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<title>Teses &amp; Dissertações</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/286</link>
<description>Coleção que armazena as Teses e Dissertações da UFPR.</description>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:16:50 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-07-01T15:16:50Z</dc:date>
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<title>O treinamento das habilidades sociais como um meio de inclusão da criança autista nas séries inciais do ensino fundamental</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105681</link>
<description>O treinamento das habilidades sociais como um meio de inclusão da criança autista nas séries inciais do ensino fundamental
Resumo: O surgimento da linguagem marca o desenvolvimento cognitivo e social da criança, independentemente da situação em que esta se encontra. Embora a criança em seu desenvolvimento normal não fale durante o primeiro ano de vida, a sua interação com os outros é fundamental para o desenvolvimento da linguagem. As relações entre linguagem e a interação social devem ser consideradas na fase chamada pré-lingüística e também ao longo do processo lingüístico, o qual deve ocorrer, principalmente durante a sua freqüência às séries iniciais do ensino fundamental. A partir desse ponto de vista, consideramos que o desvio de linguagem no quadro de autismo pode ser considerado mais abrangente. Além disso, o entendimento da retro-alimentação entre linguagem e as demais habilidades, permite uma visão dinâmica do tripé das áreas social, de comunicação e interação com o ambiente escolar. De acordo com os conceitos de aquisição, desenvolvimento e abrangência, a linguagem é parte essencial na apreensão do mundo físico e social: O mundo das pessoas, objetos e acontecimentos que as envolvem, dos sons e gestos que geralmente as acompanham e dos meios gestuais e vocais pelos quais podem criar resultados desejados. A partir deste ponto de vista, o desenvolvimento das habilidades sociais no autismo remete ao raciocínio de desvio no processo e não, a atraso ou retardo relativo ao tempo. Considera-se que este apresenta comportamentos semelhantes aos da criança comum, no entanto com variações de freqüência de uso e de época de ocorrência. Tal visão é relatada à proposição de desordem, ou seja, falta de ordem no processo da linguagem. Nos estudos sobre o desenvolvimento infantil, a presença / ausência da linguagem é considerada sinal preditivo do desenvolvimento e sujeitos com autismo que desenvolveram tais habilidades antes dos cinco anos, mostram maior competência intelectual e de inserção social em sua vida futura, demonstrando, dessa forma maiores e melhores habilidades sociais, fatores considerados relevantes à inclusão social. A linguagem, bem como outras habilidades sociais, do sujeito com autismo pode ser discutida considerando-se diferentes dimensões como: inabilidades no código que permeia o uso da linguagem, nos processos que permitem a aquisição dos códigos e seus significados, na dinâmica relacionai entre os interlocutores e o contexto que estimula e sustenta a comunicação como fator fundamental ao desenvolvimento das demais habilidades sociais
Orientador não citado; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Inclusão - Educação Especial; Inclui referências
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/105681</guid>
<dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ampliando e transmutando dimensões existenciais : uma experiência teatral em escola Waldorf</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/43748</link>
<description>Ampliando e transmutando dimensões existenciais : uma experiência teatral em escola Waldorf
Resumo: O debate sobre a importância da arte para a humanidade permeia grande parte da história de nossa espécie; assim como a discussão dicotômica sobre a supremacia da razão sobre a emoção para o desenvolvimento humano. Podemos dizer que, atualmente, o universo da educação é majoritariamente marcado pelo paradigma materialista, com foco no desenvolvimento racional (cognitivo) dos indivíduos e uma objetividade pragmática de formação funcional perante os modos de sustentação material da vida. Este trabalho, pautado no Sistema Teórico da Afetividade Ampliada (STAA) é contrário a esta visão, e acredita na importância de superar os dualismos, as dicotomias, bem como a compreensão de um ser humano fragmentado. Assim, interessa-se pela arte, especificamente o teatro, versando sobre a importância deste na educação, tendo em vista o desenvolvimento pleno dos indivíduos. Interessamo-nos também pela Pedagogia Waldorf, uma vez que esta é um exemplo vivo de quebra do paradigma vigente citado acima. Portanto, buscando compreender as possibilidades de desenvolvimento humano proporcionado pela experiência teatral em uma escola desta pedagogia específica, e fundamentados no STAA, pesquisamos as possibilidades de desenvolvimento geradas pelo teatro a partir das dimensões da existência humana; sendo estas os modos do indivíduo lidar com a realidade, relacionado aos níveis de abstração humana, e às categorias da Célula Psíquica - Identidade, Self, Resiliência e Alteridade. Utilizando-nos do STAA também como método de análise, pesquisamos