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<title>Letras Libras</title>
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<dc:date>2026-04-05T19:28:00Z</dc:date>
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<title>Diversidade em foco : análise de uma unidade temática para aprendizes do nível B1 de Libras</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/92242</link>
<description>Diversidade em foco : análise de uma unidade temática para aprendizes do nível B1 de Libras
Resumo : Este estudo tem como objetivo realizar uma análise de uma unidade temática (UT) desenvolvida para o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) destinada a aprendizes do nível B1. Além disso, busca investigar a eficácia do material didático elaborado para essa unidade temática. Para alcançar esse propósito, este trabalho se fundamenta nas cinco habilidades linguísticas propostas por Leffa (2007) para examinar as etapas de produção de material didático no ensino de línguas, e nas considerações de Sousa et al. (2020) sobre o Quadro de Referência da Libras como L2 (QRLL2). Dois questionamentos foram abordados durante a análise do material: o material está adequado ao nível em análise? E, em segundo lugar, o material desenvolve o conteúdo proposto? Para atender a esses questionamentos, foi adotada uma abordagem metodológica qualitativa do tipo observacional, utilizando procedimentos de estudo bibliográfico e documental (GERHARDT; SILVEIRA, 2009). Os dados foram obtidos da UT denominada "Diversidade" e foram analisados à luz das cinco habilidades linguísticas (compreensão, leitura, interação, produção e escrita) indicadas no QRLL2 para o nível B1. Os resultados obtidos indicam que a UT contribuiu para o desenvolvimento das habilidades de compreensão e interação. No entanto, para estar em conformidade com as recomendações do QRLL2, seria necessário incluir mais tarefas relacionadas à leitura, escrita e produção. Em conclusão, este estudo aponta para a possibilidade de que a UT "Diversidade" possa servir como um parâmetro para a elaboração de novas unidades temáticas destinadas aos aprendizes do nível B1 de Libras; Abstract : This study aims to carry out an analysis of a thematic unit (TU) developed for teaching Brazilian Sign Language (Libras) aimed at learners at level B1. Furthermore, it seeks to investigate the effectiveness of the teaching material prepared for this thematic unit. To achieve this purpose, this work is based on the five linguistic skills proposed by Leffa (2007) to examine the stages of producing teaching material in language teaching, and on the considerations of Sousa et al. (2020) on the Libras Reference Framework as L2 (QRLL2). Two questions were addressed during the analysis of the material: is the material suitable for the level under analysis? And, secondly, does the material develop the proposed content? To answer these questions, a qualitative methodological approach of the observational type was adopted, using bibliographic and documentary study procedures (GERHARDT; SILVEIRA, 2009). The data were obtained from the UT called "Diversity" and were analyzed in light of the five linguistic skills (comprehension, reading, interaction, production and writing) indicated in QRLL2 for level B1. The results obtained indicate that UT contributed to the development of understanding and interaction skills. However, to comply with QRLL2 recommendations, it would be necessary to include more tasks related to reading, writing and production. In conclusion, this study points to the possibility that the UT "Diversity" can serve as a parameter for the development of new thematic units aimed at learners at the B1 level of Libras
Orientadora: Prof.ª Dra. Lídia da Silva; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Curso de Licenciatura em Letras Libras; Inclui referências
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A culpa : reflexões sobre a contribuição da linguística forense para criação de HQ bilíngue em línguas de sinais</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/84977</link>
<description>A culpa : reflexões sobre a contribuição da linguística forense para criação de HQ bilíngue em línguas de sinais
Resumo : Esta pesquisa objetiva-se apresentar o processo de criação da história em quadrinhos sinalizada "A Culpa". O intuito foi promover reflexões sobre a falta de acessibilidade linguística no campo jurídico brasileiro a partir dos estudos da "linguística forense". Considerando um país de muitas línguas de sinais e com poucas descrições linguísticas, a grande dificuldade versa sobre a existência de profissionais para atuarem nesta área, em especial, quando um surdo necessita de atendimento dentro do sistema carcerário /prisional. Para atender ao objetivo proposto, optou-se pela abordagem de pesquisa de natureza bibliográfica-documental descritiva dividida em dois grandes momentos: 1) Elaboração do roteiro escrito/sinalizado e 2) Criação e apresentação do storyboard da HQ sinalizada "A Culpa". Os estudos da descrição do roteiro levaram em consideração os depoimentos de Cacique Babau4 (2020) e estudos de indígenas surdos do Brasil (VILHALVA, 2009; 2018), junto com leis e das legislações específicas que regem os direitos dos povos indígenas e acessibilidade linguística. A narrativa é fictícia, concentra-se em relatar os três grandes temas de exclusão jurídica: 1) a língua de sinais urbana (Libras); 2); as línguas de comunidades (indígenas) e 3) as línguas isoladas. Os dados que envolveram a criação e descrição do roteiro sinalizado apresenta uma ideia marcante para a comunidade surda minorizada, uma vez que os dados documentais e os relatos dos povos indígenas, como um todo, demonstram a invisibilidade linguística e humana dentro do contexto da jurisprudência. A ideia de se criar uma HQ bilíngue para surdos se deve pelo seu "poder" de circulação rápida para diferentes comunidades, fortalecendo, assim, as discussões (visibilidade) dessa real situação linguística e jurídica, em especial, o fortalecimento do direito de defesa em sua língua materna
