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<title>Neurologia pediátrica</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32464</link>
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<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 10:07:11 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-23T10:07:11Z</dc:date>
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<title>Avaliação dos pacientes com diagnóstico fetal de mal formações cerebrais atendidos no ambulatório de medicina fetal do Hospital De Clínicas da UFPR</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/51684</link>
<description>Avaliação dos pacientes com diagnóstico fetal de mal formações cerebrais atendidos no ambulatório de medicina fetal do Hospital De Clínicas da UFPR
Resumo : Introdução: O desenvolvimento do cérebro humano apresenta uma enorme complexidade. Assim, as anormalidades deste processo podem provocar uma ampla variedade de desfechos clínicos, desde prejuízo global do desenvolvimento até óbito precoce Objetivo: Avaliação e identificação das malformações do sistema nervoso central (SNC) atendidos no ambulatório de medicina fetal do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Métodos: Estudo de série retrospectivo e descritivo em instituição de referência para gestação de alto risco. Resultados: A amostra totalizou 70 pacientes com malformação do SNC. A média de idade materna foi de 27 anos e escolaridade média de 8,8 anos. O óbito fetal ocorreu em 7,1% dos casos e o neonatal em 33,8%. As desordens do tubo neural totalizaram 44,3% dos casos, seguidas de malformações prosencefálicas 20%, hidrocefalia 11,5%, hidranencefalia 7,1%, malformações de fossa posterior, esquizencefalia e outras malformações cada uma com 5,7%. Em 42,8% do total de casos ocorreu a presença de malformações associadas. Dentre os sobreviventes ao período neonatal, 84,3% dos pacientes evoluíram com sequela motora e 25% com epilepsia. Conclusão: O estudo provê informações acerca do impacto das malformações do SNC no período perinatal, neonatal e infância. A mortalidade neonatal e as chances de sequelas são elevadas. Sugere-se a criação de políticas de saúde pública visando a prevenção primária e protocolo de atendimento objetivando a padronização do atendimento no período pré, peri e pós natal.
Orientador : Sérgio Antônio Antoniuk; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Neurologia Pediátrica.; Inclui referências
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/51684</guid>
<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação de distúrbios gastrointestinais em crianças e adolescentes com paralisia cerebral</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/46720</link>
<description>Avaliação de distúrbios gastrointestinais em crianças e adolescentes com paralisia cerebral
Resumo : A Paralisia Cerebral (PC), sempre foi uma preocupação desde a Idade Antiga onde
se descrevia deficiência motora em membros inferiores de múmias, passando pela Idade
Média, quando se descrevia os déficits motores, decorrente de crianças prematuras,
passando pela Idade Contemporânea quando se descreveu a primeira evidencia de relação
entre déficit motor e a lesão estrutural cerebral em crianças com hemiplegia. Mas,
somente nos últimos dez anos que estudos brasileiros passaram a descrever a Paralisia
Cerebral associada a constipação em crianças. Indivíduos com paralisia cerebral
apresentam alterações neurológicas do controle do sistema digestório, portanto
manifestações digestórias são frequentes. As questões abordadas são fundamentais para
profissionais das equipes interdisciplinares que atendem indivíduos com paralisia
cerebral acerca da importância da anamnese ampla, exame clínico e complementar
detalhado que incluam investigação das desordens gastrointestinais associadas e suas
consequências. A detecção precoce dessas alterações digestórias pode respaldar medidas
de reabilitação mais eficientes no sentido de melhoria da qualidade de vida desses
indivíduos.
Orientadores :  Profª Dra. Danielle Caldas Bufara Rodrigues, Profª Dra Lucia Coutinho  e 
Profº Dr Isac Bruck; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Neurologia Pediátrica; Inclui referências
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/46720</guid>
<dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Aspectos neuropsiquiátricos na Síndrome de Down</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32926</link>
<description>Aspectos neuropsiquiátricos na Síndrome de Down
Talamini, Larissa Lachi
Resumo: A Síndrome de Down causada pela trissomia do cromossomo 21 é a causa mais comum de deficiência mental. O transtorno do comportamento tem causa multifatorial na Síndrome de Down sendo que a conformação cerebral diferenciada é um dos principais predisponentes de algum distúrbio comportamental. Esse trabalho tem como objetivo conhecer os aspectos biopsicossociais dos pacientes do Ambulatório da Síndrome de Down da Universidade Federal do Paraná, além de levantar as potenciais causas predisponentes de transtornos de comportamento nessa clientela. Foram entrevistadas 89 familiares de pacientes entre um e dezoito anos de idade no período de fevereiro a maio de 2011. 63% dos pacientes pertencem ao sexo masculino, a média de idade é de 7,2 anos. As mães em sua maioria são jovens com idade entre 30-40 anos, estudaram aproximadamente 9 anos e o pai está presente no lar. Conclui-se que crianças com Síndrome de Down possuem mais sintomas externalizantes como oposição, teimosia, desatenção, enquanto que nos adolescentes com Síndrome de Down prevalecem os sintomas Internalizantes como isolamento, afastamento e retraimento.; Abstract: Down’s syndrome caused by trisomy of chromosome 21 is the most common cause of mental retardation. Behavioral disorders are caused by multiple factors in Down syndrome and the different conformation of the brain is a major predisposing of some behavioral disorder. This study aims to understand the biopsychosocial aspects of the patients in the Down Syndrome Clinic at the Federal University of Paraná, besides raising the potential predisposing causes of disruptive behavior in this clientele. We interviewed 89 relatives of patients between one and eighteen years of age in the period from February to May 2011. 63% of patients were males, average age is 7,2 years. The mothers are mostly young people aged 30-40 years, studied about 9 years and the father is present at home. We conclude that children with Down syndrome have more externalizing symptoms as opposition, stubbornness, neglect, while in adolescents with Down syndrome are prevalent internalizing symptoms such as isolation, alienation and withdrawal.
