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<title>Gestão em defesa agropecuária</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32446</link>
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<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 12:16:21 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-25T12:16:21Z</dc:date>
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<title>Piscicultura em reserva indígena : resgate da cultura e segurança alimentar</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/38815</link>
<description>Piscicultura em reserva indígena : resgate da cultura e segurança alimentar
Orientador : Luiz Danilo Muehlmann; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Curso de Especialização em Gestão em Defesa Agropecuária.; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Proposta de utilização da vacina RB-51 como alternativa viável na imunização contra brucelose bovina em município (Rio Azul) que apresenta baixo indice de vacinação com B-19</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32722</link>
<description>Proposta de utilização da vacina RB-51 como alternativa viável na imunização contra brucelose bovina em município (Rio Azul) que apresenta baixo indice de vacinação com B-19
Rodrigues, Elizabeth Brown
Resumo: A brucelose apresenta-se como uma zoonose que se estabelece nos bovinos podendo causar sérios riscos à saúde humana e animal trazendo prejuízos financeiros ao produtor ao provocar abortos, infertilidades, nascimento de bezerros fracos etc. Oficialmente as imunizações contra esta doença é realizada através de vacinações utilizando-se a cepa atenuada B-19. Esta cepa apesar de ser considerada um ótimo imunógeno que confere uma boa proteção, sua utilização apresenta características peculiares e especificas, sendo necessária sua utilização somente em determinados períodos de vida das bezerras, estabelecendo-se sua execução entre os 3 e 8 meses de idade quando ainda essas fêmeas se encontram em fase considerada impúbere. Passado este curto período de 6 meses, não é mais possível imunização tendo em vista a manutenção de altos títulos de anticorpos aglutinantes que prejudicam e confundem as interpretações dos exames sorológicos que venham a ser realizados futuramente. Por outro lado os índices de vacinação de bezerras não vem atingindo os níveis desejáveis pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB) e pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A utilização da vacina não indutora de anticorpos denominada de RB-51 esta restrita a autorização especialmente concedida em casos especiais não sendo rotineiramente aceita no PNCEBT. A presente pesquisa procurou revelar através de um levantamento pormenorizado, os percentuais atuais de vacinação contra a Brucelose nos municípios de Rio Azul. Os dados obtidos revelam claramente que os índices de vacinação contra esta doença são preocupantemente baixos e isto se deve em parte a falta de conscientização dos proprietários de bovinos destas regiões sobre os efeitos danosos que esta doença pode trazer em uma dada propriedade. Igualmente pode-se afirmar que devido a baixa prevalência da doença na região, a imunização de bezerras não é realizada a contento pelos proprietários. Devido a isto, este estudo propõe como alternativa viável de execução a utilização da vacina RB-51 em fêmeas adultas que não foram vacinadas no período certo com a vacina B-19 com objetivo de elevar os índices de proteção que se encontram baixos. Pretende-se que esta alternativa proposta uma vez aceita, possa contribuir significativamente no sucesso do PNCEBT em todos os municípios do nosso país
Orientador: José Francisco Ghignatti Warth; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Especialização em Gestão em Defesa Agropecuária; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Reação cruzada por diarréia viral bovina versus peste suína clássica : estudo de caso</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32694</link>
<description>Reação cruzada por diarréia viral bovina versus peste suína clássica : estudo de caso
Moser, Ana Paula
Resumo: A suinocultura tem evoluído de forma constante em números de animais e em termos técnicos caminhando para uma produção alicerçada em alto nível tecnológico , segurança alimentar, preservação ambiental e bem-estar animal. Neste panorama, torna-se cada vez mais importante a produtividade dos rebanhos suínos brasileiros e como fator primordial destaca-se a sanidade, sendo que a prevenção é a maior ferramenta de atuação na suinocultura tecnificada. Impedir a entrada de agentes causadores de doenças pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso desta atividade. O Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS) concentra seus esforços nas doenças da lista da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) que se caracterizam pelo grande poder de difusão, conseqüências econômicas ou sanitárias graves e repercussão no comércio internacional como a peste suína clássica dentre outras. Atualmente, as principais atividades do PNSS estão voltadas para o reconhecimento, manutenção e ampliação da zona livre de PSC e na certificação e monitoramento de granjas de reprodutores suídeos (GRSC). Neste estudo foi realizada uma revisão de literatura sobre diarréia viral bovina (BVD) e peste suína clássica (PSC) bem como um estudo de caso de dois estabelecimentos de criação de suínos denominados GRANJA 1 e GRANJA 2, com amostras sorológicas de reprodutores reagentes, para as quais houve necessidade de diagnóstico laboratorial diferencial. Várias enfermidades que afetam os suínos apresentam sinais clínicos comuns e nesses casos o diagnóstico laboratorial diferencial é utilizado como