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<title>Tocoginecologia Avançada</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/39167</link>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 00:19:43 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-05T00:19:43Z</dc:date>
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<title>Terapia não hormonal no manejo das ondas de calor no climatério</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105302</link>
<description>Terapia não hormonal no manejo das ondas de calor no climatério
Resumo: A menopausa, ponto máximo do ciimatério, é um evento acompanhado frequentemente por sintomas vasomotores, podendo ter um impacto significativo na qualidade de vida da mulher. A maioria das mulheres experimentarão fogachos em algum momento de suas vidas com freqüência e intensidade variáveis. Apesar das inúmeras teorias a fisiopatologia exata dos fogachos ainda não é conhecida. Existem muitas opções de terapias farmacológicas hormonais e não hormonais, até intervenções não farmacológicas, e escolher a melhor opção de tratamento para cada mulher envolve o conhecimento dos possíveis riscos e benefícios de cada tratamento, necessitando de individualização na conduta. O tratamento hormonal (estrogênio e/ou progesterona) ainda é a opção mais utilizada, e que se tem mais estudos realizados com esta modalidade de tratamento, resultando em uma redução de 80 a 90% dos fogachos, entretanto cada vez mais procuram-se terapias alternativas. O manejo não hormonal com melhores resultados tem se conseguido com a classe dos antidepressivos mais recentes, que compreende vários inibidores seletivos da recaptação da serotonina, alguns fornecendo redução de cerca de 60% dos fogachos. Este artigo procura avaliar as opções de terapias não hormonais disponíveis para o controle dos sintomas climatéricos, seus efeitos colaterais e mecanismos de ação
Orientador: Dr Almir Urbanetz; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciência da Saúde, Curso de Especialização em Tocoginecologia Avançada - Ginecologia nos Extremos da Vida Reprodutiva e Endócrina; Inclui referências
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/105302</guid>
<dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Etiologia da falência ovariana precose</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100827</link>
<description>Etiologia da falência ovariana precose
Resumo: A falência ovariana precoce (FOP) ou menopausa prematura é definida por término das menstruações após a puberdade e antes dos 40 anos, associado com um hipoestrogenismo e elevação das gonadotrofinas. Estima-se que a chance da menopausa ocorrer antes dos 40 anos seja de 1% e antes dos 30 anos 0,1%. A mulher está sujeita à deficiência ovariana durante todo o seu ciclo de vida até a menopausa fisiológica, podendo a deficiência estar presente ao nascimento ou manifestar-se durante o período reprodutivo. Embora a manifestação da FOP seja similar à menopausa fisiológica, os mecanismos fisiopatológieos são diversos e não estão completamente esclarecidos, o que contribui para a etiologia permanecer obscura na maioria das vezes
Monografia(Especializaçao) - Universidade Federal do Paraná. Especializaçao em Tocoginecologia
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Tumor de Buschke-Lowënstein : uma revisão de literatura</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/54106</link>
<description>Tumor de Buschke-Lowënstein : uma revisão de literatura
Resumo : O presente trabalho apresenta uma revisão de literatura sobre o tumor de Buschke-Löwenstein, também conhecido como condiloma acuminado gigante, que foi descrito pela primeira vez na literatura em 1925. É uma doença rara que se caracteriza por ser uma lesão condilomatosa de grandes proporções em região anogenital que pode acometer tato homens quanto mulheres. Apesar de apresentar características histológicas benignas, apresenta um comportamento localmente invasor gerando grande desconforto, constrangimento e prejuízo às atividades diárias do paciente. O tratamento é basicamente cirúrgico com exérese completa da lesão com margens amplas. Recentemente, tratamentos alternativos mais conservadores estão sendo propostos, porém ainda sem grandes evidências de sucesso. As recidivas são frequentes, mas na maioria dos casos de menor proporção do que o tumor original permitindo um tratamento conservador. Em cerca de um terço dos casos pode haver a degeneração maligna da lesão, que nada mais é do que a progressão do condiloma acuminado gigante para o carcinoma verrucoso; sendo este uma lesão maligna com possibilidade de metástase.
Orientador : Prof. Rita Maira Zanine; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Tocoginecologia Avançada; Inclui referências
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O tratamento das lesões escamosas de alto grau baseado nas alterações citológicas e colposcópicas : o método ver e tratar</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/54121</link>
<description>O tratamento das lesões escamosas de alto grau baseado nas alterações citológicas e colposcópicas : o método ver e tratar
Resumo :A redução da mortalidade decorrente do câncer cervical depende da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das lesões precursoras e invasivas do colo uterino. Estratégias que diminuem o tempo entre a captação da paciente com suspeita de lesão e o tratamento podem ter um impacto positivo para essa redução. O presente trabalho apresenta uma revisão de literatura sobre o método "Ver e tratar", que é indicado para o tratamento das lesões escamosas de alto grau. Esse método dispensa biópsia dirigida para definir o tipo de lesão. Baseia-se exclusivamente nas alterações citológicas e colposcópicas para decidir se há necessidade, ou não, de excisão cirúrgica. Caracteriza-se por identificar a lesão colposcópica sugestiva de alto grau e tratar em um mesmo momento. O método tem demostrado boa aceitabilidade e melhor custo-benefício, quando comparado à conduta com biópsia prévia.
Orientadora: Profa Rita Maira Zanine; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná.  Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Tocoginecologia Avançada; Inclui referências
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/54121</guid>
<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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