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<title>Cirurgia plástica e reparadora</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32457</link>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 20:43:39 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-03T20:43:39Z</dc:date>
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<title>Avaliação das variáveis fotográficas em pacientes com indicação de cirurgia do rejuvenescimento facial</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/84144</link>
<description>Avaliação das variáveis fotográficas em pacientes com indicação de cirurgia do rejuvenescimento facial
Introdução: A padronização da técnica fotográfica é fundamental na análise crítica e precisa dos pacientes. Deve ter qualidade fotográfica e demonstrar as estruturas anatômicas relevantes, auxiliando no planejamento pré-operatório e permitindo comparação adequada entre o pré e pós-operatório. Além disso, a fotografia faz parte da documentação cirúrgica, sendo importante em questões médico-legais e também para fins científicos. Objetivo: Avaliar os efeitos das variações do método fotográfico em pacientes com indicação de cirurgia do rejuvenescimento facial. Método: Estudo prospectivo, cego, realizado no Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR). Foram realizadas fotografias de 29 pacientes em 2 situações distintas. A foto 1(Pré-operatória: FPréO) foi realizada utilizando os métodos padrões de fotografia. A foto 2 (Pós-operatória: FPósO) foi realizada no mesmo dia, utilizando as variáveis escolhidas (cor do fundo, Flash, umidificação da pele, maquiagem, sorriso, distância) para distorção dos resultados fotográficos. Cada conjunto de foto (FPréO e FPósO) foi encaminhado para 5 cirurgiões plásticos, que graduaram a "foto 2" da seguinte forma: -10 a + 10, em relação a "foto 1". Resultado: Número total de avaliadores foi de 119, e média de 0.82 avaliadores por fotografia. A idade das pacientes variou de 40 a 75 anos (média de 60 anos). Não se observou melhora significativa na maioria dos grupos estudados, com exceção do grupo que foi utilizado o Flash na fotografia pós- operatória (p=0,035). Do total das 119 avaliações, obteve-se 45,37% notas acima de zero. A nota máxima encontrada foi de "10" em duas fotografias do grupo "maquiagem". A segunda maior nota foi 8, pertencente ao grupo "distância". Houve 54,62% de fotografias com nota 0, ou seja , sem alteração das FPréO e FPósO. Conclusão: Uma técnica fotográfica inadequada pode alterar as avaliações das fotos de maneira significativa. Todos os fatores avaliados obtiveram avaliações positivas, porém a principal variável fotográfica foi a utilização do Flash na FPósO.
Orientador: Renato da Silva Freitas; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Cirurgia Plástica e Reparadora; Inclui referências
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/84144</guid>
<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise morfológica da arcada dentária após enxertia óssea alveolar secundária : status da dentição e avaliação de resultados a longo prazo</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/83636</link>
<description>Análise morfológica da arcada dentária após enxertia óssea alveolar secundária : status da dentição e avaliação de resultados a longo prazo
Resumo: Introdução: A fissura lábio palatina é a deformidade congênita mais comum da face. Dentre as etapas do seu tratamento, há a reconstrução alvéolo-maxilar, necessária para a estabilização da maxila, suporte ósseo à erupção dentária e fechamento da fístula oronasal. Os métodos habituais de tratamento para essa etapa são a periosteoplastia e o enxerto ósseo autólogo de crista ilíaca, esse último aceito como o mais efetivo. Objetivo: Avaliar a mobilização dos dentes dos pacientes fissurados após a enxertia óssea alveolar secundária propriamente dita. Método: Foram avaliados cinqüenta e oito pacientes com fissura lábio palatina com comprometimento ósseo da maxila, submetidos à enxertia óssea alveolar secundária propriamente dita pelo mesmo cirurgião. Todos pacientes com acervo radiográfico e tomográfico completo pré e pós enxerto ósseo alveolar. Resultados: Dos cinqüenta e oito pacientes 38 eram do sexo masculino. A idade média do paciente ao receber o enxerto ósseo alveolar foi de 9,7 anos. O seguimento médio dos pacientes foi de 5,5 anos. A grande maioria dos pacientes, 74,1%, apresentava algum grau de colapso da maxila, sendo que em algum momento do tratamento foram submetidos a expansão da maxila. Dos 41 pacientes sem incisivo lateral, 32 apresentavam pré-canino na idade da enxertia. Na evolução do tratamento deste grupo, em 15 não foi feita nenhuma mobilização. Em sete pacientes utilizou-se o pré-canino para mimetizar o incisivo lateral. Dez pacientes tiveram seus pré-caninos extraídos. No grupo dos 15 pacientes com canino já erupcionado, obteve-se 100% de estabilização e manutenção dos mesmos. Dos 41 pacientes com gérmen do canino, obteve-se taxa de erupção através do enxerto ósseo de 85,7%. Todos pacientes apresentaram índices satisfatórios, acima de 67%, de integração do enxerto ósseo alveolar. Conclusão: A enxertia óssea alveolar secundária propriamente dita foi muito efetiva no tratamento do paciente portador de fissura óssea alveolar, proporcionando suporte às estruturas relacionadas. A longo prazo demonstrou bons resultados estéticos e funcionais.
