<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/42530">
<title>Gestão e processo em educação, diversidade e inclusão</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/42530</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/78874"/>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/42568"/>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/79824"/>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/79774"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-04-22T23:22:33Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/78874">
<title>Inclusão : alavanca ou inércia?</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/78874</link>
<description>Inclusão : alavanca ou inércia?
Resumo: Este artigo objetiva discutir as percepções e angustias expressas pelos Educadores ou Gestores, quando se deparam com situações de Inclusão direta, sem a devida orientação. Partindo do pressuposto de que a gestão pública deve afinar-se com a ideia de gestão social, pautada na solidariedade e no respeito, e que inclusão é um processo complexo e humano, que se caracteriza por ser, dialético, pluridimensional e exponencial de construção de culturas, desenvolvimento de políticas e orquestração de práticas. As análises apontam para aspectos relativos a uma gestão de cunho social, embora a predominância seja a de uma gestão educacional ainda voltada para a concepção estratégica, organizada sob a lógica da competitividade e, consequentemente, da exclusão. Se evidenciam também ações empíricas, onde o educador se vê diante de algo e busca soluções partindo de sua prática e não de algo estruturado e cientificamente testado. Este padrão de acontecimentos traz consequências muitas vezes desastrosas e de exclusão ainda maior
Orientadora: Profª. Dra. Edna Mayer Vergara; Trabalho de Conclusão de Curso (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Gestão e Processo em Educação, Diversidade e Inclusão; Inclui referências
</description>
<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/42568">
<title>Preconceito e discriminação contra as religiões ditas de matriz africana no município de Irati</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/42568</link>
<description>Preconceito e discriminação contra as religiões ditas de matriz africana no município de Irati
O presente trabalho analisa a questão da intolerância religiosa às religiões de matrizes africanas na cidade de Irati - PR, as quais devem ser vistas como uma violação ao direito à liberdade religiosa, incluindo a liberdade de crença, a liberdade de culto e a liberdade de organização religiosa. Assim, adota-se como objeto de estudo as diversas manifestações de intolerância em relação a essas religiões ditas de matrizes africanas dentro do campo religioso, e o preconceito e a discriminação que se perpetuam na cidade de Irati.
Orientadora: Juliana Quadros; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Educação em Direitos Humanos; Inclui referências
</description>
<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/79824">
<title>Alternativa pedagógica no CMEI Antonio Tortato em Paranaguá : interação de crianças com a natureza</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/79824</link>
<description>Alternativa pedagógica no CMEI Antonio Tortato em Paranaguá : interação de crianças com a natureza
Geara, Sueli Alves Rodrigues
O presente artigo discorre sobre um estudo de caso de um projeto educacional alternativo chamado Horta - Vida Saudável. O projeto é elaborado a partir de uma prática pedagógica alternativa que visa despertar nas crianças da Educação Infantil do Pré I, do CMEI Antônio Tortato, no município de Paranaguá, no litoral do Estado do Paraná; a ampliação dos conhecimentos através do contato com o mundo físico, pelo uso do método de desemparedamento dos educandos conforme teorizado por Lea Tiriba. A autora deste artigo participou como uma das idealizadoras e implementadoras do projeto na sala de aula onde foi implantado, ainda sendo uma das educadoras responsáveis pelo projeto. A metodologia aplicada para a verificação dos resultados alcançados com o projeto utiliza-se de questionários semiestruturados respondidos pelos responsáveis dos educandos avaliando qualitativamente a experiência das crianças desde julho de 2018 até setembro de 2018.
Orientadora: Paula da Silva Inácio Pereira; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Gestão e Processos Educacionais, Diversidade e Inclusão; Inclui referências
</description>
<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/79774">
<title>A criança autista na educação infantil</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/79774</link>
<description>A criança autista na educação infantil
Tavares, Andréa Gonçalves
Este artigo apresentou um estudo de caso que também intitula este estudo sobre Percepção de Detecção dos Transtornos Invasivos, Transtornos Espectro Autista (TEA) na Educação Infantil. Pesquisa bibliográfica, qualitativa e documental, na qual foi aplicado um questionário para os professores, com o objetivo geral de saber como acontece o processo de inclusão de criança com Transtornos Invasivos (TI) na Educação Infantil e como essas crianças vêm sendo assistida de acordo com as políticas. Transtornos Invasivos também são denominados como Transtornos Globais do Desenvolvimento (Autismo Infantil). A educação Infantil é a primeira etapa da educação básica devendo atender crianças de 0 a 3 anos de idade em creches e de 4 a 5 anos em pré-escolas, sendo obrigatório a partir dos 4 anos. Tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. No Plano Nacional de Educação na meta 1 a palavra universalizar compreende que a palavra está associada a igualdade de direitos, dessa forma entendese que a Educação Infantil será ofertado universalmente à todas as crianças na rede regular de ensino. As crianças precisam ser estimuladas em todos os campos de experiências, para que não ocorram prejuízos em seu desenvolvimento. Entre os resultados observou-se que as crianças com TEA normalmente não tem laudo, familiares não informam por não conhecerem ou porque desejam esconder a deficiência com medo que a instituição rejeite a criança
Orientadora: Édina Mayer Vergara; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Especialização em Gestão e Processos Educacionais, Diversidade e Inclusão; Inclui referências
</description>
<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
