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<title>Gênero e diversidade na escola</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51761</link>
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<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 12:37:14 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-28T12:37:14Z</dc:date>
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<title>A história da homossexualidade e a nova visão da Igreja e da sociedade na atualidade</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51857</link>
<description>A história da homossexualidade e a nova visão da Igreja e da sociedade na atualidade
Resumo : Este trabalho versa sobre aspectos históricos relativos à homossexualidade, incluindo como a questão era tratada em diferentes civilizações, tais como egípcia, grega, romana, entre outras. Aborda também alguns trechos a respeito de como a homossexualidade foi retratada na bíblia. O trabalho ressalta o momento histórico que vivemos atualmente, o conclave de março de 2013, em que um Cardeal Argentino torna-se Papa Francisco e desde então vem sendo considerado o papa dos humildes. Este papa, em contraste com os que lhe antecederam, vem demonstrando um discurso em direção ao respeito à homossexualidade, e da aceitação de pessoas homossexuais na igreja católica, o que vem se constituindo em fato inédito para uma religião milenar como esta. Este trabalho buscou caracterizar de maneira breve este momento histórico de transição que estamos passando atualmente, evidenciando o discurso de um papa do povo para o povo, os respeitando e se aproximando de seus fiéis
Orientador: Marcos Claudio Signorelli; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/51857</guid>
<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Construindo caminhos de igualdade racial na educação infantil</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51809</link>
<description>Construindo caminhos de igualdade racial na educação infantil
Resumo: Este artigo faz uma reflexão sobre a diversidade étnico-racial na infância. O desenvolvimento integral das crianças deve ser baseado numa educação democrática, plural e de qualidade. Partiu-se do questionamento sobre quais as situações em que as relações de desigualdade racial apresentam-se na vida das crianças e como as instituições intervêm na promoção da igualdade racial. Os objetivos identificaram ações de profissionais de educação infantil nesta temática. A metodologia foi qualitativa com inserção a campo num Centro de Educação Infantil (CEI) na Rede Municipal de São Paulo. Em campo foi possível identificar documentos, realizar observações, registro e relatos ocorridos durante as atividades realizadas no CEI. Os dados analisados revelam que as crianças manifestam valores socioculturais adquiridos no meio em que pertencem, conforme vivenciam suas experiências, por vezes com autoimagem negativa pessoal e coletivamente. Conclui-se que a educação infantil tem papel decisivo na formação da identidade das crianças e suas famílias, e que, os princípios da individualidade, igualdade, liberdade, diversidade e pluralidade devem valorizar diferenças e ressaltar as especificidades.
Orientadora : Rosa Maria Frugoli da Silva; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Funk, sexualidade e relações de gênero entre estudantes de uma escola pública da cidade de São Paulo</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/52039</link>
<description>Funk, sexualidade e relações de gênero entre estudantes de uma escola pública da cidade de São Paulo
Resumo : Quem vivencia o cotidiano da escola percebe a alta incidência de conflitos associados à discriminação de gênero. Diante deste quadro, a escola não pode se omitir, mas elaborar estratégias de combate a esse fenômeno social. Este artigo se justifica, assim, pela necessidade de melhorar o ambiente escolar e desenvolver ações de respeito à diversidade, com foco nas relações de gênero. O tema gerador é o funk, escolhido pela riqueza de material para debate, por ser capaz de provocar a participação ativa de alunos e alunas e com o intuito de trazer essa discussão para a realidade de vida das(os) jovens, para algo que lhes é familiar. Foi realizada uma pesquisa-ação e a escolha do funk como estratégia de aproximação se mostrou eficaz. Houve ampla participação e todas(os) deram a sua opinião. Diversas questões foram levantadas e discutidas sob a perspectiva de gênero. A investigação reafirmou a necessidade de mais ações pedagógicas no sentido de despertar ou sedimentar nas(os) estudantes o olhar crítico sobre construções sociais naturalizadas.
Orientador : Marcos Fernandes; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Reflexões sobre a menina que joga bola e o menino que conta história numa escola estadual de Itajaí</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51960</link>
<description>Reflexões sobre a menina que joga bola e o menino que conta história numa escola estadual de Itajaí
Resumo : Descreve-se e analisa-se neste trabalho a questão de gênero no espaço escolar. Aborda-se a separação dos gêneros no espaço escolar, bem como questionam-se práticas pedagógicas, a partir da observação dos comportamentos dentro e fora da sala de aula e nos pátios escolares. Este trabalho foi desenvolvido em uma turma do 7º ano do ensino fundamental, focando-se na desconstrução de preconceitos. Elaborou-se um questionário e, após, um debate com estudantes adolescentes, meninos e meninas, relacionando-se atividades, cores, brincadeiras, atitudes e falas consideradas por eles e elas, como tipicamente masculinas ou femininas. Após, procedeu-se a análise dos dados colhidos, que foram cotejados com a literatura pertinente. Os resultados apontam para a necessidade de discutir o sexismo na sociedade e na escola, a questão de gênero, as diferenças, a desigualdade e a tolerância, afirmando-se que meninos e meninas podem e devem fazer as mesmas atividades. Demonstra-se a consistência de paradigmas que a sociedade molda diferenciando atividades de meninos e meninas e assim, a importância da reflexão das práticas pedagógicas para a busca de uma cultura de paz entre os sexos e por conseguinte na sociedade, a partir da infância e adolescência.
Orientadora: Nadia T. Covolan; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Litoral, Curso de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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