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<title>Alternativas para uma nova educação</title>
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<dc:date>2026-04-26T08:02:08Z</dc:date>
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<title>Literatura Infantil e a contação de histórias em espaços formais e não formais</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/98760</link>
<description>Literatura Infantil e a contação de histórias em espaços formais e não formais
Resumo: Este projeto tem como objetivo central destacar a relevância de oferecer às crianças, desde a primeira infância, um acesso contínuo e diversificado à literatura, considerando tanto os espaços formais, como escolas e bibliotecas, quanto os informais, como praças, centros comunitários e outros ambientes culturais. A proposta é evidenciar como a Literatura para as Infâncias e a Contação de Histórias podem atuar como ferramentas transformadoras no desenvolvimento infantil, promovendo o encantamento pela leitura, a ampliação da imaginação e o estímulo à criatividade. Ao integrar o lúdico com o educativo, o projeto visa criar experiências significativas e prazerosas para as crianças, estabelecendo uma relação afetiva e duradoura com o universo literário. Mais do que um recurso pedagógico, a contação de histórias é compreendida como um ato cultural, capaz de aproximar crianças e adultos de narrativas que dialoguem com suas vivências, promovam a diversidade, e instiguem reflexões sobre o mundo. Com isso, o projeto também busca fortalecer a ideia de que o contato com a literatura vai além do espaço escolar, potencializando a participação da comunidade e valorizando o papel das práticas culturais na formação integral das crianças. Dessa forma, visa contribuir para a formação de leitores críticos, sensíveis e conectados com a pluralidade de saberes que a literatura oferece, construindo pontes entre a imaginação e a realidade, o lúdico e o aprendizado, a história e a criação de novas narrativas
Orientador: Ivone Rodrigues Macena Barossi; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Litoral, Curso de Especialização em Alternativas ara uma Nova Educação; Inclui referências
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Vivendo arte</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/98763</link>
<description>Vivendo arte
Resumo: A partir de meus conhecimentos e vivências realizei uma oficina de artes aonde construímos telas de pintura sustentáveis que foram utilizadas como base para a produção de uma obra de arte. Foi realizada a metodologia triangular. Esta metodologia afirma assim = Sustenta 3 pilares: conhecer a história o fazer artístico e saber apreciar a obra de arte. O projeto contemplou 15 mulheres de baixa renda da periferia de Matinhos frequentadoras da Rede Solidária de Matinhos, local a onde foi realizada a oficina. A oficina tem caráter educacional e de valorização humana. É um local de acolhimento, escuta e construção ao mesmo tempo. Objetivamos empoderar cada indivíduo participante trazendo conhecimento e saberes para uma nova possível profissão ou até mesmo uma forma de terapia para sair um pouco dos problemas do dia a dia e se concentrar em algo prazeroso e que também serve renda extra caso as alunas assim desejarem
Não consta orientador; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Alternativas para uma Nova Educação; Inclui referências
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Juçara na boca do povo</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/98762</link>
<description>Juçara na boca do povo
A Festa da Juçara de Matinhos teve início em 2012 como parte de um projeto de estudantes de Agroecologia da UFPR Litoral. Realizada anualmente até 2014, a festa foi retomada em 2023 por uma ampla parceria de coletivos e instituições. Na sua 4ª edição, o evento focou na identidade cultural do litoral, educação, feira, agroecologia e fortalecimento do cultivo da juçara. Em 2024, a 5ª edição foi organizada pelo Instituto Juçara de Agroecologia, com apoio do NEA Juçara da UFPR Litoral. O evento vem ganhando força, crescendo se mostrando presente no calendário regional, a festa celebra a cultura alimentar e o cultivo sustentável da palmeira juçara (Euterpe edulis) no litoral do Paraná
Orientador não citado; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Alternativas para uma Nova Educação; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Vivências afetivas como meio no ensino-aprendizagem de culturas indígenas na escola</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/98761</link>
<description>Vivências afetivas como meio no ensino-aprendizagem de culturas indígenas na escola
Resumo: Este memorial apresenta vivencias e práticas educativas afetivas, voltadas ao ensino-aprendizagem de culturas indígenas nas escolas brasileiras na contemporaneidade, focalizando práticas em arte-educação desenvolvidas no espaço das aulas de artes no Colégio IPEC – Instituto Parnanguara de Educação e Cultura, na cidade de Paranaguá- PR. Tendo em vista os 16 anos da Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008, que prevê a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas das redes pública e privada do Brasil. O Colégio IPEC, integra a rede privada de ensino no litoral do Paraná que segue a obrigatoriedade da Lei n° 11.645/2008, bem como, a preocupação de uma educação afetiva, onde os sujeitos que estão em desenvolvimento, têm acesso ao conteúdo de um planejamento desenvolvido especialmente para tratar da temática das culturas indígenas. Este planejamento é anual e contínuo – Abril Indígena IPEC – , envolve teoria e práticas educativas em arte-educação, assim como vivências, na escola ou aula de campo. O planejamento tem aplicação a partir de março de 2023 com maior ênfase no mês de abril e segue atualmente, sendo desenvolvido nas aulas de arte do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Cada conteúdo adequado ao desenvolvimento do conhecimento de cada faixa etária. As observações desse memorial se voltam as práticas educativas a partir de como, e de que forma, as culturas indígenas são abordadas nas escolas, como as diversidades culturais são apresentadas no processo de ensino aprendizagem? A partir dos resultados de pesquisas anteriores, durante a minha graduação, foram desenvolvidos e aplicados planos de aulas elaborados colaborativamente com intelectuais indígenas, que nesse período eram estudantes de graduação do ensino superior da Universidade Federal do Paraná, e que participaram na produção de conteúdo e procedimentos pedagógicos para o ensino de suas próprias culturas originárias. Decorrente desse processo um projeto educativo foi elaborado, desenvolvido e aplicado, tendo como mediador um estudante universitário indígena, sendo ele o protagonista do processo de ensino aprendizagem sobre a diversidade cultural e social dos povos indígenas. Nesta prática educativa decorrente dessa experiência intercultural, o vínculo do afeto se mostrou eficaz, sendo o meio escolhido pelos indígenas para estabelecer a aproximação e comunicação com os alunos. Por meio da comunicação afetiva a prática educativa desenvolvida pelo mediador indígena investe na empatia e na compreensão, promovendo valores como o respeito ao coletivo e à pessoa indígena, suas formas de viver coletivamente e a diversidade sociocultural dos povos indígenas brasileiros. O memorial trata não somente do histórico dessa arte-educadora como estudante da especialização em Alternativas para uma Nova Educação, tão pouco, da pesquisadora decana na área de culturas indígenas, mas os efeitos dessas práticas na vida das alunas e alunos que experienciaram essa prática educativa afetiva
Orientador:  Gabriela Schenato Bica; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Alternativas para uma Nova Educação; Inclui referências
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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