um processo de produção de um espetáculo teatral por nove adolescentes entre 13 e 15 anos, estudantes do oitavo ano do Ensino Fundamental de uma escola Waldorf de Curitiba/PR. São considerados como fenômenos fundamentais às interações geradas pelo processo a transmutação entre as dimensões humanas e os possíveis impactos no desenvolvimento das categorias da Célula Psíquica citadas acima. Observamos que o fazer teatral colocou em movimento os aspectos inter e intrapsicológicos dos educandos em questão, contribuindo para a melhoria na qualidade das interações. Também se mostraram relevantes as condições oferecidas pela pedagogia Waldorf. Percebemos, ainda, as qualidades da arte e da educação do sensível para o desenvolvimento integral dos indivíduos, contribuindo com a formação de seres humanos capazes de buscar interações mais harmoniosas.  Palavras-chave: Teatro. Pedagogia Waldorf. Afetividade Ampliada. Desenvolvimento Humano. Educação.; Abstract: The debate on the importance of art for humanity permeates much of the history of our species, as well as dichotomous discussion on the supremacy of reason over emotion for human development. We can say that today the world of education is mostly marked by materialistic paradigm, focusing on the rational development (cognitive) of individuals and on a pragmatic objectivity of functional training before the modes of material life support. This work, based on the Theoretical System of Extended Affectivity (TSEA), is contrary to this view, and believes in the importance of overcoming the dualisms and dichotomies, as well as the understanding of a fragmented human being. So, interested in art, particularly theater, dealing with the importance of it in education, owing to the development of individuals. Also we are interested in the Waldorf Pedagogy, since this is a living example of breaking the current paradigm mentioned above. Therefore, trying to understand the possibilities of human development provided by a school theatrical experience in this specific pedagogy, and based upon the TSEA, researched the possibilities generated by the development of theater from the dimensions of human existence; and these being the individual modes to cope with actually related to human abstraction levels and categories of Psychic Cellule - Identity, Self, Resilience and Alterity. Using the TSEA also as a method of analysis, research a process of a play producing for nine teenagers between 13 and 15, students from the eighth grade of elementary school in a Waldorf's school in Curitiba / PR. Are considered like fundamental phenomena the interactions generated by the transmutation process between human dimensions and the possible impacts on the development of the categories of Psychic Cellule mentioned above. We aim, therefore, understand the qualities of art and education sensitive to the integral development of individuals, to contribute to the training of human beings capable of more harmonious interactions.  Keywords: Theater. Waldorf Pedagogy. Extended Affectivity. Identity. Human Development. Education.
Orientadora: Profª Drª Helga Loos-Sant'Ana; Coorientadora: Profª Drª Suzane S. Löhr; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação. Defesa: Curitiba, 31/03/2014; Inclui referências : f. 163-166
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/43748</guid>
<dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A consulta médica : análise dos elementos que a compõem</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/29538</link>
<description>A consulta médica : análise dos elementos que a compõem
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna
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<pubDate>Fri, 01 Jan 1988 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/1884/29538</guid>
<dc:date>1988-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Comparação do gasto metabólico de repouso obtido pelo método de calorimetria indireta e por equações preditivas em pacientes  de diferentes graus de estresse metabólico</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/26395</link>
<description>Comparação do gasto metabólico de repouso obtido pelo método de calorimetria indireta e por equações preditivas em pacientes  de diferentes graus de estresse metabólico
Resumo: Um dos principais pontos para o êxito da terapia nutricional é a precisão na avaliação do gasto metabólico. A melhora e/ou manutenção do estado nutricional dependem dessa precisão, porque tanto a hipoalimentação como a hiperalimentação podem ocasionar efeitos deletérios na condição médica e no estado nutricional. Na prática clínica, o gasto metabólico pode ser avaliado por calorimetria indireta (CI), um método não invasivo que determina o gasto metabólico de repouso (GMR), e ser estimado por equações matemáticas. O objetivo do presente estudo foi comparar o GMR obtido por meio de equações preditivas mais utilizadas na prática clínica e aquele obtido por meio da CI em pacientes de diferentes graus de estresse metabólico. Foram avaliados em estudo prospectivo e transversal 126 indivíduos, divididos em três grupos: Grupo I: Saudáveis (n=40); Grupo II: Obesos (n=25); Grupo III: 61 doentes internados subdivididos conforme a classificação de baixo estresse