ferramenta de atuação. No caso de BVD e PSC ocorre a necessidade de uso dessa ferramenta haja vista que podem ocorrer reações cruzadas com outros pestívirus e reações inespecíficas ao diagnóstico diferencial (níveis de títulos semelhantes entre PSC e BVD). A GRANJA 1 enviou 54 amostras sorológicas das quais uma apresentou-se reagente ao teste ELISA feito como triagem para PSC, já na GRANJA 2 o envio foi de 33 amostras sorológicas das quais seis apresentaram-se reagentes ao teste ELISA para PSC. As amostras suspeitas foram submetidas a teste de vírus neutralização e resultaram na GRANJA 1 como negativa para PSC não sendo conclusivo para BVD portanto, caracterizando uma reação inespecífica. Na GRANJA 2 das seis amostras suspeitas todas foram negativas a PSC e cinco confirmaram-se como reagentes a BVD, caracterizando reação cruzada. Nesse contexto a vigilância sanitária animal efetuada pelos serviços de defesa sanitária animal é de grande importância, pois é composta por um conjunto de ações que visam impedir o ingresso e detectar sinais diretos ou indiretos da presença de um ou mais agentes patogênicos em uma população animal susceptível, de forma precoce, permitindo reação rápida. Portanto, conclui-se que os serviços de defesa, por sua incumbência específica, tratam diretamente com temas importantes para a saúde, aspectos econômicos e costumes da sociedade necessitando de programas de biossegurança, ações de educação, vigilância sanitária, legislação e profissionais capacitados devem ser requisitos para países ou estados reduzir a vulnerabilidade da cadeia de produção suína, obtendo o fortalecimento da competitividade e do poder de comércio da carne suína no mercado nacional e internacional
Orientador: Aglaci Tomporoski; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Especialização em Gestão em Defesa Agropecuária; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Monitoramento sorológico da presença infecciosa do vírus da febre aftosa através das técnicas de ELISA 3ABC e EITB no Estado do Paraná</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32719</link>
<description>Monitoramento sorológico da presença infecciosa do vírus da febre aftosa através das técnicas de ELISA 3ABC e EITB no Estado do Paraná
Ribeirete, Walter de Carvalho
Resumo: A febre aftosa é reconhecida como um problema mundial, tanto pelos prejuízos que acarreta sobre a produção pecuária, como pelas graves consequências econômicas no mercado internacional de animais e produtos de origem animal. A condição sanitária de área livre e não livre de febre aftosa têm destacada influência quanto ao acesso e competitividade no mercado internacional da carne bovina. Por tudo isso, esta doença exige grandes esforços e várias estratégias para o seu combate e erradicação. Esse trabalho destaca as principais características desta enfermidade, sua distribuição mundial, com enfoque para as ocorrências no Brasil e Paraná. Contempla, ainda, as estratégias de controle adotadas no Brasil que permitiram que a maior parte do país evoluísse de uma área infectada para zonas livres de febre aftosa. Entre os requisitos para se implantar e manter a condição de zona livre é necessário comprovar ausência de circulação do vírus da febre aftosa. O Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) prevê a realização de estudos soroepidemiológicos para comprovar a ausência de circulação viral na zona livre de febre aftosa do país. Esses estudos regulares também estão previstos em certificados de exportação de carne bovina brasileira. Em 2008 foi realizado tal estudo nos estados que compõem a zona livre de febre aftosa no Brasil e o objetivo principal deste trabalho é descrever o monitoramento realizado especificamente no Estado do Paraná. Neste estudo do Paraná, a população amostral foi constituída pelo rebanho bovino localizado em propriedades de maior risco localizadas na fronteira com o Paraguai e em propriedades ERAS (Estabelecimentos Rurais Aprovados pelo SISBOV), sendo amostrados bovinos de 6 a 12 meses de idade. Considerou-se uma prevalência mínima detectável de rebanhos afetados igual a 1%, com nível de confiança de 95%, ou seja, com 95% de probabilidade de encontrar pelo menos um rebanho infectado, caso a infecção esteja presente em pelo menos 1% dos rebanhos. O estudo foi fundamentado em uma amostragem de dois estágios, sendo primeiramente sorteado um número apropriado de rebanhos e, em segundo lugar, um número apropriado de animais, os quais receberam identificação individual. O diagnóstico consiste na detecção de anticorpos contra proteínas não-estruturais (PNE) do vírus da febre aftosa, empregando-se o sistema I ELISA 3ABC/ EITB, sendo realizadas colheitas pareadas das amostras de soro em todos os rebanhos que apresentem animais reagentes às provas de diagnóstico. Os exames sorológicos foram complementados com inspeções clínicas e, quando necessário, colheita de amostras de líquido esofágico-faríngeo para pesquisa viral. Inicialmente, partiu-se de uma amostragem em 200 propriedades, sendo amostrados 2.145 bovinos de 6 a 12 meses de idade, dos quais, apenas 23 (1,07 %) mostraram-se reagentes na segunda colheita, sendo submetidos à exames clínicos e à colheita de líquido esofágico-faríngeo para pesquisa viral. Fundamentado no fato de não ter havido aumento do número de animais reagentes na sorologia pareada, associado às investigações complementares realizadas, concluiu-se pela ausência de circulação do vírus da febre aftosa no estado do Paraná
Orientador: Antonio Waldir Cunha da Silva; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Especialização em Gestão em Defesa Agropecuária; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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