Orientadora: Profa. Dra. Kelly Priscilla Lóddo Cezar; Coorientador:; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Curso de Licenciatura em Letras Libras; Inclui referências
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/89476">
<title>Análise morfológica de topônimos que nomeiam campi, setores e unidades da UFPR</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/89476</link>
<description>Análise morfológica de topônimos que nomeiam campi, setores e unidades da UFPR
Resumo : A pesquisa foca na toponímia da libras focando nos sinais que nomeiam campus e setores da UFPR. Segundo Dick (1990) os estudos toponímicos apresentam-se como um poderoso instrumento para o conhecimento de aspectos sócio-histórico-culturais de um povo, assim, é possível desvendar fatos linguísticos, ideológicos, históricos, crenças e sentimentos diversos. Existem poucas pesquisas elaboradas por autores referendo topônimo na libras bem como (Souza-Júnior, 2012; Sousa,2019; Xavier; Ferreira; Lopes; Bezzera; Quadros e Karnopp (2004) apontaram que a língua de sinais possui morfema sinalizada bem como uma mão sinalizada parada e a outra movimentando. Objetivo no geral é contribuir com a descrição de topônimos da libras, objetivo especificamente é analisar morfologicamente os topônimos que nomeiam lugares dentro da UFPR. Coletando os dois vídeos sinalizados no Youtube, um vídeo sinalizado há 13 sinais feito por professor surdo de Letras Libras da UFPR e o outro vídeo possui 13 sinais, próprio autor incorporou dos alunos sinalizantes ouvintes e surdos da turma 2016 sinalizando no vídeo do Youtube pela Letras Libras – UFPR, durante de análise, separamos cada configuração das mãos diferente para recolher a quantidade dentro de área de morfema sinalizada. Dentro de composto mostra 3 categorias, a sequêncial é quando sinaliza uma mão e depois seguinte mostra outra mão, o de simultâneo acontece quando duas mãos com CM sinalizam ao mesmo tempo e por último, o misto utiliza a mistura entre sequencial e simultâneo. No resultado encontramos a quantidade de morfema em libras com porcentagem de cada categoria são: 3 pé lateral possuem 21,9%, braço + fechada tem 12,5%, mão aberta 12,5%, palma levantada 6,3% e mão fechada 6,3%, L, dedo indicado, três dedos quebrados (curvados), palma 4 deitada + mão aberta, 4 dedos deitado (lateral), 3 dedos deitado (lateral), 3 dedos deitado frente, 3 pata, palma pé-lateral, palma deitada curvada, mão semi aberta, 3 dedos levantados separados frente e 3 dedos levantados grudados frente com 3,1%, esta conclusão vai estar registrada na linguística da libras pela UFPR
Orientador: Prof.ª Dra. Daiane Ferreira; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Curso de Licenciatura em Letras Libras; Inclui referências
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Antroponímicos surdos paranaenses</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/89465</link>
<description>Antroponímicos surdos paranaenses
Resumo : Apresento meu tema mencionado que fala sobre como é o processo de surgimento de batizado de sinais das pessoas surdas paranaenses, sendo 17 regiões no estado do Paraná. Justifico o meu interesse pelo surgimento desta pesquisa, pois vejo a importância de ter seu registro linguístico em processo de batizado com sua relação cultural no qual vivemos na comunidade surda. Conhecer os significados e entender o porquê de cada sinal, através do indutivo e dedutivo das pessoas, apresentando seu sinal de batizado. Na área antroponímia, tem base nas teorias feitas por autores que já pesquisaram toponímia, com relação aos estudos que se referem às pessoas, tem uma autora que faz parte da comunidade de ouvintes e outros três autores que fazem parte da comunidade surda, sendo um deles americano e os outros dois brasileiros. A autora Dick (1996), foi a primeira pessoa que pesquisou no Brasil, ela apanhou os nomes de cada pessoa para registrar nos locais, como uma homenagem. Os autores que fazem parte da comunidade surda, o americano Supalla (2012), utiliza a sua língua de sinais, chamada ASL, com o princípio dele saber quais são os processos de batizado de sinais, além disso, apresentou categorias básicas, são sinais- nomes arbitrários e sinais – nomes descritivos. Barros (2018), apresentou 4 categorias de acordo com o jeito de cada pessoa, bem como característica, modo de agir, soletração de letra inicial e comportamento social. Fonesca (2021) seguiu as teorias de Barros, coletou os sinais de famosos e incluiu os sinais com acordo de categorias criadas por Barros. Há explicação de passo-passo de apanhamento em ordem, além disso, utilizo os dois tipos de análise bem como dedutivo e indutivo. Resultado apresentou que a maior quantidade, ou seja, número impactado foi a primeira categoria de testa com 10 sinais, segunda categoria foi a parte de olhos apresentou 8 sinais , o terceiro com queixo, possui 6 sinais, o restante tem categoria com números menores de acordo com a ordem decrescente. Nesta conclusão vejo que há parte do corpo mencionado para sinalizar com sua motivação, alguns sem motivação (neste caso vai entrar no processo para saber o porquê), alguns apareceram com letra soletrada inicial. Além disso, tem alguns vídeos faltantes para finalizar nesta pesquisa, ainda pretendo fechar. Conclui aqui essa pesquisa, que tem muita vantagem para pesquisar o aprofundamento para saber a quantidade de sinais com letras iniciais, compreender o porquê escolheram o local no corpo fisicamente (investigar mais sobre se é acordo de característica, produção de sinalização "conforto na hora de sinalizar" e entre outras hipóteses a caminho)
Orientador: Prof.ª Dra. Daiane Ferreira; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Curso de Licenciatura em Letras Libras; Inclui referências
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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