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<title>Oftalmologia</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/38715</link>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 02:45:06 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-07T02:45:06Z</dc:date>
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<title>Transplante de membrana amniótica no tratamento de úlceras neutróficas</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97695</link>
<description>Transplante de membrana amniótica no tratamento de úlceras neutróficas
Resumo: OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos do transplante de membrana amniótica criopreservada no tratamento da úlcera neurotrófica refratária ao tratamento clínico. MÉTODOS: Estudo prospectivo incluindo 11 olhos de 11 pacientes que realizaram transplante de membrana amniótica para tratamento de úlcera neurotrófica refratária a tratamento clínico no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, no período de maio de 2015 a julho de 2021. Os pacientes foram submetidos a diferentes técnicas cirúrgicas, com a membrana amniótica aplicada sempre com o epitélio para cima. RESULTADOS: idade média de 60 anos (34-82 anos), 64% eram homens. A etiologia predominante foi herpes zoster (5 olhos- 45%). Aproximadamente A dos pacientes (27%) faziam uso crônico de colírios hipotensores e mais de metade (54%) já haviam sido submetidos a transplante penetrante de córnea. Na indicação do transplante de membrana amniótica, 18% apresentavam melting corneano, 9% perfuração corneana e os demais com ulceração corneana sem outras complicações associadas (72%). O tempo entre tratamento clínico e cirúrgico variou de 9 dias a 2 anos. A acuidade visual com correção em 90% dos pacientes no pré operatório era pior que 20/400, com melhora em 36% dos casos após 3 meses do procedimento, piora em 18% e mantendo-se estável em 36%. 81% dos pacientes apresentavam queixa de dor no pré operatório. Destes, 66% relataram melhora total do sintoma após o procedimento cirúrgico. 54,6% dos pacientes apresentaram fechamento do defeito epitelial em 1 mês e metade evoluiu com quadro de afinamento corneano. A taxa de insucesso se deu em 45,5% dos pacientes. CONCLUSÃO: A membrana amniótica pode ser considerada uma boa alternativa para o tratamento de úlceras neurotróficas refratárias aos tratamentos clínicos. Houve melhora da dor na maioria dos olhos (66%), além de fechamento epitelial completo em 60% dos pacientes com 1 mês de pós-operatório; Abstract: PURPOSE: To evaluate the clinical results of cryopreserved amniotic membrane transplantation as a treatment option for refractory neurotrophic corneal ulcers. METHODS: This prospective study included 11 eyes of 11 patients who underwent amniotic membrane transplantation for the treatment of refractory neurotrophic corneal ulcers at Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, in the city of Curitiba, from May 2015 to July 2021. Patients underwent different surgical techniques in which the amniotic membrane was applied with the epithelium facing upward to promote corneal re-epithelialization. RESULTS: The median age of the patients was 60 years (range, 34-82 years), and 64% were men. The predominant etiology of corneal ulcers was herpes zoster (45% of cases). Approximately one-third of the patients (27%) were chronically using hypotensive eye drops, and more than half (54%) had previously undergone penetrating corneal transplantation. At the time of amniotic membrane transplantation, 18% of the eyes had corneal melting, 9% had corneal perforation, and the others had corneal ulceration without other associated complications (73%). The time between clinical diagnosis and surgical treatment ranged from 9 days to 2 years. The corrected visual acuity was worse than 20/400 in 90% of the patients preoperatively, with improvement in 36% after 3 months of the procedure, worsening in 18% and remaining stable in 36%. Of the patients, 81% complained of preoperative pain, and 66% of them reported total symptom relief after the surgical procedure. In one month, 54.6% of the patients presented a closure of epithelial defect, and half of the total group evolved with corneal thinning. The failure rate was 45.5% of the cases. CONCLUSION: Cryopreserved amniotic membrane transplantation can be considered a good alternative for treating refractory neurotrophic corneal ulcers, as it resulted in significant improvement in pain (66%) and complete epithelial closure (60%) in many patients at 1 month postoperatively. Notably, the high failure rate highlights the need for further studies to identify patientand ulcer-related factors that may influence the outcomes of this procedure