Orientador: Isac Bruck; Co-orientador: Sérgio Antônio Antoniuk; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Especialização em Neurologia Pediátrica; Inclui referências
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/32926</guid>
<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Testes de triagem do desenvolvimento nos primeiros 36 meses de vida como fator prognóstico de desempenho escolar em crianças prematuras</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/53872</link>
<description>Testes de triagem do desenvolvimento nos primeiros 36 meses de vida como fator prognóstico de desempenho escolar em crianças prematuras
Santos, Fernanda Wagner Fredo dos
Resumo : Objetivo: Comparar os resultados dos testes de Denver II e Cognitive Adaptive
Test/Clinical Linguistic and Auditory Milestone Scale (CAT-CLAMS) em crianças entre
6 e 36 meses, nascidas prematuras, com os escores obtidos nos testes de Mini-Mental
State Examination (MMSE), Mini-Mental Adaptado para a faixa etária Pediátrica
(MMAP), Escala de Vanderbilt para Pais (EVP), Lista de Sintomas Pediátricos (LSP),
Diagnóstico Operatório de Piaget (DOP) e Análise Pedagógica (AP), realizada por
psicopegoga, com de testes de leitura, escrita e raciocínio matemático próprios e
padronizados, aplicados nas mesmas crianças, atualmente em idade escolar, para
definir se a triagem precoce alerta para distúrbios de aprendizagem e
comportamentais futuros.
Método: Reavaliação de 41 prematuros, atualmente entre 7 e 14 anos, testados com
MMSE, MMAP, EVP, LSP, DOP e AP, com primeira avaliação entre o 6ºe 36º mês de
vida com Denver II e CAT/CLAMS. Análise estatística comparando os desfechos da
primeira e segunda avaliações, com utilização dos métodos de McNemar e quiquadrado de Pearson, considerados resultados com p-valor =0,05.
Resultados: Reprovação em CLAMS para idade corrigida foi compatível com
alterações futuras na LSP e MMAP (ambos p = 0,02) e transtorno de conduta na EVP
(p = 0,04). Em CAT para idade corrigida, reprovação foi correlacionada com alterações
no MMAP e transtorno de conduta na EVP (ambos p = 0,02), transtorno de
ansiedade/depressão na EVP e escrita na AP (ambos p = 0,04) e LSP positiva (p =
0,007). Reprovações obrigatórias e questionáveis no Denver II nos critérios PessoalSocial e Motor-Adaptativo, em idade cronológica ou corrigida, relacionam-se com
alterações futuras comportamentais e de aprendizagem.
Conclusões: alterações nos testes de Denver II e CAT/CLAMS nos primeiros 36
meses de vida sugerem dificuldade de aprendizagem futura, e indicam
acompanhamento multiprofissional principalmente na transição para a idade escolar.; Objetivo: Comparar os resultados dos testes de Denver II e Cognitive Adaptive
Test/Clinical Linguistic and Auditory Milestone Scale (CAT-CLAMS) em crianças entre
6 e 36 meses, nascidas prematuras, com os escores obtidos nos testes de Mini-Mental
State Examination (MMSE), Mini-Mental Adaptado para a faixa etária Pediátrica
(MMAP), Escala de Vanderbilt para Pais (EVP), Lista de Sintomas Pediátricos (LSP),
Diagnóstico Operatório de Piaget (DOP) e Análise Pedagógica (AP), realizada por
psicopegoga, com de testes de leitura, escrita e raciocínio matemático próprios e
padronizados, aplicados nas mesmas crianças, atualmente em idade escolar, para
definir se a triagem precoce alerta para distúrbios de aprendizagem e
comportamentais futuros.
Método: Reavaliação de 41 prematuros, atualmente entre 7 e 14 anos, testados com
MMSE, MMAP, EVP, LSP, DOP e AP, com primeira avaliação entre o 6ºe 36º mês de
vida com Denver II e CAT/CLAMS. Análise estatística comparando os desfechos da
primeira e segunda avaliações, com utilização dos métodos de McNemar e quiquadrado de Pearson, considerados resultados com p-valor =0,05.
Resultados: Reprovação em CLAMS para idade corrigida foi compatível com
alterações futuras na LSP e MMAP (ambos p = 0,02) e transtorno de conduta na EVP
(p = 0,04). Em CAT para idade corrigida, reprovação foi correlacionada com alterações
no MMAP e transtorno de conduta na EVP (ambos p = 0,02), transtorno de
ansiedade/depressão na EVP e escrita na AP (ambos p = 0,04) e LSP positiva (p =
0,007). Reprovações obrigatórias e questionáveis no Denver II nos critérios PessoalSocial e Motor-Adaptativo, em idade cronológica ou corrigida, relacionam-se com
alterações futuras comportamentais e de aprendizagem.
Conclusões: alterações nos testes de Denver II e CAT/CLAMS nos primeiros 36
meses de vida sugerem dificuldade de aprendizagem futura, e indicam
acompanhamento multiprofissional principalmente na transição para a idade escolar.
Orientadores : Prof. Dr. Isac Bruck, Prof. Dr.
Sérgio Antoniuk ; Profª. Drª. Joseli do Rocio
Maito de Lima.; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Neurologia Pediátrica.; Inclui referências
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/53872</guid>
<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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