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<title>Educação Especial</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/67923</link>
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<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:42:54 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-23T07:42:54Z</dc:date>
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<title>Inclusão de deficientes auditivos nas séries iniciais no ensino fundamental</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105533</link>
<description>Inclusão de deficientes auditivos nas séries iniciais no ensino fundamental
Não inclui resumo
Orientador: Claudia Cobalchini; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Educação Especial; Inclui referências
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A inclusão do aluno autista na escola comum</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105525</link>
<description>A inclusão do aluno autista na escola comum
Resumo: A inclusão do aluno autista na Educação Comum, Ensino Regular ou seja, nas classes da Educação Comum, se configura num trabalho voltado para a aceitação e entendimento por parte dos envolvidos neste processo. Durante este trabalho de estudos e pesquisas bibliográficas buscou-se trabalhar na cidade de Paranaguá, em algumas escolas municipais, pré - estabelecidas para a efetivação deste projeto, a integração dos alunos autistas na Educação Comum. Para tanto está havendo acompanhamento e orientação de profissionais da área da Educação Especial, numa parceria que pretende não somente incluir mas integrar esta clientela analisando e observando o seu desempenho. Observou-se não apenas o estudo dos múltiplos comportamentos não-verbais tais como o contato visual direto, mas também, a expressão facial, a postura corporal e gestos para regular a interação social do aluno autista. Indiscutível é saber compreender o atraso ou ausência total de desenvolvimento da linguagem falada no aluno autista, não se colocando,jamais, como facilitador da comunicação através de modos alternativos como gestos ou mímicas, mas sim conhecer estratégias que contribuam para o desenvolvimento do relacionamento do autista com seus pares compartilhando interesses e realizações.Os autistas apresentam uma insistência na ‘mesmice’, denotadamente seu comportamento inflexível e suas rotinas e rituais não funcionais. Assim sendo, é preciso saber enfrentar mudanças no ambiente que a criança costuma freqüentar pois de outra forma pode causar episódios de agitação psicomotora gerando agressividade
Orientador: Ms Maria Beatriz Sandoval Ali; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Educação Especial; Inclui referências
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A escola perante a hiperatividade</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105481</link>
<description>A escola perante a hiperatividade
Resumo: O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um padrão persistente com deficiências de atenção, hiperatividade, impulsividade, um transtorno comum em nossas salas de aula, que causa prejuízos no funcionamento familiar, social, acadêmico ou ocupacional. Mesmo sendo ultimamente muito estudado, é pouco conhecido por profissionais da área de educação e saúde. Há ainda muita desinformação ou informações errôneas sobre esse problema. O desconhecimento desse quadro freqüentemente acaba levando à demora no diagnóstico e no tratamento dos portadores do TDAH, ou levando a diagnósticos precoces. Muitas vezes, esse diagnóstico é feito na escola por pessoas não habilitadas que "rotulam" a criança, sem levar em consideração o ambiente escolar (aulas desmotivadoras/ desinteressantes) e se a criança apresenta alteração de comportamento em outros ambientes ou atividades. O diagnóstico da hiperatividade é difícil e complexo. É preciso uma cuidadosa coleção de informações das mais variadas fontes (exemplo, pais e professores), através dos mais variados instrumentos (observações, questionários, entrevistas e testes) e por vários meios. Todas as crianças são desatentas e impulsivas e exibem altos níveis de energia de vez em quando. No caso de TDAH, esta conduta se manifesta quase todo o tempo. Quando a criança exibe a conduta descrita hiperativa, típica do TDAH, ainda que o faça de forma consistente, não se deve chegar à conclusão errônea de que a criança tem esta desordem, até que não se complete uma avaliação apropriada. Além disso, os critérios necessários para um diagnósticos mudam com a idade. Desatenção, agitação, excesso de movimentação, impulsividade, baixo limite à frustração e dificuldade em adiar recompensas, afetam a integração da criança em todo o seu mundo. Os relacionamentos, as atividades escolares e o desenvolvimento da personalidade são afetados pelo estresse provocado pelo comportamento inconstante e imprevisível. As causas desses sintomas precisam ser conhecidas e tratadas com orientações terapêuticas, medicamentosas ou não, orientações médicas e não-médicas. Todo o tratamento requer compreensão e participação dos pais e professores - eles precisam estar dispostos a participar de todo o processo
Orientador: Profª. Claudia C. Cobalchini; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Inclusão/ Educação Especial; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Aprendizagem nas escolas</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/102090</link>
<description>Aprendizagem nas escolas
Resumo: Aprender é aprender a pensar, isto é, "inquirir, investigar, examinar, provar, sondar para se chegar à descoberta". Mas para aprender satisfatoriamente, o indivíduo deve estar motivado, incentivado, pois estes são fatores essenciais no processo de aprendizagem. A aprendizagem é um processo planejado ou não. Podendo ser casual ou organizada. Ela acontece durante toda a nossa vida. Toda a aprendizagem opera mudanças de comportamento no indivíduo. Ela parte do "não saber" para "o saber", do "não fazer" para o "fazer", para isso, o aprendiz deve apresentar condições físicas, psicológicas, intelectuais e emocionais favoráveis. No decorrer da vida, aprendemos a superar nossas necessidades vitais para nossa sobrevivência, aprendemos a interagir no meio em que vivemos transformando-o e dele tirando proveito para nosso crescimento, como também podemos aprender a adquirir conhecimentos nas instituições escolares que oferecem um conhecimento mais sistematizado e elaborado, pois a escola tem duplo papel social no aprendizado de um indivíduo: ela é transmissora de conhecimentos culturais e ensinamentos, transformadora das estruturas sociais adequando as necessidades da criança, da família e da comunidade
Orientador: Professora Cláudia Cibele Bildinger Cobalchini; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Inclusão e Educação Especial; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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