Orientador: Prof. Dr. Daniel Wasilewski; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Oftalmologia; Inclui referências
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/97695</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Prevalência de discromatopsia em amostra da população de Bocaiúva do Sul, Paraná</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51717</link>
<description>Prevalência de discromatopsia em amostra da população de Bocaiúva do Sul, Paraná
Resumo : Estudo da prevalência de discromatopsias congênitas em amostra da população de Bocaiúva do Sul, Paraná. Foi realizado um estudo transversal, onde foram avaliados todos os pacientes do gênero masculino que participaram como voluntários no projeto glaucoma. Em 475 pacientes do gênero masculino que participaram como voluntários no Projeto Glaucoma, a prevalência de discromatopsia pelo teste com a tabela de Ishihara foi de 6,52 % (31 pacientes), com idade média de 66 anos, variando entre 50 e 84 anos. Dos nove pacientes que realizaram todos os testes e questionários, todos os nove pacientes tiveram resultados normais, sem nenhuma alteração ou confusão no teste de reconhecimento de cores básicas.
Orientador : Mario Teruo Sato; Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso; Artigo (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias da Saúde, Curso de Especialização em Oftalmologia.; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/51717</guid>
<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Arterite temporal associada à síndrome de Tolosa-Hunt : relato de caso</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51665</link>
<description>Arterite temporal associada à síndrome de Tolosa-Hunt : relato de caso
Resumo : Introdução: Foi descrita uma apresentação atípica de arterite de células gigantes associada à síndrome de Tolosa-Hunt. Relato de caso: Paciente de cinqüenta anos de idade, sexo feminino, apresentou dor retro-orbitária, diplopia no olhar à direita, paralisia do VI nervo craniano à direita, ligeira redução da acuidade visual, náuseas e vômitos. Provas de atividade inflamatória estavam elevadas. A tomografia computadorizada evidenciou área de captação laminar assimétrica na porção antero-medial da fossa média de ambos os lados, mais proeminente à direita, adjacente ao gânglio de Gasser e à porção orbital da asa maior do esfenóide. Foi realizada biópsia da artéria temporal, compatível com arterite temporal. Os sintomas foram controlados com corticosteróides. Conclusão: Arterite de células gigantes e síndrome de Tolosa-Hunt são, tradicionalmente, diagnósticos diferenciais, mas, eventualmente podem estar associadas.
Orientador :  Mario Teruo Sato; Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso; Artigo (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Oftalmologia; Inclui referências
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/51665</guid>
<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Técnica para implante de anel intraestromal em ceratocone com eixos de coma e astigmatismo não coincidentes</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51646</link>
<description>Técnica para implante de anel intraestromal em ceratocone com eixos de coma e astigmatismo não coincidentes
Resumo : Descrevemos uma nova técnica para posicionamento de segmentos de anel intraestromal em pacientes portadores de ceratocone com eixo do coma e eixo topográfico não coincidentes. Nesta técnica os segmentos são aproximados visando melhorar tanto o coma como a ceratometria. O segmento mais longo é posicionado baseado no eixo do coma, enquanto o segundo segmento, mais curto, é usado para corrigir o astigmatismo topográfico; levando-se em conta o deslocamento deste causado pelo primeiro segmento. A técnica foi usada em 6 olhos consecutivos, selecionados por terem o eixo topográfico e o eixo do coma não coincidentes conforme verificado em tomografia de córnea. Essa técnica causa uma aproximação inferior dos segmentos, reduzindo significativamente o coma, o astigmatismo corneano e a ceratometria máxima e melhorando a acuidade visual.
Orientador : Glauco Henrique Regianni Mello; Artigo (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias da Saúde, Curso de Especialização em Oftalmologia.; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/51646</guid>
<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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