesse sentido, o jovem que entra no curso de medicina, passa por diversos fatores estressores para alcançar o diploma, para tanto, foi observado em estudos maiores níveis de sofrimento mental em relação a população geral. Desse modo, faz se necessário mensurar a prevalência de sofrimento mental, através de um instrumento SRQ-20, e traçar um perfil sociodemográfico para inferir determinadas associações. Através desse levantamento foi possível verificar um aumentado nível de estresse e sofrimento mental no grupo, chegando a 38,5% de TMC na população descrita. As principais associações negativas foram: Pensar em abandonar o curso, alimentação desregrada, noção de saúde própria ruim, ter diagnósticos prévios em transtornos psíquicos e ter feito tratamento para tal. O uso de psicotrópicos está intimamente ligado ao tratamento mental e mais prevalente em pessoas com sofrimento psíquico; Abstract : Common Mental Disorders, are a group of signs and symptoms that denote psychological suffering without however culminating in a diagnosis of Major mental disorder. In this sense, in the area of health, professionals and students are subject to a higher prevalence of mental disorders, due to extrinsic personal characteristics, as well as inherent to the structure of the profession. In this sense, the young person who enters the medical course, goes through several stressors to reach the diploma, for that, was observed in studies higher levels of mental suffering in relation to the general population. Thus, it is necessary to measure the prevalence of mental suffering, using an SRQ-20 instrument, and to draw a sociodemographic profile to infer certain associations. Through this survey it was possible to verify an increased level of stress and mental suffering in the group, reaching 38.5% of CMD in the described population. The main negative associations were: Thinking about dropping out of the course, unruly food, notion of poor health, having previous diagnoses of psychological disorders and having been treated for it
Orientadora: Profa. Ma. Sonia Mara Andrade; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Toledo, Curso de Graduação em Medicina; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/87606</guid>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise das abordagens da atenção em saúde indígena em projetos pedagógicos de cursos de medicina de universidades federais brasileiras</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/98175</link>
<description>Análise das abordagens da atenção em saúde indígena em projetos pedagógicos de cursos de medicina de universidades federais brasileiras
Resumo : Introdução: Este artigo científico surge como uma resposta e continuidade à proposta de recomendação à Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), que defende a visibilidade da temática dos povos indígenas e o cuidado em contextos interculturais na educação médica. É fundamental estimular a presença de estudantes indígenas nos cursos de Medicina e outras áreas da saúde, reconhecendo a riqueza cultural e os saberes que esses povos trazem. Objetivo: identificar e analisar a existência de conteúdos que abordam a saúde de povos indígenas nos Projetos Políticos Pedagógicos (PPP) dos cursos de Medicina de instituições federais do Brasil. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa de desenho analítico de abordagem quantitativa. O estudo foi desenvolvido por meio de uma busca ativa remota em sites de cursos de graduação em Medicina. Das 77 Universidades Federais do Brasil foram selecionadas 25, sendo 05 por região do país. A seleção foi realizada por sorteio via plataforma eletrônica. O levantamento dos dados quantitativos ocorreu através da avaliação de fontes primárias dos PPP das respectivas Universidades. Resultados: Dos 25 cursos avaliados, quatro (16%) tiveram as disciplinas direcionadas para questões indígenas têm espaço ainda limitado no processo de formação dos profissionais médicos. É muito positivo verificar que 14 (56%) IFES estão oferecendo vagas suplementares especificamente para estudantes indígenas. Já no que tange à presença de Ambulatórios em Saúde Indígenas nas Universidades federais dos estados do Tocantins , Distrito Federal e São Paulo, esse é um passo importante na saúde indígena, proporcionando um campo de ensino prático enriquecendo o conhecimento teórico com vivências reais sobre a saúde e as doenças das populações indígena. Verificou-se que 70% das IFES evidenciam diversas atividades de extensão que refletem o engajamento das universidades na temática indígena. Essas atividades incluem ligas acadêmicas, projetos de pesquisa em saúde indígena, Programas de Educação Tutorial em Saúde Indígena, Seminarista ,Cursos de Extensão e outros. Por último, concluímos que a educação médica deve ser capaz de formar profissionais comprometidos com uma prática intercultural, inclusiva e respeitosa, capaz de atender às necessidades de todos os grupos sociais. É fundamental que todas as escolas médicas incluam a disciplina de Saúde Indígena em seus currículos. A diversidade cultural e as especificidades das comunidades indígenas exigem dos futuros médicos uma formação que vá além do conhecimento técnico e científico tradicional; Abstract : Introduction: This scientific article arises as a response and continuation to the recommendation proposal to the Brazilian Association of Medical Education (ABEM), which advocates for the visibility of indigenous peoples' issues and care in intercultural contexts in medical education. It is essential to encourage the presence of indigenous students in Medical courses and other health areas, recognizing the cultural richness and the knowledge that these peoples bring.Objective: To identify and analyze the existence of content that addresses the health of indigenous peoples in the Political Pedagogical Projects (PPP) of Medical courses at federal institutions in Brazil.Methodology: This is an analytical research with a qualitative approach. The study was developed through an active remote search on undergraduate medical course websites. Out of the 77 Federal Universities in Brazil, 25 were selected, with 5 from each region of the country. The selection was carried out by random draw via an electronic platform. The collection of quantitative data occurred through the evaluation of primary sources from the PPPs of the respective universities.Results: Of the 25 evaluated courses, four (16%) had subjects directed towards indigenous issues, which still have limited space in the training process of medical professionals. It is very positive to verify that 14 (56%) Federal Institutions of Higher Education (IFES) are offering supplementary vacancies specifically for indigenous students. Regarding the presence of Indigenous Health Clinics at federal universities in the states of Tocantins, Federal District, and São Paulo, this is an important step in indigenous health, providing a practical teaching field that enriches theoretical knowledge with real-life experiences about the health and diseases of indigenous populations. It was found that 70% of IFES demonstrate various extension activities that reflect the engagement of universities with indigenous themes. These activities include academic leagues, research projects in indigenous health, Indigenous Health Tutorial Education Programs, seminars, extension courses, and others.Conclusion: We conclude that medical education must be capable of training professionals committed to an intercultural, inclusive, and respectful practice that can meet the needs of all social groups. It is essential that all medical schools include Indigenous Health as a subject in their curricula. The cultural diversity and specificities of indigenous communities require future doctors to have training that goes beyond traditional technical and scientific knowledge
Orientador(a): Ana Paula Carneiro Brandalize; Coorientador: Willian Fernandes Luna; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Toledo, Curso de Graduação em Medicina; Inclui referências
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/98175</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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