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<title>II Seminário de Pós-graduação em Políticas Públicas (2018)</title>
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<dc:date>2026-04-04T04:46:07Z</dc:date>
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<title>Uso de indicadores sociais na análise da relação entre poluição atmosférica e agravos respiratórios em um município de médio porte</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93164</link>
<description>Uso de indicadores sociais na análise da relação entre poluição atmosférica e agravos respiratórios em um município de médio porte
ANIELLY DALLA VECCHIA; TATIANA KLEINÜBING; ROBERTO EDUARDO BUENO
No desdobramento acerca dos indicadores sociais, faz se necessário discutir a qualidade do ar, com os aspectos do território, este que é multifacetado. Isto posto, para gerar dados concretos, a fim de propor ações de intervenção e implementação nos impactos da saúde do coletivo, é fundamental que se conheça e reconheça as especificidades deste território. O objetivo deste é analisar se há efetividade dos indicadores sociais no caso das doenças respiratórias e poluição atmosférica. Analisamos tais indicadores e sua relação com a taxa de internamentos e mortalidade por doenças respiratórias conforme Capitulo X do CID-10. As variáveis testadas foram: econômicas, de meio ambiente e de saúde, relacionadas a doenças respiratórias em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos no Município de Paranaguá – Paraná, no período de 2012 a 2017. Utilizamos informações obtidas do departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Evidencia-se que em função da forte segregação socioespacial da população urbana, os mais atingidos pela poluição do ar são os que, em geral, menos contribuem para a emissão destes poluentes, caracterizando-se um contexto de injustiça ambiental e exclusão social.
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<dc:date>2018-11-13T00:00:00Z</dc:date>
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<title>SAÚDE PÚBLICA COMO TECNOLOGIA: A institucionalização das políticas sanitárias no Brasil republicano</title>
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<description>SAÚDE PÚBLICA COMO TECNOLOGIA: A institucionalização das políticas sanitárias no Brasil republicano
JULIANA FONSECA DA SILVA LINHARES BUENO; MARCOS VINICIUS PANSARDI
O presente artigo pretende discutir sobre o processo de institucionalização da saúde pública no Brasil das últimas décadas do século XIX, período de modernização, urbanização e industrialização que ocorreram em uma sociedade com péssimas condições de salubridade. A saúde pública surge como uma tecnologia de organização assistencial que objetiva o controle coletivo da saúde e doença. O alicerce teórico deste trabalho consiste na perspectiva de C.T.S (Ciência, tecnologia e sociedade) em que busca analisar a saúde pública como tecnologia utilizada pelo sistema capitalista para controle social.
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<dc:date>2018-11-13T00:00:00Z</dc:date>
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<title>RELEVÂNCIA, TRAJETÓRIA E DESAFIOS DO SANEAMENTO BÁSICO PARA O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL E SAUDÁVEL</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93162</link>
<description>RELEVÂNCIA, TRAJETÓRIA E DESAFIOS DO SANEAMENTO BÁSICO PARA O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL E SAUDÁVEL
TÁRSIA LOUANE BATISTA DA SILVA; ROBERTO EDUARDO BUENO
O processo de urbanização no Brasil foi rápido e intenso, acompanhando a história de industrialização do país. Em 1940 a proporção de 31,2% da população brasileira era urbana. Em 1980 esse número aumentou para 67,6%. Já em 2010 alcançava 84,4%. E a previsão para 2030 é que mais de 90% da nação brasileira viverá em cidades. Essa aglomeração em centros urbanos, insuficientemente acompanhada de políticas públicas de infraestrutura urbana e prestação de serviços públicos essenciais para o bem-estar objetivo e subjetivo da população, gera grandes impactos socioambientais. Nesse contexto, o saneamento básico é ferramenta prioritária e fundamental de promoção da saúde - em toda a amplitude conceitual de saúde -, preservação do meio ambiente e como recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida urbana. Portanto, é imprescindível analisar sistematicamente a trajetória e a relevância socioambiental do saneamento básico no desenvolvimento urbano saudável, bem como seus desafios e projeções no que tange à sustentabilidade.
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<dc:date>2018-11-13T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O USO DAS TECNOLOGIAS ORGANIZATIVAS NA FORMULAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/93160</link>
<description>O USO DAS TECNOLOGIAS ORGANIZATIVAS NA FORMULAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
FABÍOLA SOARES ARCEGA; MARCOS VINICIUS PANSARDI
O presente artigo visa discutir o uso da tecnologia como instrumento para a formulação das políticas públicas, suas influências na sociedade e o impacto que pode ocasionar na vida das pessoas. Reconhecer na política pública o seu caráter sistêmico é enfatizar a interpretação da tecnologia como prática, como um sistema social organizativo que transforma e constrói a realidade social. Em seu aspecto organizacional, o Estado tem sua própria estrutura e os elementos que o integra, devendo ser levada em consideração que a sociedade é composta por comunicações e que se diferencia em subsistemas sociais, os quais possuem suas singularidades e especificidades, não isolado do entorno. Relaciona-se a prática tecnológica na administração pública, com valores ao seu entorno, seja pela sua instituição que representa ou de seus agentes pertencentes ao processo, a fim de desenvolver as políticas públicas e conceber que na sua formulação há ações que as influenciam.
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<dc:date>2018-11-11T00:00:00Z</dc:date>
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