Orientador: Renato da Silva Freitas; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Cirurgia Plástica e Reparadora; Inclui referências
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da plicatura do SMAS usando vetor vertical na reabilitação facial</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32818</link>
<description>Avaliação da plicatura do SMAS usando vetor vertical na reabilitação facial
Bodanese, Tiago
Resumo:  Introdução: Ritidoplastia é uma das cirurgias plásticas mais realizadas, tanto como objetivo reparador na reabilitação facial, como estético, buscando diminuir o excesso de tecidos abaixo da mandíbula, proporcionando o reposicionamentodos tecidos, atravésda plicatura do SMAS (Sistema músculo-aponeurótico superficial) e retirada do excesso de pelee da diminuição do ângulo cérvico-facial,buscandomelhorarorejuvenescimento facial. A transição cérvico-facial é importante, poiscom o aumento dessa angulação,demonstra com maior evidência o envelhecimentofacial. Objetivos:O propósito desse estudo foicomparar duas técnicas de ritidoplastia técnica-1: MACs lifting,e técnica–2: SMASectomia, ambas usando plicatura com vetor vertical, para o tratamento  da transição cérvicofacial. Material e Métodos: Foram operados 29 pacientes, sendo 6 submetidos a MAC-lift e 23 a smasectomia com plicatura vertical,de 2004 até 2009, no Hospital de Clínica da Universidade Federal do Paraná e em Clínica privada, após assinado termo de consentimento, e acompanhados por até 1 ano. Resultados:O resultado desse estudo evidenciou que a técnica 2: SMASectomia com plicatura vertical foi superiora técnica–1e teve diferença estatística entre o momento inicial e os momentos seguintes. O mesmo não ocorreu em relação a técnica 1. Conclusão:Concluímos que aduas técnicas apresentaramresultado significativos no tratamento do envelhecimento na região cérvico-facial, sendo que a SMASectomia com plicatura no vetor vertical foi mais eficiente no tratamento.; Abstract: Introduction : Rhytidectomy is one of the m ost performed plastic surgeries, both aimed at repairing facial rehabilitation, such as aesthetic, seeking to reduce excess tissue below the jaw, allowing the repositioning of the tissues by plication of the SMAS (superficial musculoaponeurotic system ) a reduction of cervicalnd removal of excess skin and facial, seeking to improve facial rejuvenation. The transition cervicofacial is important, because with the increase this angle, most obviously demonstrates facial aging. O bjective : The purpose of this s techniquetudy was to compare two techniques of facelift 1: MACs facelift, and technical M2: SMASectomia, using both vector with vertical placation for the treatment of cervicofacial transition. : We operated 29 patients, 6 underwen aterial and Methods t MAC23 and lift the smasectomia with vertical plication, from 2004 to 2009 in the Clinical Hospital of Federal University of Parana and private clinic, after signed consent form, and followed for up to one year. R esults : The result of this study showed vertical plication technique was overthat the technique 2: SMASectomia with and had a statistical difference between the initial moment and the moments following. This did not occur in relation to a technique. C onclusion : We conclude that both technique s showed significant results in the treatment of aging in the cervicofacial area, and the SMASectomia plication with the vertical component was more effective in the treatment.
Orientador: Ruth Maria Graf; Co-orientador: Gilvani Azor de Oliveira e Cruz; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Especialização em Cirurgia Plástica e Reparadora; Inclui referências
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação de 45 pacientes portadores de microtia e perda auditiva : comparação entre achados audiométricos e tomográficos</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/48804</link>
<description>Avaliação de 45 pacientes portadores de microtia e perda auditiva : comparação entre achados audiométricos e tomográficos
Colpo, Paula Giordani
Introdução: A malformação auricular está frequentemente associada à malformação
dos componentes auditivos (porção externa, média e interna). O acompanhamento
com exames audiométricos e tomográficos é importante para o fornecimento de
subsídios na detecção de déficits auditivos; propiciando reabilitação auditiva
precoce. Objetivos: Relacionar o grau de deformidade auricular com perda auditiva
e achados tomográficos em pacientes com microtia. Obter possível estimativa do
grau da perda de audição, mesmo sem realizar exames tomográfico e audiométrico.
Métodos: Trabalho realizado no Centro de Atendimento Integral ao Fissurado Lábio
Palatal (CAIF) em Curitiba – PR, de forma retrospectiva com a seleção aleatória de
45 pacientes (22 femininos e 23 masculinos) portadores de microtia no período de
março de 2001 a abril 2010, com avaliação audiométrica e tomográfica de ouvido e
mastóide. Os pacientes foram divididos em grupos conforme a classificação de
Meurmann (deformidade auricular): I, II e III. A avaliação e classificação das
alterações tomográficas foram realizadas por uma única otorrinolaringologista.
Resultados: Ao comparar os 3 grupos de Meurmann com os achados audiométricos
(média e freqüências de 500, 1000 e 2000 Hz), o teste F para audiometria não se
mostrou significativo (p&gt; 0,05). A análise de variância para os dados tomográficos,
ou seja, ao comparar os 3 grupos de Meurmann com a soma dos valores dos
achados tomográficos, encontramos significância estatística (p&lt; 0,05). Com isso
podemos afirmar que quanto maior o grau de microtia ou mais grave a deformidade
auricular, maiores deformidades serão encontradas na tomografia de ouvido e 
xi
mastóide. Conclusões: Não foi possível correlacionar o grau de deformidade
auricular com déficit auditivo, porém foi estatisticamente significante a relação entre
deformidade auricular e alterações tomográficas de ouvido e mastóide.
Orientador :  Prof. Dr. Renato da Silva Freitas; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Cirurgia Plástica e Reparadora.; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/48804</guid>
<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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