metabólico em Grupo IIIa (n=41) e de alto estresse Grupo IIIb (n=20). O GMR foi determinado por meio da CI e calculado pelas fórmulas de Harris-Benedict (HB), Ireton-Jones (IJ) e Necessidades calóricas propostas pela American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (ASPEN). O grupo I apresentou média de GMR obtida pela CI de 1491 ± 316 Kcal, com a equação de HB de 1525 ± 211 Kcal, por ASPEN de 1740 ± 390 Kcal, e com a equação de IJ de 1899 ± 287 Kcal, e apenas o GMR obtido pela equação de HB não apresentou diferença estatística significativa (p = 0,11) quando comparado ao obtido pela CI. O grupo II apresentou média de GMR obtida pela CI de 1660 ± 253 Kcal, pela equação de HB de 1714 ± 261 Kcal, por ASPEN de 1291 ± 151 Kcal e pela equação de IJ de 2096 ± 635 Kcal. Neste grupo, apenas a média obtida pela equação de HB não apresentou diferença estatística significante (p = 0,066) quando comparada à obtida pela CI. O grupo IIIa apresentou média de GMR obtida pela CI de 1422 ± 297 Kcal, pela equação de HB de 1365 ± 238 Kcal, segundo ASPEN de 1727 ± 454 Kcal, pela equação de IJ de 1550 ± 391 Kcal e pela equação de HB acrescida do fator injúria obteve-se a média de 1684 ± 328. No grupo IIIa, os valores médios de GMR obtidos pelas equações de HB, ASPEN, IJ e HB acrescida do fator injúria foram diferentes estatisticamente significativos (p=0,044, p&lt;0,0001, p=0,0006, p&lt;0,0001, respectivamente) quando comparados aos valores médios da CI. O grupo IIIb apresentou média de GMR obtida pela CI de 1472 ± 283 Kcal, pela equação de HB de 1259 ± 168 Kcal, segundo ASPEN de 1479 ± 286 Kcal, pela equação de IJ de 1389 ± 275 Kcal e pela equação de HB acrescida do fator injúria obteve-se a média de 1551 ± 227. No grupo IIIb, as equações de ASPEN, IJ e HB acrescida do fator injúria não apresentaram valores médios com diferença estatística quando comparados aos valores médios obtidos pela CI (p=0,87, p=0,136, p=0,14, respectivamente). A fórmula de HB foi mais precisa nos grupos sem estresse metabólico (Grupos I e II), enquanto IJ, ASPEN e HB acrescida do fator injúria foram mais consistentes no grupo de pacientes com alto estresse metabólico.; Abstract: One of the principals points to the exit in nutritional therapy is the precision in the evaluation of the energy expenditure. The improvement and/or maintenance of the nutritional state depend of this precision, because either to over- or underfeeding can cause deleterious effects on the medical condition and the nutritional state. In the clinical practice, the energy expenditure can be evaluated by indirect calorimetry (IC), a non invasive method that determine the resting energy expenditure (REE), and to be estimated by prediction equations. The objective of this study was compare the REE estimated by the prediction equations more utilized in the clinical practice with the REE measured by IC in patients with different rates of metabolic stress. This prospective and transversal study evaluated 126 patients separated in three groups: Group I: healthy (n=40); Group II: obese (n=25); Group III: 61 patients subdivided according to the metabolic stress – IIIa: low metabolic stress (n=41) and IIIb: high metabolic stress (n=20). The REE was determined by the IC and calculated with the following equations: Harris-Benedict (HB), Ireton-Jones (IJ), and energy needs proposed by American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (ASPEN). Group I, the mean REE by IC was 1491 ± 316 Kcal, obtained with HB was1525 ± 211 Kcal, with ASPEN was 1740 ± 390 Kcal and with IJ was 1899 ± 287 Kcal, only the REE calculated with the HB equation didn’t show any statistical difference when compared with IC (p = 0,11). Group II, the mean REE by IC was 1660 ± 253 Kcal, with HB was 1714 ± 261 Kcal, with ASPEN was 1291 ± 151 Kcal and with IJ was 2096 ± 635 Kcal, only the REE calculated with the HB equation didn’t show any statistical difference when compared with IC (p = 0,066). Group IIIa, the mean REE by IC was 1422 ± 297 Kcal, with HB was 1365 ± 238 Kcal, with ASPEN was 1727 ± 454 Kcal, with IJ was1550 ± 391 Kcal and with HB multiplied by a stress factor was 1684 ± 328. Group IIIa the REE calculated with the HB, ASPEN, IJ equations and HB multiplied by a stress factor show statistical difference when compared with the REE by IC (p=0,044, p&lt;0,0001, p=0,0006, p&lt;0,0001, respective). Group IIIb, the mean REE by IC was 1472 ± 283 Kcal, with HB was 1259 ± 168 Kcal, with ASPEN was de 1479 ± 286 Kcal, with IJ was 1389 ± 275 Kcal and with HB equation multiplied by a stress factor was 1551 ± 227. Group IIIb the ASPEN, IJ and HB multiplied by a stress factor, didn’t show any statistical difference when compared with IC (p=0,87, p=0,136, p=0,14, respective). The HB equation was more precise in groups without metabolic stress (I and II), while IJ, ASPEN and HB multiplied by a stress factor were more consistent in the patient group with high metabolic stress.
Orientadora: Profª Drª Rosana Bento Radominski; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias da Saúde, Programa de Pós-Graduaçao em Medicina Interna. Defesa : Curitiba, 10/12/2004; Bibliografia: fls. 48-52
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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