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<title>VIII Simpósio de Design Sustentável/Symposium on Sustainable Design (2021)</title>
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<title>VIII Simpósio de Design Sustentável/Symposium on Sustainable Design (2021) - Programa</title>
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<description>VIII Simpósio de Design Sustentável/Symposium on Sustainable Design (2021) - Programa
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<dc:date>2021-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>BIOMAS TROPICAIS, DESIGN E COMUNIDADES</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92586</link>
<description>BIOMAS TROPICAIS, DESIGN E COMUNIDADES
NADJA MARIA MOURÃO
Na faixa dentre os trópicos no planeta, encontram-se biomas que se destacam pelas florestas tropicais, em regiões: do sudeste da Asia, da África e principalmente na América do Sul. Nesta área, há uma imensa variação do território compreendido por relevo, vegetação, espécies nativas, povos originais e toda a história que envolve a região. Busca-se apresentar a relação dos biomas com as comunidades e as possibilidades de participação do design neste contexto. Trata-se de experiências e estudos interdisciplinares realizados por designers pesquisadores e de outras áreas, que contribuem para a compreensão do território. Na Ásia, encontra-se a terceira maior floresta tropical do mundo, mais precisamente, na Indonésia. A floresta tropical do Congo é a segunda maior do mundo. A Amazônia é a maior floresta tropical do planeta que se estende no entorno da bacia do Rio Amazonas, maior rio do mundo em volume de águas. O Brasil é o líder da lista anual de perdas de floresta primária. O designer ao fazer observações do mundo que nos cerca, na percepção das desiguais. A produção artesanal envolve a vida das pessoas e das comunidades possibilitam a relação com o entorno, com o meio ambiente.
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<dc:date>2021-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>DESIGNS DO POR VIR:  VIDA, MOVIMENTO E CORPOREIDADE</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92587</link>
<description>DESIGNS DO POR VIR:  VIDA, MOVIMENTO E CORPOREIDADE
RAQUEL GOMES NORONHA; PEDRO AMADOR DE SÁ FURTADO
Este artigo apresenta uma reflexão ensaística sobre as relações de designs por vir com a superação do paradigma antropocêntrico. A partir da história social dos conceitos e teorias vinculados ao antropoceno, trazemos para nossa argumentação autores da antropologia, sociologia, filosofia para se pensar modos criativos e engajados de se viver em um mundo em processo de mudança climática, com a emergência de se pensar a vida como centro de tais práticas, e não o humano. Apresentamos ainda, a proposta da biodanza como sistema mediador de um diálogo entre autores do campo do design e nossa experiência de decolonização de corpos para um design biocêntrico: o projeto “Corpo e design”, realizado pelo NIDA – Núcleo de pesquisas em inovação, design e antropologia da UFMA. Partindo da experimentação vivencial da atencionalidade e do engajamento no fluxo da vida pelo movimento, pela música e pela corporeidade em um contexto grupal, recorremos ao princípio biocêntrico, proposto pelo criador do sistema biodanza, o antropólogo e psicólogo chileno, Rolando Toro Arañeda.
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<dc:date>2021-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>NOVOS PARADIGMAS NO DESIGN CONTEMPORÂNEO</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92588</link>
<description>NOVOS PARADIGMAS NO DESIGN CONTEMPORÂNEO
MONICA CRISTINA MÔURA
Este artigo tem como objetivo refletir sobre as interrelações entre o design contemporâneo e o design para sustentabilidade estabelecendo diálogos e inferências sobre os novos paradigmas e a discussão a respeito dos níveis mais complexos e sistêmicos a partir das possibilidades apresentadas no design de transições cujos estudos e pesquisas tem se desenvolvido no Estados Unidos e Finlândia e, mais recentemente no Brasil, e às quais temos nos dedicado no Laboratório de Pesquisa em Design Contemporâneo (LabDesign/FAAC/UNESP) e no desenvolvimento da tese de doutoramento de Iana Uliana Perez (UNESP), considerando que, para atingir transições sistêmicas, o próprio design precisa passar por uma transformação radical, rompendo com suas raízes modernas e aproximando-se de outros campos de conhecimento e áreas, tais como o design contemporâneo que, tem entre suas principais características, a ruptura com os padrões racionalistas e funcionalistas, a crítica perante a industrialização, a produção massiva, o consumismo exacerbado e aos desequilíbrios econômico, sócio-político, ambiental e cultural, adotando visões relacionadas à política e responsabilidade social, a equidade, ativismo e agindo em prol da inclusão e da participação dos comuns estimulando a autonomia e cidadania em busca do bem viver. O método adotado envolve abordagem qualitativa e revisão bibliográfica.
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<dc:date>2021-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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